Vinte

Vinte Branca Sobreira


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Vinte





Escrever é pensar pelas mãos. A mão parece compreender emoções mais honestamente que a cabeça ou o coração. Estamos perdidos, sem saída, e irritantemente corretos na busca eterna do erro. Não estamos em tempos de grandes histórias, mas sim do ínfimo, do mísero, do detalhe, do frágil, do banal. O que Branca Sobreira faz no livro 20 é sobretudo um exercício de olhar. Rever o outro, cuidadosamente, e buscar no outro a incompreensão de nós mesmos. Ela se dispôs a capturar essências das relações que a circundam, seus enlaces e desenlaces.

Cada pequeno, por vezes minúsculo, conto é responsável por delinear um universo próprio, que é aquele das relações humanas. Cada conto é como ilha flutuante, manifesta-se no ar, preso somente éus. O movimento é o balançar de uma onda, constante, como se cada palavra pudesse com a sua leveza se dissolver em água.

Trecho da orelha escrito por Samantha Canovas

Contos / Literatura Brasileira

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on 17/4/17


O livro de Branca Sobreira é apresentado pela editora como um livro de contos. Talvez seja assim mesmo, mas eu acho que ele é um livro de fragmentos. Fragmentos de pensamentos, de sentimentos, de existência. É como um vislumbre, algo bem rápido, como quando você está passando de ônibus e de repente você assiste a uma cena da vida de alguém na rua. Só que, ao invés de serem acontecimentos e ações externas, no livro, nos deparamos com as paisagens internas. Com poucas palavras a auto... leia mais

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Anselmo
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02/02/2017 16:54:51
Anselmo
editou em:
02/02/2017 17:00:08