La esperanza es la última en morir - Un viaje al pasado

    Halina Birenbaum

    Museo Estatal de Auschwitz-Birkenau
    2015
    329 páginas
    10h 58m
    ISBN-13: 9788377040867
    Espanhol

    Halina Birenbaun es escritora, poeta, traductora. Nació en 1929 en Varsovia. De ninã vivió el infierno del gueto de Varsovia y de los campos de concentración: en Majdanek, Auschwitz, Racensbrück y en Neustadt-Glewe, de donde fue liberada en 1945. En 1947 emigró a Israel donde se casó y tuvo dos hijos. En sus numerosos encuentros con los jóvenes de Israel, de Polonia, de Alemania comenta las experiencias por las que pasó en los campos de concentración. En 1967 apareció su primer libro, La esperanza es la última en morir. Se ha traducido al inglés, al alemán, al francés, al japonés y al hebreo. En 1991 publicó su segundo libro: Regreso al país de mis antepasados, y después Cada día recuperado, Apelando a la memoria, tres libros de poemas: Incluso cuando río, No sobre las flores, Cómo se puede en palabras. Ha escrito numerosos artículos publicados en revistas de prestigio. Su obra es un testimonio de la memoria sobre el holocausto y al mismo tiempo una muestra de que los sentimientos más humanos, como la esperanza, el amor al mundo y a la vida en todas sus formas, son indestructibles. En marzo de 2001 el Consejo Polaco de Cristianos y Judíos le ortogó el título de "Persona de la conciliación 2001".

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    Nathálya Aparecida Ferreira08/03/2017Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Leitura vívida, espetacular e emocionante

    "La esperanza es la última en morir" é um livro de relatos sobre as memórias de uma jovem judia polaca durante o período de dominação nazista na Europa. A narração se inicia no momento em que a autora, seus pais e seus irmãos, veem suas tranquilas vidas na rua Nowiniarska, em Varsóvia, na Polônia, se cambiarem para períodos de tormentas e mazelas logo no início da ofensiva alemã ao país, através da Blitzkrieg. De modo explícito, Birenbaum nos conta como, a partir daquele momento, teve seu cotidiano, juntamente com o de seus amigos e familiares, bruscamente resumido a fugas e a mudanças constantes de residência devido as perseguições alemãs. Todas elas, motivadas por uma política de higiene racial. Emocionada, relata momentos como: o último instante em que viria seu pai; a persistência, a destreza e a tenacidade de sua mãe, fonte de inesgotável esperança; os momentos de esconderijo; sua captura; seus translados entre quatro campos de concentração; os momentos de tortura e, finalmente, o momento de sua libertação do campo de Neustadt-Glewe, em maio de 1945. Halina Birenbaum não restringe seus relatos apenas a si mesma, fala também sobre a vida e sobre o destino daqueles que eram ou se tornaram sua companhia mais próxima. A obra nos fornece registros históricos impressionantes: aborda desde os métodos e artimanhas de fuga dentro do Gueto de Varsóvia, até, por exemplo, o dia da visita da Cruz Vermelha em Auschwitz, mesclando a esses fatos toda a logística do sistema de triagem realizado pelo doutor Josef Mengele, até os últimos momentos de desespero das forças alemãs ante uma iminente derrota. À todos aqueles que nutrem uma sensibilidade ou, até mesmo uma curiosidade pelos árduos anos da Segunda Guerra Mundial sob a perspectiva do perseguido judeu, a leitura das linhas de Halina se faz de extrema importância e necessidade. No entanto, infelizmente, a obra ainda não recebeu sua tradução para a língua portuguesa.

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