Eureka, 17 anos 🙄, nunca chora, nem mesmo no funeral de sua amada mãe, que morreu em um acidente. Eureka estava com ela naquele carro quando aconteceu. Mas então ela conhece Ander: O garoto misterioso que está em todos os lugares que ela vai, cujos olhos a tiram o fôlego. Então Eureka descobre coisas sobre seu futuro. Ela é a chave para a restauração e a destruição.
Sou grato por muitas coisas na vida, incluindo o fato de que a maior parte da ficção de YA é, de fato, ficção. Porque, felizmente, nem o meu destino e o do mundo nunca estarão nas mãos de um garoto adolescente que pensa com a cabeça de baixo. Ander tem que escolher entre salvar o mundo ou salvar Eureka. Adivinha o que ele escolhe?
Fico feliz que Eureka tenha falhas, mas não há nada em sua personalidade que me faça sentir empatia por ela, que me faça gostar dela, que a faça se destacar. Ela é sem graça e muito passiva. Eureka é uma amiga atroz e uma filha terrível. Quase me levantei do sofá e aplaudi quando seu melhor amigo, Brooks, finalmente a confrontou sobre suas asneiras. Não me incomoda que Eureka tente cometer suicídio, eu simpatizo com isso. Incomoda-me que ela não encontre nada na vida que valha a pena, nem seus amigos, ou seus velhos hobbies, nem sua família, exceto um garoto que ela só viu duas vezes.
A mitologia e o que era suposto ser o principal enredo - o destino misterioso de Eureka - foi ofuscado por uma grande quantidade de angústia, drama e grandes quantidades de triângulo amoroso e stalking.
Não é um livro ruim, mas é genérico, é previsível. Senti que a autora achava que ninguém seria tão inteligente quanto ela, ou ela realmente achava que a narrativa era imprevisível e tinha reviravoltas na história que chocariam os leitores. Assim como Fallen, não tenho interesse em ler os próximos livros e vou lindamente fingir que esse é um livro único. Trilogia Teardrop? Nunca nem vi.