Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas3
    • Leitores536
    • Similares106
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    outono azul a sul - [poesia]

    calí boreaz

    Editora Urutau
    2018
    128 páginas
    4h 16m
    ISBN-13: 9788571050488
    Português Brasileiro
    4.2
    37 avaliações
    Leram57Lendo7Querem472Relendo0Abandonos0Resenhas3
    Favoritos8Desejados472Avaliaram37

    é travessia, clandestinidade(s), a partir de um lugar de erro entre os dois lados do Atlântico. desenhos de Edgar Duvivier e A. Martins-Ferreira. posfácio de João Almino. [caliboreaz.com] calí boreaz nasceu e viveu em Portugal, passou pela Romênia e está atualmente no Rio de Janeiro. 'outono azul a sul', seu primeiro livro, é um roteiro poético de 8 anos do seu exílio — desejado — no Brasil, tendo como protagonistas o ser desenraizado, e por isso mais atento e disponível para o espanto, o artista traindo o burocrata, o amante que não consegue habitar o amor. é autora também de 'tesserato', seu segundo livro de poesia, lançado em 2019/20 pela editora Caos & Letras no Brasil, e do conto 'islandeses', publicado na coleção Identidade vol. II pela Amazon Kindle em 2019. sobre os livros | livrarias | videopoemas | trilhas sonoras | podcast | revistas | crítica | agenda | bio: > www.caliboreaz.com ler 8 poemas do livro na Revista Palavra Comum: > palavracomum.com/8-poemas-de-cali-boreaz extensão fotonarrativa dos livros em: > instagram @caliboreaz encomendar o 'outono azul a sul': com a autora [autografado] > caliboreaz.com/p/encomendar.html com a editora > editoraurutau.com.br/titulo/outono-azul-a-sul ____________________ [ orelha do livro ] "Entre Lisboa e Rio de Janeiro, desponta um novo canto, herdeiro do vento, do desconcerto e do lírico. Assim é a poesia de calí boreaz, geografia do tempo, em seu instante forte e delicado. Uma estreia vigorosa, uma noite que grita, para dizer o mínimo." — Paula Fábrio [Prêmio São Paulo de Literatura 2013] "Belíssimo, outono azul a sul é como uma onda que nos arrasta desde a primeira linha até lugares impossíveis de prever. É tão raro encontrar um verdadeiro poeta." — Ana Teresa Pereira [Prêmio Oceanos 2017] "Ao se dar a conhecer em versos de paixão precisa, calí boreaz é a poesia e nela aponta novos sentidos. Rosa dos ventos que, colhida de abismos marinhos, exala perfume de “maresia distante”. Seguimos viagem. No rumo ou à deriva, que importa se são seus versos a nos soprar as velas?" — Francisco Azevedo [autor de O arroz de Palma, Os novos moradores, Doce gabito] ____________________ [ resenhas ] — por Daniel Maia-Pinto Rodrigues, poeta português \ Porto, jan. 2019 in REVISTA INCOMUNIDADE "Quando lemos um livro, é bem provável que nos apeteça encontrar qualquer coisa nunca antes escrita. E não a mesma sopa, onde as lamúrias e as satisfações são exactamente o mesmo, de tão caldeadas e requentadas de autor para autor. Será, talvez, mais fácil escrever assim, com as palavras já mornas e alinhavadas. Para os leitores que não gostam dessa sopa de letras, dessa irmandade mal-amanhada, aparece outono azul a sul, de calí boreaz. Livro com uma criação própria, outono azul a sul dá-nos – além desse privilégio da criação genuína – a ler imagens de belo recorte, ou de recorte belo. Insólito nas vezes suficientes, bem raciocinado, bem proporcionado em arrepios de quase agradáveis afastamentos, em amavios de luz e cor, leva-nos a fluir na leitura, a fluir e a divagar no tempo. Concorrem a isso filtros turquesa ou delíquios da cor entre as fracturas temporais; aprecio sobremaneira essa energia da calma que este livro reivindica. O espaço geográfico é tenso; uma peculiar tensão enamorada do Vago. A identidade treme, então, na justa medida que ganha força. A mim parece-me que a autora leva essa força para a sua poesia, esse refúgio sereno do vento, onde as recordações e o oblívio ceiam à mesma mesa. Ilustrações de elevado bom gosto acompanham o nível do livro. Eu, velho marialva de títulos caducos, tenho vindo a rejuvenescer com a qualidade literária das recentes autoras. Eis, neste livro, um