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    Animal Farm - e-book

    George Orwell

    Biblos
    2020
    93 páginas
    3h 6m
    ISBN-10: B07DJ9YLG5
    4.3
    189784 avaliações
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    The most famous by far of all twentieth-century political allegories, Animal Farm is the account of a group of barnyard animals who revolt against their vicious human master, only to submit to a tyranny erected by their own kind, can fairly be said to have become a universal drama. Orwell is one of the very few modern satirists comparable to Jonathan Swift in power, artistry, and moral authority; in animal farm his spare prose and the logic of his dark comedy brilliantly highlight his stark message. Taking as his starting point the betrayed promise of the Russian Revolution, Orwell lays out a vision that, in its bitter wisdom, gives us the clearest understanding we possess of the possible consequences of our social and political acts. Since its publication in 1946, George Orwell's fable of a workers' revolution gone wrong has rivaled Hemingway's The Old Man and the Sea as the Shortest Serious Novel It's OK to Write a Book Report About. (The latter is three pages longer and less fun to read.) Fueled by Orwell's intense disillusionment with Soviet Communism, Animal Farm is a nearly perfect piece of writing, both an engaging story and an allegory that actually works. When the downtrodden beasts of Manor Farm oust their drunken human master and take over management of the land, all are awash in collectivist zeal. Everyone willingly works overtime, productivity soars, and for one brief, glorious season, every belly is full. The animals' Seven Commandment credo is painted in big white letters on the barn. All animals are equal. No animal shall drink alcohol, wear clothes, sleep in a bed, or kill a fellow four-footed creature. Those that go upon four legs or wings are friends and the two-legged are, by definition, the enemy. Too soon, however, the pigs, who have styled themselves leaders by virtue of their intelligence, succumb to the temptations of privilege and power. "We pigs are brainworkers. The whole management and organisation of the farm depend on us. Day and night, we are watching over your welfare. It is for your sake that we drink that milk and eat those apples." While this swinish brotherhood sells out the revolution, cynically editing the Seven Commandments to excuse their violence and greed, the common animals are once again left hungry and exhausted, no better off than in the days when humans ran the farm. Satire Animal Farm may be, but it's a stony reader who remains unmoved when the stalwart workhorse, Boxer, having given his all to his comrades, is sold to the glue factory to buy booze for the pigs. Orwell's view of Communism is bleak indeed, but given the history of the Russian people since 1917, his pessimism has an air of prophecy.

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    Fábio Godói picture
    Fábio Godói15/02/2013Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Quatro pernas bom, duas pernas ruim!

    A Revolução dos Bichos, escrito na época da Segunda Guerra Mundial, ataca de forma alegórica o modelo soviético sob a ditadura de Stalin. Dessa maneira, cria-se um retrato muito fiel, por meio dos bichos, do que ocorre de fato na tentativa de implantar o comunismo. Um leitor distraído pode pensar que se trata de um livro infantil e de fato, a engenhosidade de George Orwell é tamanha que, além de ser uma denúncia do que ocorre na União Soviética, também pode ser encarado como uma história lúdica. Tudo começa quando os animais, cansados de serem explorados pelos donos, ouvem um discurso de um velho porco, Major. A turba se encanta com suas palavras, as quais, não haveria mais exploração, nem escassez de comida e todos os ideais igualitários, que se sabe das teorias socialistas. Nesse ponto, vemos que os ideais igualitários sempre conquistam muitos adeptos, principalmente os que vivem explorados, sem instruções, que aceitam as falácias de outrem, que expõe seus grandes sonhos. Nesta fábula, como na História, vemos que “ninguém jamais toma o poder com a intenção de largá-lo. O poder não é um meio, é um fim em si. Não se estabelece uma ditadura com o fito de salvaguardar uma revolução; faz-se a revolução para estabelecer a ditadura” (Orwell, 2009, p. 254). Após conseguirem a revolução, e expulsarem os homens, o porco Napoleão, o Stalin do livro, assume o poder e expulsa Bola-de-Neve, que representa Trotski. Orwell não esquece nenhum pormenor, poupando complexidade, Lênin não entra na história, mas não se esquece das músicas, das manipulações estatísticas dos resultados, da exploração, da desigualdade entre os que mandam e os que obedecem, dos mandamentos que todos devem seguir etc. Vale dizer, que o livro foi publicado muito antes de Nikita Khrushchev desmascarasse o facínora Stalin, cujo processo ficou conhecido como desestalinização. A história do livro e principalmente a história mundial, nos mostra que homens e porcos ficam indistinguíveis. Com a capa do igualitarismo, criaturas corruptas vão enganando os trabalhadores com promessas de igualdade e fraternidade, todavia quando chegam no poder, essa capa cai e comprovamos que todos os bichos são iguais, mas alguns bichos são mais iguais que outros. (Orwell, 2010, p. 90) ORWELL, G. 1984. São Paulo: Nacional, 2009. 277 p. ______. A Revolução dos Bichos. São Paulo: Companhia das Letras, 2010. 152 p.

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