Requiem

Requiem Antonio Tabucchi


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Requiem


uma alucinação




O italiano Antonio Tabucchi faz, em Requiem (1991), uma declaração de amor a Lisboa, cidade que adotou para viver e onde morreu; e sobretudo ao português, idioma no qual escreve este romance. Num estado entre a realidade e o sonho, seu protagonista deambula pelas ruas da capital portuguesa num tórrido domingo de julho. Sabe vagamente que tem tarefas a cumprir; entre elas, um encontro marcado para o meio-dia com o poeta Fernando Pessoa. No percurso errático em que vivos e mortos se encontram, ele revê pessoas do passado e tenta desatar alguns nós de sua vida. Alcança, assim, a medida exata entre o humor e o drama, numa obra impecável.

Admiro em Tabucchi a imaginação e a capacidade de investigar a realidade para então chegar a uma realidade paralela, mais profunda, essa realidade que às vezes acompanha a visível. Enrique Vila-Matas

Ficção

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Por que um escritor como Antonio Tabucchi – um italiano nascido em Piza – escreveu este texto em português? “Porque uma história como esta só poderia ter sido escrita em português, e pronto”, responde o autor em nota no início do livro, completando que Requiem “precisava de uma língua diferente, uma língua que fosse um lugar de afeto e de reflexão”. E para uma história tão fantástica quanto esta, não poderia haver melhor cenário do que Lisboa. Um homem está lendo, tranqüilamente, o Li... leia mais

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