Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas2
    • Leitores5
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Tudo no Mínimo - Antologia do Miniconto na Bahia

    Aleilton Fonseca, Roberval Pereyr, Antônio Lopes, Antônio Torres, Cyro de Mattos, Domingos Ailton, gustavo felicíssimo, Helena Parente Cunha, krishnamurti Góes dos Anjos, Lima Trindade, Luís Pimentel, Mayrant Gallo, Ulisses Góes

    Mondrongo
    2018
    126 páginas
    4h 12m
    ISBN-13: 9788593552847
    Português Brasileiro
    4
    2 avaliações
    Leram3Lendo2Querem0Relendo0Abandonos0Resenhas2
    Favoritos0Desejados0Avaliaram2

    Esta Antologia foi inspirada por uma Mesa em torno do miniconto na Bahia, na atualidade, proposta e realizada pela FLIFS – 11ª Feira do Livro – Festival Literário e Cultural de Feira de Santana (2018), coordenada pela Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) e parceiros. A Mondrongo, que vem marcando presença em edições sucessivas da FLIFS, abraçou com entusiasmo a sugestão dos organizadores da Antologia, Roberval Pereyr e Aleilton Fonseca, professores da UEFS e componentes da referida Mesa, ao lado do escritor Luís Pimentel. Com esta publicação, a Mondrongo oferece ao público leitor uma obra abrangente e que certamente será uma referência para os estudiosos da produção ficcional baiana, na contemporaneidade.

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (2)Ver mais
    Krishnamurti Góes dos Anjos picture
    Krishnamurti Góes dos Anjos08/02/2019Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    UM DOS MINICONTOS (que por sinal é o meu)

    Sonata de Simone Krishnamurti Góes dos Anjos “Os sonhos mais lindos sonhei, de quimeras mil um castelo ergui”... Fera ferida... “bem que se quis, depois de tudo ainda ser feliz”... No bar, tablado de mesas e cadeiras. Uma cerveja. Solidão incrustada faz-lhe companhia a cada segundo. Alguém chumbadamente acompanhada, o observa numa deselegância discreta de olhar. Dois copos solidários na mesa de lá. Na outra copo suado solitário. Olhares tangenciando-se novamente. Ninguém atende, ninguém chama, deixá-la em paz é o melhor. Esquece, voltando a olhar só mais uma vez... mas tá com um cara caraio! Imagina e desatina descrente da correspondente. Uma aventureira. Intenções vandálicas aventadas. Também não sabe se é. Geraldo Azevedo na caixa de som insiste que o olhar brilha qual estrela matutina... Isto parece o quê meu Deus? Esta mulher tá a fim de me sacanear é? Ou a gente quer se encontrar? Se ao menos pudesse ouvir o coração... O coração – na letra da música -, é triste como um camelo, frágil que nem brinquedo. Olhares insistem no triângulo amoroso etílico. 3 copos depois, entremeados de olhares, oceanicamente e calculadamente, ela levanta-se e vai até ele. Um amofinamento, desejo de correr, não parar, não pensar. Colado na cadeira. Você tem uma caneta? Lápis. Serve. Anota algo em um guardanapo. Como se chama? Simone. Escritor? Desesperadamente eu sei... transo teatro. Pára de escrever. O olhar dela estuda-o, ele devora-a. A música aliciando... “você me tem fácil de mais”... trocam palavras e ela vai tecendo outra música. Ele tentando uma Letra. Pernas lindas. Um pedaço de qualquer lugar, cheiro feminino, cheiro de mulher. Se você vier comigo... já vai? Cedo! Fugaz. Já não posso estou com um amigo. Te prometo a lua, se for lua cheia. E se for minguante? À míngua? Sim. Será sua. Mesmo? Verdade. Me ligue. Tchau. Um beijo com cheiro de botão de laranjeira excita o desejo do encontro da sede com a laranja. Se esvai deixando-o emprenhado de promessas de olhar e o guardanapo com os números do telefone. Mais tarde, a frieza da voz metálica computadorizada da companhia telefônica informa laconicamente. Número inexistente. Número i-ne-xis-tem-te... e...não...tem...ma...is..na...da...negro...amor.

