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    Como Tirar Proveito Dos Seus Inimigos

    Plutarco

    Edipro
    2015
    112 páginas
    3h 44m
    ISBN-13: 9788572839167
    Português Brasileiro
    4.2
    31 avaliações
    Leram55Lendo1Querem48Relendo0Abandonos0Resenhas3
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    Incrivelmente atual, um verdadeiro tratado sobre os benefícios que os inimigos podem trazer para um indivíduo. Nesta obra, Plutarco argumenta contra a visão corrente de que os nossos inimigos apenas nos prejudicam e que devemos nos manter distantes deles. Ao contrário, não devemos apenas estar próximos, mas também ouvi-los, pois eles atuam como um espelho para nós, já que nos permitem ver vícios e virtudes que os amigos não veem. Assim, a arte de tirar proveito dos seus inimigos é antes de tudo uma demonstração de inteligência daquele que é alvo deles.Tradução de Maria Aparecida de Oliveira Silva - Graduada em História. Mestre em História Econômica e Doutora em História Social (USP). Pós-Doutora em Estudos Literários (UNESP). Pós-Doutora em Letras Clássicas (USP).

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    André Lenon25/01/2022Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Ótima reflexão sobre como devemos lidar com pessoas críticas e sobre como usá-las como professores do cotidiano.

    1 curtida

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    4.2 / 31
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    Lúcio Méstrio Plutarco  profile picture

    Lúcio Méstrio Plutarco

    Plutarco (em grego clássico: Πλούταρχος; transl.: Ploútarkhos, IPA: [plŭːtarkʰos]) ou Lúcio Méstrio Plutarco (em latim: Lucius Mestrius Plutarchus[nota 1] (em grego, Λούκιος Μέστριος Πλούταρχος), ca. 46 d.C. – 120 d.C., foi um historiador, biógrafo, ensaísta e filósofo médio platônico grego, conhecido principalmente por suas obras Vidas Paralelas e Morália. Pertencente a uma família proeminente, nasceu em Queroneia, na Beócia, a cerca de 30 quilômetros a leste de Delfos. Viajou pela Ásia e pelo Egito, viveu algum tempo em Roma e foi sacerdote de Apolo em Delfos em 95. O seu enorme prestígio valeu-lhe a obtenção de direitos de cidadão em Delfos, Atenas e mesmo em Roma (Mestrius Plutarchus). Estudou matemática e filosofia na Academia de Atenas sob Amônio de Atenas de 66 a 67. Após concluir sua educação, visitou o Egito. A "sabedoria dos egípcios" sempre fascinou os gregos e, neste período, Alexandria, com sua famosa biblioteca, era um importante centro da atividade intelectual grega. O evento mais importante de sua vida, é sem dúvida quando viajou para a Itália e para Roma, onde aprendeu um pouco de latim. Em Roma, pesquisou sobre antiguidades e lecionou filosofia e outros assuntos. Muitas dessas aulas foram depois refeitas por ele em vários pequenos tratados, sobre vários assuntos sob o título de Morália. Em algum momento, Plutarco assumiu cidadania romana. Como evidenciado por seu novo nome, Lúcio Méstrio Plutarco, o seu patrocinador para a cidadania era Lúcio Méstrio Floro, um cônsul romano de quem Plutarco também usou como uma fonte histórica para seu escrito A vida de Oto. Plutarco morreu entre os anos 119 e 120[6] em Delfos. Há uma reconstituição da biografia de Plutarco a partir de seus escritos na Introdução do volume: Plutarco. "Da Malícia de Heródoto" (edição bilíngue). Estudo, tradução e notas de Maria Aparecida de Oliveira Silva. São Paulo: Edusp/Fapesp, 2013. Além de suas funções como sacerdote do Templo de Delfos, Plutarco também foi um magistrado em Queroneia e representou sua pátria em várias missões em países estrangeiros. Plutarco ocupava o cargo de arconte em seu município natal, provavelmente, apenas um projeto anual que, provavelmente, serviu mais de uma vez. Ele ocupou-se com todos os pequenos assuntos da cidade e realizava até as mais humildes tarefas. Os primeiros trabalhos biográficos escritos por Plutarco eram as vidas dos imperadores romanos, de Augusto a Vitélio. Destas, restaram apenas as Vidas de Galba e Otão. Das obras A Vida de Tibério e A Vida de Nero existem apenas fragmentos, fornecidos por Damáscio (A Vida de Tibério, cf. em sua obra Vida de Isidoro) e pelo próprio Plutarco (Vida de Nero, cf. Galba 2.1), respectivamente. Estes primeiras biografias dos imperadores foram provavelmente publicadas sob a Dinastia dos Flávios, ou durante o reinado de Nerva (r. 96–98).

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