"o feminino eu não o feminino no meu corpo não o feminino e agora talvez então passem vigias a fome mas nada caiba tudo passe e se nada coubesse tudo em meu corpo passasse não falaria daquilo que estreita paredes esse sangue debaixo das unhas correria: égua que sempre se manteve presa e se dá conta o filete de sangue nas gengivas ana cristina em outros tempos ouviríamos flautas anunciando o fim do corpo o fim do eu um fenômeno bestial um pescoço sem mãos que o sufoquem o largo de um caminho que não finda que nem mesmo tem por onde começar em outros tempos ouviríamos flautas hoje não – silenciam ou esperam"