    20 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4 / 2
    • 5 estrelas50%
    • 4 estrelas0%
    • 3 estrelas50%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Aleilton Santana da Fonseca profile picture

    Aleilton Santana da Fonseca

    Aleilton Fonseca nasceu em Itamirim, hoje Firmino Alves, Bahia. É poeta, ficcionista, ensaísta e professor universitário. Em 1977, começa a publicar contos e poemas no Jornal da Bahia, de Salvador, tendo vencido 3 vezes o seu Concurso Permanente de Contos. Publica também no suplemento A Tarde/Novela, do jornal A Tarde. Em Ilhéus passa a assinar a coluna "Entre Aspas", no Jornal da Manhã. Ainda neste ano, vence um prêmio de contos da Editora Grafipar, do Paraná, além de outros locais. Em 1979, ingressa no curso de Letras da UFBA. Organiza seu primeiro livro de poemas, que recebe Menção Honrosa no concurso Prêmios Literários Universidade Federal da Bahia. Em 1984 ingressa, como professor, no curso de Letras da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, transferindo-se para a cidade de Vitória da Conquista. Publica o livro de poemas, O espelho da consciência. Em 1988, especializa-se em Literatura brasileira, ao ingressar no Mestrado em Letras, na Universidade Federal da Paraíba. Em 1992 defende tese de mestrado, sobre música e literatura romântica. Em 1997, defende a tese de doutorado intitulada: “A poesia da cidade: Imagens urbanas em Mário de Andrade”, que sairá em livro proximamente. Ainda em 1996 retorna a Salvador, onde fixa residência. Concorre ao "Prêmios Culturais de Literatura" da Fundação Cultural do Estado da Bahia, com o livro Jaú dos Bois, que fica entre os vencedores (3o Lugar) e é publicado pela Relume Dumará, em 1997. Em 1998, funda, em parceria com Carlos Ribeiro e outros escritores, Iararana – Revista de arte, crítica e literatura, periódico de divulgação da geração 80. Em 1999, transfere-se para a Universidade Estadual de Feira de Santana, integrando-se ao grupo fundador do curso de Pós-Graduação em Literatura e Diversidade Cultural (PPgLDC), tendo já orientado várias dissertações concluídas. Em 2003 leciona, como professor convidado, na Universidade de Artois (França). Neste ano e nos seguintes faz palestras nas Universidades: Sorbonne Nouvelle, Nanterre, Artois, Rennes, Toulouse Le Mirail (França) e ELTE (Budapeste). Tem participado de diversos eventos universitários e culturais em vários estados do país. Em 2001 publica o livro de contos O desterro dos mortos. Nesse ano recebeu o Prêmio Nacional Herberto Sales – Contos, da academia de Letras da Bahia, com o livro O canto de Alvorada, publicado em 2003,com 2ª edição em 2004, pela Editora José Olympio. Em 2005 co-organiza (com o escritor Cyro de Mattos), o livro O triunfo de Sosígenes Costa: estudos, depoimentos, antologia (Ilhéus: Editus; Feira de Santana, UEFS Editora, 2005.), que recebeu o Prêmio Marcos Almir Madeira 2005, da União Brasileira de Escritores-RJ. Em 2009 completou 50 anos e foi homenageado pelo Lycée des Arènes, em Toulouse-França, com uma exposição de trabalhos de alunos sobre seu livro Les marques du feu. Na Bahia foi homenageado pelo IL-UFBA. Neste mesmo ano, seu romance Nhô Guimarães foi adaptado para o teatro e encenado em Salvador e outras cidades. É correspondente da revista francesa Latitudes: cahiers lusophones. Desde 2005, pertence à Academia de Letras da Bahia, ocupando a cadeira nº 20. É membro da UBE-São Paulo e do PEN Clube do Brasil.

    15 Livros
    13 Seguidores
    Bahia, Brasil

    Aleilton Santana da Fonseca