excelente exemplo dessa qualidade. * — por Cíntia Moscovich, escritora brasileira \ Porto Alegre, mar. 2019 in GAÚCHA ZH "Lançado no final do ano passado em Portugal e no Brasil pela editora Urutau, o livro de poemas outono azul a sul marca a estreia de calí boreaz na literatura. Ilustrado por dois artistas plásticos, um brasileiro e um português, Edgar Duvivier e António Martins-Ferreira, o livro reúne — literalmente — o melhor de dois mundos. Com poemas curtos ou muito curtos (como em avião: "na asa azul da saudade / de cá e de lá"), calí tem a brejeirice e a luz das praias cariocas aliadas a um profundo rigor lexical, com a elegância sempre tão cara aos autores lusos. Nascida em Portugal, a autora decidiu aventurar-se pelo mundo, estudando tradução na Romênia e, depois, no Rio. Essa alma viajante, que ela revela na abertura do livro, resulta em belas e desconcertantes imagens ("converso com versos com o mar que mora entre o Rio de Janeiro e Lisboa, ambas cidades alaranjadas. De tanto olhar o mar, meus olhos se tornaram navios"). O mar, imagem recorrente, assume importância e movimentos diversos, como em marenitude: "moreno mar que me chamas, com sussurros mil / de sereias, à viagem descobridora, / como esquecer a delícia o espanto dessa / hora areia horizonte distante de / canela e caril"). Com um tom feminino — e o "feminino", aqui, quer dizer o aguçamento dos sentidos, um olhar atento e perspicaz, uma riqueza de sentimentos em que o materno e o fraterno se embaralham —, a poeta abraça uma temática reflexiva, sem abrir mão da ironia, como quando conta da noite em que escutava Cartola no Youtube e na qual pensou: "olha: estar convencida / de algo é grande coisa, / eu que, assim, nem convencida estou / de que viver é a coisa certa / a se fazer neste mundo". Poeta vigorosa, que se esquiva do tom de lamúrias, optando por um texto em que prefere ser protagonista a testemunha, calí boreaz estreia em ótimas companhias. Seu outono azul a sul mereceu posfácio de João Almino, diplomata e imortal da Academia Brasileira de Letras, e orelha da escritora portuguesa Ana Teresa Pereira e dos escritores brasileiros Paula Fábrio e Francisco Azevedo. Bem-vinda a bordo, poeta." * — por Fernando Sousa Andrade, poeta e crítico literário brasileiro \ Rio de Janeiro, fev. 2019 in REVISTA MALLARMARGENS "outono azul a sul de calí boreaz faz do fluxo cativante das palavras-fotos uma linha poética entre geografias do (perto-longe) afeto. [...] A poeta calí boreaz, em seu primeiro livro de poemas, outono azul a sul (editora Urutau), estabelece deslizamentos entre posições não fixas de olhar o entorno. Se temos nossa memória como uma bagagem de mão, é quase como dizer que o lápis é seu gancho, sua força motriz para lembrar-escrever. A poeta narra seus poemas sempre de um ponto flutuante do eu. Ela não está no norte em Portugal, sua latência poética talvez sim. Mas é como uma bagagem-câmera que calí traria para o sul, para a transfiguração dos quadros, para a mudança da paleta do outono de lá-saudade para o azul dos trópicos — para a poeta se colocar, não como pessoana, mas, sim, como Bergson; o filósofo já estudou o que faz o tempo com relação à personagenalidade, e nem aqui falo de máscaras muito matizadas pelo estudo do teatro. calí não personifica o estar aqui na praia de Ipanema coletando rolleiflex emocionais de um pôr-do-sol no posto nove. Sua musicalidade é deslocante do ponto de vista da observação, como se o eu falasse — não de um observatório astronômico do tipo Palomar, em que Italo Calvino descreve em camadas a realidade das coisas em focos cada vez mais infinitesimais — mas, sim, de um falar-canção do próprio transcurso da poeta entre veia biográfica e mimetização do mundo circundante. Muito apegado a insights fotográficos que seriam quase corpos-de-filmar, momentos sensoriais cotidianos deslizando e deslocando seu corpo-câmera para relações espaciais entre lá-e-cá, o afeto na poeta não tem ponto nenhum de referência, ele é aglutinante de tudo que encontra e agarra-se para foco e espaço de afecção." + crítica ao livro: > caliboreaz.com/p/critica.html

