"'Se isso foi feito com tanta convicção, e se há uma justificativa ativa que satisfaz a todos, isso é sinal de que sabem alguma coisa que eu não sei' — eu pensava e me esforçava para assimilar aquilo. Mas, apesar de todos os esforços, não consegui aceitar o fato. E não o aceitando, não não capaz de ingressar no serviço militar, como queria antes. Não servi o exército, não servi em lugar nenhum e, como podem ver, não servi para coisa alguma."
Ou, lendo ontem mais cedo o texto jornalístico 'Observações sobre o direito de punir', de Clarice Lispector, acho uma citação de Pastoret que convém agora, após a releitura de Depois do Baile:
"Il n'y a personne qui, en entrent dans une societé civile, stipule de l'Etat qu'il le punira s'il commet quelque crime."