Um homem morto a pontapés

Um homem morto a pontapés Pablo Palacios


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Um homem morto a pontapés (Coleção Otra Língua)





Publicados originalmente em 1927, quando Pablo Palacio não ultrapassava os 21 anos, a coletânea de contos Um homem morto a pontapés e a novela Débora são verdadeiros marcos da vanguarda literária hispano-americana, tanto em seu aspecto formal quanto temático.

Inédito no Brasil, o autor equatoriano que nasceu em 1906 e faleceu em 1947, tendo vivido seus últimos anos num hospital psiquiátrico, teve sua obra, durante um longo período, interpretada pela chave da loucura, ao abordar temas anteriormente intocados pela ficção no continente e por flertar com o absurdo, o irreverente e o grotesco, num período em que predominava uma abordagem realista da literatura.

Contos / Ficção / Literatura Estrangeira

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O equatoriano Pablo Palacio não é um autor fácil: integrante da literatura de vanguarda latinoamericana das décadas de 20 e 30, a escrita de Palacio é irreverente e sarcástica, dando voz aos loucos, marginalizados, doentes e obsessivos, levando a paródia e a desumanização até o extremo, o que causa perplexidade e um divertimento desconfortável no leitor. Palacio representa aquilo que preferíamos que ficasse oculto. Leia mais no Prosa Espontânea:... leia mais

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