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O Médico e o Monstro

Dr. Jekyll e Mr. Hyde

Robert Louis Stevenson
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Nat 19/10/2014

Mr. Utterson, advogado, descobre um episódio envolvendo um sujeito chamado Hyde. O mesmo Hyde que tornou beneficiário do testamento de um grande amigo seu, Henry Jekyll. Utterson sai em busca de explicações sobre o tal homem com outro amigo e também conhecido de Jekyll, o médico Lanyon. Ele descobre quem é o homem, mas não entende de onde surgiu a repulsa instantânea provocada pela aparência dele. Utterson tenta descobrir também porque Jekyll confia tanto em Hyde, mas o amigo não explica. Até um crime cruel ter Hyde como suspeito, o que faz Jekyll cortar qualquer que fosse a relação com o misterioso homem e começar a viver bem novamente. Quando Lanyon se diz não mais amigo de Jekyll e morre, Utterson percebe que o amigo começou a agir de modo estranho de novo. No dia em que Poole, mordomo de Jekyll, aparece com um pedido de ajuda, o advogado percebe que está na hora de esclarecer aquela situação de uma vez por todas. Mas o que ele descobre não chega perto de suas suspeitas mais loucas.

Eu conhecia essa história, mas nunca havia pensado em ler o livro porque não faz meu estilo. Mais uma vez, me surpreendi gostando da leitura. Mesmo quem não curte terror psicológico, não consegue largar o livro porque também fica absorvido pelo mistério de Hyde (eu fiquei, totalmente). Muito recomendado.

site: http://ofantasticomundodaleitura.blogspot.com.br/2014/10/o-medico-e-o-monstro-robert-louis.html
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Lord Eduardo 11/10/2014

Uma obra bem feita
O autor realmente um grande desafio próprio ao fazer este livro e para mim ele sem dúvida conseguiu criar um suspense, terror e um medo que mesmo leve é feito com muito talento pelo autor.
As pessoas deviam ler esta obra porque é realmente muito boa e surpreendente.
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car 26/09/2014

O medico e o montro
O medico e monstro
Dr. Jekyll and Mr. Hyde (Dr. Jekyll and Mr. Hyde) é um filme estadunidense de 1931, dirigido por Rouben Mamoulian. É uma das muitas adaptações feitas para o cinema e televisão do livro de Robert Louis Stevenson, O Médico e o Monstro, publicado em 1885.
O filme é rico no uso de técnicas narrativas e de imagem (algumas herdadas do cinema mudo). Rouben Mamoulian era, então, quase estreante, tendo apenas dirigido a película musical Applause, em 1929. No entanto, demonstrou domínio da técnica cinematográfica e usou-a com raro talento neste Dr. Jekyll and Mr. Hyde.
A trama da história está centrada no conflito emocional do protagonista. Frederico March incorpora excelentemente o personagem e supera os vícios do cinema mudo com seu talento interpretativo. Foi um dos poucos astros que passou dos filmes silenciosos para os sonoros sem perder o brilho.

-Quem quer saber mais pega o livro!!!kkkkk
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Hernani 01/07/2014

somos todos duplos.
Se a nossa tradução (invenção) medonha para titulos de filmes estrangeiros teve algum início memorável, foi talvez com a tradução do livro mais conhecido de Robert Louis Stevenson. Traduzir O estranho caso do dr. Jekyll e do sr. Hyde como O médico e o monstro com certeza é uma façanha única dos brasileiros que não dão a mínima para o nome original de nada. Talvez na esteira das traduções brasileiras estão as produções hollywoodianas, que (quase) absolutamente nunca foi fiel a descrição dos personagens do livro. Digo “quase” porque alguma coisa se salva afinal. Só posso recomendar aqui o filme de Stephen Frears, O segredo de Mary Reilly, com Julia Roberts e John Malkovich. O filme segue pela visão da empregada da casa do dr. Jekyll, que no livro é somente mencionada. E a aparência entre os dois personagens é somente de detalhes na aparência, mais condizente com o livro. Vivemos numa época de pouco inocência literária, e qualquer criança sabe que no livro O médico e o monstro, o médico É o monstro. Não há mais surpresas nem sustos, talvez por isso os filmes tentem fazer o monstro cada vez mais monstruoso, mas apavorante (Hulk é um exemplo). Para mim um erro, pois o polido e refinado dr. Hannibal Lecter assusta muito mais com um “boa noite, Clarice” que os efeitos especiais mais deformantes e sanguinolentos.
O básico do livro todo mundo sabe, o médico toma uma poção e se torna um monstro. Mas o monstro do livro é um monstro moral, não físico. O senhor Hyde é, tão somente mais baixo e mais jovem que o dr. Jekyll (há algo simbólico aí que se explica no final). Claudica de uma perna e tem algo, nunca identificado, em sua fisionomia que incomoda que o encara, mas não tem desfiguração facial.
Grande parte do livro é narrado por terceiros que conhecem o dr. Jekyll e presenciam, estarrecidos sempre, as ações do sr. Hyde. Apenas no último capítulo do livro temos a versão, numa carta, dos acontecimentos pelos olhos do respeitável doutor. O intuito do autor era criar o suspense na época. Como hoje todos sabemos do enredo isso faz parecer que o livro é maçante. Mas principalmente a longa carta final do dr. Jekyll não somente é reveladora em como tudo se dá, mas é revolucionária ao acolher a “liberação” do senhor Hyde. O senhor Hyde é o selvagem primitivo que a sociedade reprimiu. Todos os sentimentos e sensações eróticas, instintivas e violentas tomam forma nas suas ações. Todas as suas ações são a liberação desse ser aprisionado por tanto tempo. O dr. Jekyll descreve esse seu lado, esse lado de todos nós, não como algo maligno ou imoral, mas como algo que deve acontecer. Nós não somos uno, somos um duplo. Habita em nós, em termos freudianos, o princípio de prazer e o de realidade, o Eros e o Thânatos. O dr. Jekyll quer que sejam independentes, Freud explica que são interdependentes.
A maioria dos críticos trata desse livro como um exemplar gótico pelo ambiente pesado e sinistro, e pela violência contida. Mas me parece que se encaixa melhor num romance psicológico, quase psicanalítico, já que coloca algumas ideias que só anos depois Freud exploraria. Stephen King, numa observação sagaz, diz que não tendo outro livro que se compare, esse é o livro que dá origem ao mito do lobisomem. O instinto animal dentro de nós, solto... no centro da sociedade.
Assim recomendo muito mais que se leia um livro profundo, com apenas 90 e algumas páginas (dependendo da tradução) do que perder tempo com efeitos especiais que não atingem nem a superfície do que somos feitos por dentro.Porque talvez não seja mesmo aleatório, como sugere Alberto Manguel, que entre o H de Hyde e o J de Jekyll fique o "i" (eu, em inglês).
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