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover

    Similares (106)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (3)Ver mais
    Krishnamurti Góes dos Anjos picture
    Krishnamurti Góes dos Anjos07/03/2019Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Um florescimento poético

    Fernando Pessoa escreveu: “Afinal, a melhor maneira de viajar é sentir. / Sentir tudo de todas as maneiras. / Sentir tudo excessivamente”. E como conceber Portugal sem seus eternos viajantes que se fazem presentes em tantos e tão variados pontos do globo a espalhar justamente o seu sentir tão peculiar e característico? Impossível. A Editora Urutau acaba de publicar uma coletânea de poemas muito interessante da senhora calí boreaz. O título da obra é “Outono azul a sul”. Sobre a jovem autora é interessante saber que nasceu no outono, em Portugal. De origem parte do Ribatejo, parte da Beira Baixa, estudou Direito em Lisboa em meio às noites de fado, depois aventurou-se a leste, viveu um tempo em Bucareste, onde estudou Língua e Literatura Romena, e também Tradução Literária e acabou por atravessar o Atlântico rumo ao sul, para viver no Rio de Janeiro, onde hoje se entrega também ao estudo e ao ofício do Teatro. Muito bem. Na abertura da obra deparamo-nos com seu “Mote”. Poema “norte atlântico sul” que em verdade funciona como ideia básica, anteposta ao início do projeto poético da autora. Ali um dos motivos centrais da obra. “vim ao mundo em novembro, a norte. sempre me soube outono, mas esse outono que vem do norte cai de repente azul a sul, se descobre, em espanto, primavera também, e nesse vai e vem ainda estou juntando a folha e a (possível) flor.” Aí temos geografia e estações / Espaço e tempo. O ser nascido a norte – Portugal – “sempre se soube outono”, que é a estação a suceder o verão e antecede o inverno. Aquele meio termo caracterizado pela queda da temperatura, e pelo amarelar e queda das folhas das árvores, que indica a passagem de estações. Mas eis que, descobre-se, de repente, azul a sul – Brasil, em plena época em que ocorre o florescimento de várias espécies de plantas. Primavera. Portanto, é período em que a natureza expõe-se em toda sua beleza, presenteando-nos com flores coloridas e perfumadas. A função deste florescimento, como se sabe, é o início da época de reprodução de muitas espécies de árvores e plantas. Assim a poeta em seu percurso de vida. Os trópicos sempre de vida estuante, e calí está assim, jovem, a florir poesia, a desabrochar vivências, a florescer sensações novas e insuspeitadas, a germinar novos sentido na vida que escolheu, e a ofertar-nos as flores de sua poética. O peito lusitano de novo, mais uma vez e sempre, volve ao Brasil. História de amor antiga esta... No prólogo lemos um único parágrafo em prosa poética: “caiu uma flor no meu colo. caiu. quem assistisse diria que se espatifou, se machucou, eu sei”... “vou fazer essa folha virar azul, sem pintar de dentro pra fora, vem que no caminho te conto”... E então o leitor encontra os “poemas caindo”, cada um deles (em número de 28) a contar de tantas e tantas vivências e sentimentos. Em “o som cinza”, um metapoema, lemos: ... “porque nele / eu dizia o indizível / aquilo que nem o poema permite / mas que talvez eu gostasse / que marcasse / de um jeito clandestino / um pedacinho do mundo // talvez os seus olhos / que eu sei que leriam / e eu jurando que não. // tem um tracinho aqui na tela / marcando ainda o compasso / o batimento cardíaco / do vácuo ansioso / não sabe que o poema já acabou”..., e ao final lemos: “o que seria de mim / sem a taquicardia sul-americana”. Mas quem pensar que a poeta simplesmente substituiu mecanicamente hemisférios, continentes ou países, engana-se. Ela já não pertence a este ou aquele lugar: “não aterrisso em brasileiro, não aterro em português. vou-voo nos pólens da língua-poesia, que me solta. aqui estou. / e não me vês. A poeta segue no convívio de saudades, ou constatando que “entre observar o mundo e viver o mundo / há um frágil quase etéreo espaço, / assim mais ou menos quanto cabe na ausência de um abraço”. Ela ouve Cartola no youtube, em pelo Jardim Botânico do Rio de Janeiro e sonha que a Terra demorará mais um segundo em certa noite para dar uma volta completa sobre si mesma. Um segundo, apenas um segundo a mais, o tempo suficiente para que os “genomas humanos” possam nascer noutra ordem. Surpreende o leitor ao escrever um Post scriptum tão carinhoso ao cabo de um poema (que chega a nos causar inveja do ser amado): “este domingo / passa lá no posto 5 / para eu te ver passar / vou estar lá na areia / a 20 passos da linha do atlântico / com os pés firmes / no magma azul / pulmões expandidos para a avalanche / quântica de oxigênio / de binóculos / ou de telescópio / só para te ver passar / no equilíbrio ótico / de te encontrar entre milhões / de meteoros secundários / e depois, o mundo / o calendário o mar os luzeiros / talvez se entendam / vou estar lá na areia / para te ver passar”. Ainda nessa primeira parte do livro encontramos o belíssimo poema que é “sublimação”. Veja-se o profundo sentido que a poeta empresta ao verbo. Com efeito, as mudanças de ambiência favoreceram o crescimento pessoal da autora, a quebra de paradigmas, o questionamento em prol de uma resolução existencial. Ela escreve com o anseio da vida pois assume o risco que devemos desenhar com o peito aberto. Dar um passo em direção ao desconhecido é um risco, é verdade, mas para quem realmente vive, e quer trilhar a senda literária não há escolha senão lançar-se em descoberta. Aprecie-se se não constitui este poema uma verdadeira floração de maturidade. “eu sou a intérprete das canções perdidas / a capa dos romances amachucados / o trilho interrompido do trem desesperado / sublimado em perfume de uma tragédia antiga / eu sou o ser que ama sem ser amado / o ser último e primeiro da Terra / de mim nascem todos os papéis penetrados por poemas / todas as serenatas e todas as guerras e todos os lemas / todos os exageros e todos os segredos / todos os medos e todos os nervos / tudo o que chora e que demora ou é de repente / todos os erros e acertos são meus / e amo meu amor ausente com o mesmo desapego de um deus / (eu sou o dia em que eu não mais direi eu sou)”. Mas não para aí seu germinar poético. Temos no volume outros capítulos intitulados: “Intervalo a norte”, “O relento de dentro”, “Epílogo” e “Cenas da próxima estação”, a atestar que houve um projeto muito bem pensado e urdido na confecção dessa obra. Finalmente, um belo Posfácio escrito pelo escritor e diplomata João Almino. Cali boreaz, tem recebido apreciações críticas ao seu trabalho, bastante favoráveis: A escritora Paula Fábrio, escreve que a obra é uma verdadeira “geografia do tempo, em seu instante forte e delicado”. Ana Teresa Pereira delimita “uma onda que nos arrasta desde a primeira linha até lugares impossíveis de prever.” Francisco Azevedo pergunta-se: “Seguimos viagem. No rumo ou à deriva, que importa se são seus versos a nos soprar as velas?" E finalmente o poeta português Daniel Maia-Pinto Rodrigues faz talvez a mais justa observação sobre essa obra: “O espaço geográfico é tenso; uma peculiar tensão enamorada do vago. A identidade treme, então, na justa medida que ganha força. A mim parece-me que a autora leva essa força para a sua poesia, esse refúgio sereno do vento, onde as recordações e o oblívio (esquecimento) ceiam à mesma mesa.” Aguardamos com ansiedade novas produções da autora que em livro de estreia, demonstra vocação, habilidade e disposição para versejar sobre as tantas e tantas estações da vida. Nos leitores, ainda colheremos além de flores, bons frutos. Por certo. Livro: “Outono azul a sul”, Poesias de cali boreaz, com ilustrações de Edgar Duvivier, e António Martins-Ferreira. Editora Urutau, Bragança Paulista - SP, 2018, 128p. ISBN 978-85-7105-048-8 Link para compra e pronto envio do livro: http://editoraurutau.com.br/titulo/outono-azul-a-sul Em tempo: A autora também produziu alguns vídeos-poemas lindos disponíveis em: http://www.caliboreaz.com/p/videopoemas.html?fbclid=IwAR1pwEQI_2Y-yhf-enAcRXF4jyAAKDwTShPtBe9qa8Noh3HrkUZk2dc1XRE

