Astronauta: Assimetria

Astronauta: Assimetria


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Resenhas - Astronauta - Assimetria


9 encontrados | exibindo 1 a 9


Fills 09/02/2017

Achei mais legal do que o segundo volume do personagem. A história envolve universos paralelos e entidade cósmica. O Danilo Beyruth prestou homenagem com esse quadrinho ao lendário Jack Kirby. Não vejo muita grandiosidade no roteiro, mas a arte do Danilo Beyruth é fabulosa, e com uma colorização que ajuda bastante também na beleza da arte. As primeiras páginas e as finais são o auge da história, deixando a gente curioso pra ver o que vem pela frente.

Agora abrindo um parêntese quanto ao material em si: que qualidade FODA que estão fazendo nessa linha MSP hein! Absurdo! O papel é um couché bem espesso. Os extras são legais e há sempre uma introdução que deixa o leitor entusiasmado. Você fica querendo ter tudo da MSP mesmo com a qualidade da história não agradando tanto, deixando a desejar...
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Marieliton 18/02/2017

Ficção científica de primeira
O Astronauta está passando um período de férias após sua última missão no espaço. Mas um reencontro com alguém do passado fará com que ele perceba que aquele mundo já não o pertence. Ele sente que apenas no espaço é que realmente se sente em “casa”. Mas como toda casa, às vezes, recebemos visitas BEM inesperadas. E isso colocará em xeque, mais uma vez, a sanidade e a coragem do audaz explorador da BRASA.

Terceiro encadernado do Astronauta pela MSP sob a batuta do Danilo Beyruth no roteiro e arte, e contando mais uma vez com as cores da Cris Peter. E por ser a terceira passagem do artista pelo personagem, dá pra perceber que ele tá bem à vontade com que tem nas mãos. Tanto que, em alguns momentos, Danilo Beyruth referencia as outras estórias dele com o personagem, formando um grande arco.

Nesse encadernado, já é possível enxergar que as missões do Astronauta estão de alguma maneira interligadas e que elas resultarão em algo maior mais pra frente. Isso fica bem claro com o final dessa edição (ainda bem). 8)

Astronauta - Magnetar continua pra mim como a melhor Graphic MSP do personagem, mas Assimetria rouba fácil o posto de segundo melhor, já que em Singularidade, tivemos uma estória simples e previsível. Aqui em Assimetria, Danilo Beyruth coloca uma carga bem maior de ficção científica no enredo e isso deixou a estória bem mais interessante de acompanhar. Sou muito fã desse gênero, então pra mim foi ótimo. Heheh

E como não poderia deixar de ser, o autor espalhou nas páginas diversas referências e easter eggs que os fãs mais atentos irão identificar de cara.

A arte continua linda. Em algumas páginas é de soltar os olhos de tão bonita que tá os desenhos do Danilo Beyruth junto com as cores da Cris Peter.

Dizem que todo nerd gosta de uma trilogia. Mas a verdade é que todo nerd não quer que a franquia da qual ele gosta nunca termine. Ela pode ser formada por várias trilogias (oi Star Wars 8D) e ao que parece, a “franquia” do Astronauta não se contentará com apenas uma trilogia. Sorte a nossa. 8)
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Pipezinha 10/12/2016

Chocante
Eu amo todas as Graphic Novels da MSP, todas me emocionam e fazem chorar por igual. Tenham só figuras ou com texto, os enredos são fascinantes e os roteirista/desenhistas convidados tratam os personagens do Mestre Maurício com muita propriedade. Minhas favoritas são Louco e A Turma da Mata. Não desprezando as outras, por favor.
Mas as do Astronauta são meu ponto fraco, Hors Concours. AMO.
Assim que eu acabei de ler, tive que ter um chilique. Gritei por uns cinco minutos. Li de novo. Foda, cara. Ridley Scott tinha que tomar umas aulas com o Beyruth pra não fazer caca no novo Prometheus.
Tenho lido muito Douglas Adams e Neil Gaiman, minha mente está cheia de multi/altiversos e eventos que não importa o que você faça, eles tem que acontecer na linha do tempo.
No making of do final, há uma coletânea pra relembrar todas as vezes em que o Astro tentou fazer sua história diferente. Acho que todo mundo, pelo menos UMA VEZ na vida já pensou no "E SE..." Na possibilidade de, se tivesse a chance, mudar algo na sua trajetória de vida, aquele momento em que você ferrou com tudo. Tem gente obcecada por isso, que incapaz de se desvencilhar do passado, não consegue viver um presente e pensar num futuro. Tudo gira em torno daquele instante ferrado, como um disco riscado.
Eu já fiz isso. Só me livrei quando comecei a pensar que aquela decisão "errada" foi o melhor que eu pude fazer, naquele instante, com os recursos que eu tinha. Ao retirar a carga negativa do momento, eu pude fazer as pazes com ele e seguir. Não tem como voltar no tempo e fazer diferente, mas tem como mudar aqui & agora.
Roer as unhas agora de ansiedade pelo próximo volume. E torcer para que, num futuro não muito distante, o Astronauta possa fazer as pazes com o passado, para que esse passado pare de decidir as ações do presente e o Astro tenha um bom futuro.
Patrick 06/01/2017minha estante
Precisa ler os outros volumes pra entender a história?


