Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas0
    • Leitores5
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Na Corda Bamba -

    Cacaso

    Bem-te-vi
    2004
    103 páginas
    3h 26m
    ISBN-13: 9788588747074
    Português Brasileiro
    2.5
    2 avaliações
    Leram3Lendo0Querem2Relendo0Abandonos0Resenhas0
    Favoritos0Desejados2Avaliaram2

    Escreve Heloisa Buarque de Hollanda no Prefácio: "Pois é este mesmo Cacaso [Antônio Carlos Ferreira de Brito] e seu livrinho, Na corda bamba, com cara de feito-em-casa, capa de papel pardo, dimensões reduzissímas, carregado de dedicatórias a amigos e ilustrado com desenhos de Pedrinho, seu filho com então 7 anos, que volta em surpreendente edição pelas mãos de José Joaquim Salles e da Editora Bem-Te-Vi. Conta José Joaquim que a releitura gráfica da edição artesanal do mini Na corda bamba foi um projeto acalentado por ele e por Cacaso, amigos de longa data, ainda em 1975, antes da minipublicação de 1978. Os dois chegaram a por a mão na massa e começar o novo projeto. Mas as mazelas e instabilidades da "vida de artista", parodiando nosso poeta, aliadas à sua morte prematura, interromperam a realização desta nova edição. Vinte e seis anos mais tarde, a saudade apertou e o antigo projeto saiu da gaveta de José Joaquim".

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover

    Estatísticas

    Avaliações

    2.5 / 2
    • 5 estrelas0%
    • 4 estrelas50%
    • 3 estrelas0%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas50%
    Antônio Carlos de Brito profile picture

    Antônio Carlos de Brito

    Foi um professor universitário, letrista e poeta brasileiro. Depois de viver no interior de São Paulo, mudou-se aos onze anos para o Rio de Janeiro, onde estudou Filosofia e, nas décadas de 1960 e 1970, lecionou Teoria da Literatura e Literatura Brasileira na PUC-RJ. Foi colaborador regular de revistas e jornais, como Opinião e Movimento, tendo, entre outros assuntos, defendido e teorizado acerca do cenário poético de seus contemporâneos, a geração mimeógrafo, criadores da dita poesia marginal, que ganhou publicidade com a antologia 26 poetas hoje, organizada por Heloísa Buarque de Hollanda, com quem Cacaso, em janeiro de 1974, escreveu o artigo "Nosso verso de pé quebrado", no qual fazem uma síntese das poéticas de então. Seus artigos estão reunidos em Não quero prosa, publicado em 1997. Com grande talento para o desenho, já aos 12 anos ganhou página inteira de jornal por causa de suas caricaturas de políticos. Antes dos 20 anos veio a poesia, através de letras de sambas que colocava em músicas de amigos como Elton Medeiros e Maurício Tapajós. Como poeta estreou em 1967, com o livro A palavra cerzida, que foi recebida com entusiasmo por José Guilherme Merquior, por representar junto de Francisco Alvim a primeira geração "pós-vanguarda". Em 1974, lança Grupo Escolar, pela coleção Frenesi, composta também dos livros Passatempo, de Chico Alvim, Corações veteranos, de Roberto Schwarz, Em busca do sete-estrelo, de Geraldo Carneiro, e Motor, de João Carlos Pádua. Cacaso une-se então a outros poetas, como Eudoro Augusto, Carlos Saldanha e Chacal (Ricardo de Carvalho Duarte), formando a coleção Vida de Artista, pela qual lançou Segunda classe (em parceria com Luiz Olavo Fontes) e Beijo na boca, ambos em 1975. Depois vieram "Na corda bamba" (1978), "Mar de mineiro (1982) e Beijo na boca e outros poemas (1985), que reunia uma antologia poética da obra do autor. Seus livros não só o revelaram uma das mais combativas e criativas vozes daqueles anos de ditadura e desbunde, como ajudaram a dar visibilidade e respeitabilidade ao fenômeno da "poesia marginal", em que militavam, direta ou indiretamente, amigos como Francisco Alvim, Helena Buarque de Hollanda, Ana Cristina César, Charles, Chacal, Geraldinho Carneiro, Zuca Sardhan e outros. No campo da música, os amigos/parceiros se multiplicavam na mesma proporção: Edu Lobo, Djavan, Tom Jobim, Toquinho, Olívia Byington, Sueli Costa, Cláudio Nucci, Novelli, Nelson Angelo, Joyce, Toninho Horta, Francis Hime, Sivuca, João Donato, Eduardo Gudin e muitos mais. Em 1987, no dia 27 de dezembro, o Cacaso é que foi embora, prematuramente. Um jornal escreveu: "Poesia rápida como a vida". Em 2002, veio a público Lero-lero, sua obra completa, incluindo, além dos livros citados, letras e poemas inéditos

    12 Livros
    25 Seguidores
    Minas Gerais, Brasil

    Antônio Carlos de Brito