Submersa

Submersa Rafael Baldam


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Rafael Baldam entrega sua imensidão às frestas, num movimento ininterrupto de imagens, curvas e pesos. Ventilador sem pás, corpos asfaltados, pulmão líquido, um barco de pedra. A arquitetura de uma morada, de todas as moradas perde contornos e invade os espaços, troca de matéria com os seres, perverte desejos e sonhos, brota inesperadamente entre um vão. Por todo canto que olha, Baldam enxerga e constrói seu urbanismo poético. Ao fazer isto, nos leva junto a abraçar uma cidade que abandona sua gente, mas que se move, se molda, e por instantes, se abre em lentas asas. São edifícios de concreto armado mesclado com entranhas. Abra a porta por dentro, derive pelos trilhos e pule as poças desta cidade oculta, com águas que refletem angustias precipitadas e também o céu. [Ana Persona]

Poemas, poesias

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