The Witcher: Os Filhos da Raposa

The Witcher: Os Filhos da Raposa



Resenhas - The Witcher: Os Filhos da Raposa


4 encontrados | exibindo 1 a 4


Carol 30/01/2021

Gostei muito.
Mais uma vez uma ótima aventura do Bruxo Geralt de Rívia.

A arte melhorou muito comprada com o primeiro volume, mas gostei mais ainda da terceira HQ que ficou mais parecida com o jogo.
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Lucas Viapiana 19/04/2020

Primeiro vamos dar conta do elefante na sala: “Filhos da Raposa” é uma tradução horrível. A entidade-raposa é feminina e só tem filhas mulheres, bastava ler a história para ver que isso está mais do que claro. O título original é “Fox Children”, que literalmente significa “Crianças da Raposa”, não especificando se são filhos, filhas, ou ambos. Pode ser que os tradutores tiveram a interpretação de que “todos são filhos da raposa”, por ela ser uma entidade infinitamente mais antiga, sábia e poderosa do que a raça humana, de fato quase divina. Mas isso é uma leitura interpretativa e não algo explicitado na narrativa. Pode valer para alguns leitores e pode não valer para outros.

Agora vamos para a análise da obra de fato:

Como nas outras HQs de The Wtcher, a arte, as ambientações, os cenários e as personagens são impecáveis. A gente realmente se sente viajando naquele mundo ao lado de Geralt e seus companheiros. Companheiros aqui que roubam a cena, especialmente Addario Bach, um anão que embora seja a síntese de todos os clichés sobre anões de mundos fantásticos, de alguma forma consegue ser extremamente carismático. Dúrion, um guerreiro que quase não fala, e Janessa, uma arqueira e mensageira misteriosa também são bem interessantes, embora não apareçam tanto. Como sempre, ótimos diálogos, principalmente os de humor.

A narrativa em si é meio fraca. Dá a sensação de que se Geralt não estivesse lá, não faria a menor diferença. Parece que nada realmente acontece, no sentido de que as decisões das personagens não influenciaram em nada. Além disso, há alguns pequenos acontecimentos que ocorrem duas vezes e a sensação é de que voltamos páginas (por exemplo, personagem A cai numa armadilha, dez páginas depois personagem B cai numa armadilha quase idêntica). Pode ser que isso seja intencional, para dar a ideia de que o lugar/situação da história são inescapáveis, de que tentar fugir só resulta em um movimento circular de retorno ao início. Mesmo assim acho que é um elemento mais negativo do que positivo e faz a qualidade da obra cair um pouco.

Confesso que fiquei mais empolgado com oito páginas do epílogo do que com a história principal em si.



site: https://bibliotecadavolnania.blogspot.com/
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Raphael 07/09/2018

A melhor HQ do The Witcher que li até agora
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Carlão 18/05/2018

Os filhos da raposa
Prosseguindo com as aventuras de Gerald de Rivia nas HQs, com os desenhos execelente de Joe Querino e roteiros de Paul Tobin, vemos nosso querido bruxo em companhia do anão Addario em uma viajem até Novigrad.

A viagem aparentemente está tranquila, mas ao ambarcarem em um navio, descobrem que a tripulação detém um segredo relacionado as Vulpess (mulheres raposas) que pode ameaçar a vida de todos ali embarcados.

Na minha opinião este encadernado supera o primeiro, ambos lançados pela editora Pixel, em relação a narrativa e arte, Gerald continua com aquela simpatia de sempre, e a mitologia desse vasto universo de The Witcher é um pouco mais ampliada e aprofundada, seja em relação as lugares visitados e aos monstros confrontados.
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