Ninguém sabe direito como ou quando começou. O que se sabe é que, sem dúvida alguma, se consolidou meio que como uma palavra de ordem da atualidade. Não se trata apenas de nudez nua e crua, com o perdão do trocadilho. Nem do alarde que faz um corpo nu, por exemplo, em uma praia, ou em um site de sacanagem. Nada disso é novidade. O que é novo é o clamor popular, este grito que até então estava entalado na garganta do povo, sufocado pelo pudor excessivo, pelos códigos de conduta, pelas roupas. "Chega! Viva a revolução: manda nudes!"
