Veredas: histórias de buscas e travessias

Veredas: histórias de buscas e travessias Jurandir Rodrigues


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Veredas: histórias de buscas e travessias





Jamais imaginara que me marcaria tão profundamente aquela mulher sem filhos, viúva e suas aulas com aquele olhar carinhoso, aquela placidez, aquela voz doce e firme, aquela mão magra e ossuda nos ensinando a pegar no lápis. Os primeiros elogios a minha letra e facilidade com leitura e contas. Era como se estivesse tudo dentro de mim e faltavam só os encantos da dona Cianinha para despertar, tirar de mim, como uma parteira.
(...)
Ouvindo Clemente descobri ou se confirmou dentro de mim o que iria ser e fazer. Seria professor como dona Cianinha, ela já tinha me confessado que iria se aposentar e que eu teria de substitui-la; seria poeta, filósofo como Otávio, só não amaria Marianinha. Escreveria tudo que tinha ouvido de Clemente e lido em alguns livros que Otávio tinha me emprestado sobre tropeiros, Macacos e algumas pessoas e alguns lugares do bairro dos Macacos.

Poemas, poesias

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