“‘A porta do médico nunca deve estar fechada; a do padre deve estar sempre aberta.’” Pág. 15
Este livro é composto por 19 adaptações da autora para várias histórias, algumas famosas, outras nem tanto... A maioria são histórias menos famosas de autores bem conhecidos, e algumas são histórias que eu não conhecia mesmo.
Temos algumas lendas que não se sabe a autoria, mas são atribuídas a culturas chinesas, japonesas ou brasileiras. Estas lendas sempre ensinam valores importantes, e estão entre as que mais gostei no livro. Valorizam temas como família, trabalho e gratidão.
Entre as histórias mais conhecidas, estão duas de atores que eu adoro: Sir. Arthur Conan Doyle, com uma adaptação de um dos contos de Sherlock♥ e Hans Christian Handersen que sempre traz contos maravilhosos e divertidos.
O primeiro conto do livro - “Um benvindo Monsenhor” -
está entre os que mais gostei, é uma adaptação dos primeiros capítulos de “Os Miseráveis”, que é um dos clássicos que mais quero ler. Uma história sobre pobreza, preconceito e segundas chances. Adorei conhecer um pouco da famosa história clássica.
Outra história que me conquistou também foi: “Três perguntas” do Liev Tolstói, uma lenda sobre um rei que aprende grandes lições com um modesto sábio.
Por fim, temos um conto da própria autora - “Para que servem os poetas”. A autora usa no texto citações a outros poetas famosos. É uma história de amor e eu adorei a narrativa da autora.
Eu vi este livro no site da Editora, adorei a ideia dele e resolvi comprar. Adorei o livro, achei a edição da Editora Coerência lindíssima, nos remete a algo vintage, as histórias são bem curtinhas e dá pra ler de uma só vez.
“Há somente um momento que é importante, o agora! Agora é a hora mais importante porque é o único instante em que temos algum poder. O homem mais necessário é aquele com quem se está, pois não sabe se voltará a encontrá-lo. E o assunto mais importante… ora, é fazer o bem para ele. Pois saiba, meu rei, que foi com esse propósito que o homem foi enviado para essa vida.” Pág. 58