    58 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.2 / 37
    • 5 estrelas54%
    • 4 estrelas22%
    • 3 estrelas16%
    • 2 estrelas3%
    • 1 estrelas5%
    calí boreaz profile picture

    calí boreaz

    calí boreaz nasceu em Portugal, onde estudou Direito, em Lisboa, em meio às noites de fado e flamenco. Viveu em Bucareste, na Romênia, onde estudou língua e literatura romenas e tradução literária. No virar de 2009 para 2010, atravessa o Atlântico rumo ao sul para viver no Rio de Janeiro, onde se entrega ao estudo e ao ofício do teatro. Na literatura, traduziu do romeno os romances 'O regresso do hooligan' [ed. ASA, Portugal], de Norman Manea, e 'Lisboa para sempre' [ed. Thesaurus, Brasil], de Mihai Zamfir. Seu primeiro livro, 'outono azul a sul' [ed. Urutau, Portugal & Brasil, 2018], é um relato poético do exílio e da clandestinidade, e tem posfácio de João Almino e desenhos de Edgar Duvivier e António Martins-Ferreira. Integra a coleção Identidade vol. II da Amazon Kindle [2019] com o conto 'islandeses'. Seu segundo livro, 'tesserato' [ed. Caos & Letras, Brasil, 2019/20], é uma reunião de tentativas poéticas acerca da suspensão e do deslocamento na imobilidade. Seus textos têm aparecido também em várias revistas literárias brasileiras, portuguesas, galegas e mexicanas, bem como em exposições de Portugal e da Índia. casas virtuais: www.caliboreaz.com | instagram, facebook, twitter, soundcloud: @caliboreaz

    3 Livros
    12 Seguidores

    calí boreaz