I. C. Góes
Escritora em evolução, aprendendo sobre a arte de escrever, mas desde sempre apaixonada por livros, músicas e seriados.
Leitora compulsiva, escritora visceral que não se preocupa em agradar, apenas em criar as histórias de maneira que elas sejam críveis.
O que me define, até o momento, é esse texto de Mario Quintana:
"Eu sempre achei que toda confissão não transfigurada pela arte é indecente. Ah! mas o que querem são detalhes, cruezas, fofocas... Aí vai! Estou sem idade. Idades só há duas: ou se está vivo ou morto. Neste último caso é idade demais, pois foi-nos prometida a Eternidade.
Dizem que sou tímida. Nada disso! sou é caladona, introspectiva. Não sei porque sujeitam os introvertidos a tratamentos. Só por não poderem ser chatos como os outros?
Exatamente por execrar a chatice, a longuidão, é que eu adoro a síntese. Outro elemento da poesia é a busca da forma (não da fôrma), a dosagem das palavras."
Jornalista com mais de 20 anos de experiência em produção, edição e revisão de textos, matérias e audiovisual.