Devo admitir que esse livro não me agradou tanto quanto os outros, depois do desenvolvimento do livro 2 eu esperava muito mais desse, mas não foi entregue.
Eu demorei muito para terminar esse livro pois a história apesar de parecer rápida, estava muito maçante. Era como se não fluisse bem apesar de coisas estarem acontecendo o tempo todo.
Honestamente a unica coisa que salvou esse livro para mim foi o relacionamento da Ryn do Tyrrik que FINALMENTE evoluiu sem complicações. Eles mereciam ser felizes depois de tudo o que passaram, especialmente o Tyrrik.
A guerra progrediu, o último reino foi apresentado, a Ryn foi capturada pelo pai e finalmente fomos apresentados a verdadeira crueldade do imperador Drae e um vislumbre de seus planos para sua herdeira.
Mas obviamente, como todos sabiamos, a guerra chegou na porta do rei e apesar de ele quase matar todo mundo, a Ryn foi a pessoa a dar o golpe final e fatal (mais do que merecido, porém esperado).
E depois de quase acreditarmos que o Tyrrik tinha morrido, somos levados para um ano no futuro onde os Drae estão de reestabelecendo longe do resto do reino e onde Ryn e Tyrrik estão fazendo sua "casa" e a coisa toda fica mega mal explicada.
Honestamente eu esperava que a autora iria usar a situação para um final mega emocional com a Ryn conseguindo salvar o Tyrrik da morte certa e trazendo ele de volta e tudo sendo detalhadamente mostrado. Mas não. Ela preferiu mostrar eles decidindo se isolar e depois decidindo "voltar a vida" (já que eles fingiram as próprias mortes para ficarem em paz) e voltar a fazer parte do reino e da vida das pessoas que eles amam.
E o livro acaba em um epílogo muito bobo e engraçadinho, mas apesar de eu achar meio ruim para um final, meio que faz sentido para a Ryn, é o tipo de comportamento que condiz com a personalidade dela.