Fills 09/02/2017minha estante
Não precisa ler os outros volumes, porém é interessante pra perceber o desenvolvimento do personagem. Por exemplo, ver o motivo do personagem estar daquele jeito logo na primeira página... (só um exemplo). Mas nada que seja obrigatória leituras dos volumes anteriores.




Tatah 18/09/2018

Meeeeehhhh...

(Cris Peter, estou aqui só por você)
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Zamek 28/02/2017

Acredito que a desilusão e fuga é o que tem se evidenciado nas HQs do Astronauta. Por conta disso tem condicionado sua vida às missões espaciais. Quando está por aqui é um chato de galocha, mal resolvido, e nas missões é basicamente um robô, livre dos pensamentos que o atormentam.
Essa terceira graphic tenta humanizá-lo, fazendo com que veja e viva algo diferenciado, capaz de transformá-lo. Parece loucura, mas é um encontro com ele mesmo em outra vivência.
Imponderável, interessante e legal!
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Rose 02/05/2018

Astronauta decide tirar uns dias de folga, mas esta sua resolução dura muito pouco e logo ele parte em uma nova missão a seu pedido mesmo. Mas o que ele encontra no caminho de sua missão vai mudar totalmente sua vida. Diante dele está a suposta vida que ele poderia ter tido senão tivesse priorizado sua carreira. E, mesmo tentando entender as coisas que estão na sua frente, ele não terá muito tempo para reflexões, pois sua vida presente e sua vida paralela correm perigo, e o pior de tudo, é que ficará sob sua responsabilidade o fruto de seu amor perdido. Será que nosso Astronauta está realmente ficando maluco, ou seriam apenas delírios de uma mente cansada?

site: http://fabricadosconvites.blogspot.com.br
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Gláucia 30/10/2017

Astronauta: Assimetria - Danilo Beyruth
Terceiro volume da coleção com o Astronauta, e pela forma como (não) terminou, certamente teremos mais. Da turma sempre foi dos que menos gostei, tinha vontade de pular suas histórias no gibi. Talvez por conter algum traço de característica que atribuímos mais aos adultos como a introspecção e a busca pela solidão. Provavelmente por isso seja o que possui a personalidade mais bem trabalhada dentro da coleção, com toda sua fuga da realidade e angústia.
Curiosa em saber como terminará essa nova aventura e quais as relações desses novos personagens.
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Rafael 15/04/2017

A saga do astronauta continua
Danilo Beiruth demonstra estar casa vez mais confortável com o personagem, entregando uma história muito envolvente e bem contada. A MSP acertou em cheio com a série Graphic MSP, todas as edições são bem escritas e de qualidade excepcional.
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Mauricio (Vespeiro) 03/03/2018

Bem-vindo à Terra, Danilo Beyruth!
Ufa! Enfim Danilo Beyruth deu o seu melhor! Não que “Assimetria” tenha ficado um primor, mas houve um grande salto de qualidade. Será fruto transição técnica na ilustração, saindo do braçal para ser concebida de forma integralmente digital? Melhorou o traço, aperfeiçoou as cores, evoluiu na diagramação e apresentou maior cuidado com cada quadrinho.

O roteiro, não obstante a falta de brilhantismo, ao menos desta vez foi muito mais conciso. Beyruth desceu do salto? Os personagens que interagem com o Astronauta foram bem desenvolvidos. Gostei da aparição da Mônica (como boneca) e do Horácio (como robô). Já os vilões não vingaram. Excessos na concepção de seres etéreos, quiméricos. A obsessão em homenagear Jack Kirby (mitológico quadrinista da Marvel e DC), gerou personagens mal construídos que, até certo ponto, interferiram negativamente na história. A HQ ganhou 10 páginas, o que ajudou muito no desenvolvimento do roteiro. A conclusão deixou margem claríssima para uma continuação.

Registro aqui, porém, a insondável presença daquela que se tornou a principal personagem nas reedições do Astronauta pela Graphic MSP: a preguiça. Apesar da evolução, ainda pude perceber um bom número de fundos desenhados apenas para encher linguiça. E dá-lhe fumaça cósmica!

Nota do livro: 7,00 (4 estrelas).
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