Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições0
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas0
    • Leitores4
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Alma em fogo - Memórias de um militante político

    Aldo da Silva Arantes

    Anita Garibaldi
    2013
    492 páginas
    16h 24m
    ISBN-13: 9788572771412
    Português Brasileiro
    4.5
    3 avaliações
    Leram3Lendo0Querem1Relendo0Abandonos0Resenhas0
    Favoritos1Desejados1Avaliaram3

    As novas gerações, ao lerem Alma em fogo, vão conhecer episódios da história do Brasil contados sob o ãngulo do povo e por quem os viveu de perto; vão conhecer uma variedade das experiências, dos problemas e das soluções; mas vão conhecer sobretudo, como, no meio a tanta diversidade,por tempo tão prolongado e arrostando tantas dificuldades, se conseguiu não perder o rumo. Esse é o exemplo de Aldo Arantes. (Haroldo Lima, fundador da Ação Popular(AP).

    Estatísticas

    Avaliações

    4.5 / 3
    • 5 estrelas67%
    • 4 estrelas33%
    • 3 estrelas0%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Aldo da Silva Arantes profile picture

    Aldo da Silva Arantes

    Iniciou suas atividades políticas no movimento estudantil secundarista. Estudante de direito da PUC-Rio, foi eleito presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE) em julho de 1961. Iniciou a sua gestão no mês seguinte, em meio a uma grave crise nacional, gerada pela renúncia do presidente Jânio Quadros. Como presidente da UNE, viajou ao Rio Grande do Sul a fim de participar, ao lado do governador Leonel Brizola, da campanha da legalidade que visava garantir a posse do vice-presidente João Goulart, vetada pelos ministros militares. Na ocasião, a UNE organizou uma greve estudantil de repúdio à tentativa golpista dos militares e transferiu a sede da entidade para Porto Alegre. Em março de 1962, Aldo Arantes comandou a luta da UNE pela participação dos estudantes nos órgãos colegiados da administração das universidades, na proporção de um terço, com direito a voz e voto. Essa luta, levada a todo país por meio do Centro Popular de Cultura (CPC), criado durante sua gestão, e da caravana da UNE Volante, desembocou na greve nacional do 1/3, decretada em junho e encerrada em agosto. Durante a greve, a entidade organizou grandes manifestações públicas, entre as quais a ocupação por três dias do prédio do Ministério da Educação e Cultura, no Rio. Sua gestão marcou a ascensão, dentro do movimento estudantil, do grupo católico Ação Popular (AP), criado em maio de 1962. Teve importante atuação no combate à ditadura. Em 1968, foi preso em Alagoas pela repressão. Libertado seis meses depois, continuou clandestino. Em 1972, juntamente com a maior parte dos militantes da AP, ingressou no Partido Comunista do Brasil (PCdoB). Em dezembro de 1976 foi novamente preso, durante o desmantelamento da célula partidária que se reunia no bairro da Lapa, em São Paulo. Em julho de 1977, foi condenado a cinco anos de prisão. Permaneceu preso até agosto de 1979, quando foi beneficiado pela anistia decretada pelo presidente João Figueiredo. Após a ditadura, foi deputado federal por Goiás (PMDB) em 1982 e deputado constituinte em 1986. Filiou-se ao PCdoB em 1987. Foi eleito vereador de Goiânia em 1992. E novamente eleito deputado federal em 1994 e 2002. Foi candidato a senador em 2006. Atuou como secretário do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos de Goiás e hoje preside o PCdoB estadual.

    10 Livros
    0 Seguidor
    Goiás, Brasil

    Aldo da Silva Arantes