Em A Balada do Felizes para o Nunca, segundo volume da trilogia, a história de Evangeline Raposa continua, mas agora ela já está no Magnífico Norte, na Terra das Histórias, e se vê lutando para quebrar uma maldição que poderá mudar tudo. Ela não pode mais confiar em Jacks, mas odiá-lo é impossível, ela acredita que por trás da máscara fria e dissimulada do Arcano, há também um jovem atormentado que luta continuamente contra o seu destino.
Entre feitiços de amor, feitiços de assassinatos e intrigas para quebrar maldições, Evangeline é manipulada como uma peça em um jogo perigoso onde a cada caminho que ela segue, há alguém lançando um encantamento ou tentando matá-la, e embora a premissa do feliz para sempre seja atraente, ela logo perceberá que não tem escolha a não ser embarcar em uma nova aventura perigosa com o sombrio Jacks para que possa se salvar.
A autora nos entrega um mundo misterioso, místico e mágico, com um final agridoce e sombrio, repleto de suspense e reviravoltas que prende a atenção do leitor. Fiquei em choque com esse final e estou simplesmente apaixonada por essa fantasia com migalhas de romance e torcendo para o felizes para sempre dos meus personagens preferidos.
Dedicatória da autora: "Para todos os que já tiveram medo de não encontrar o verdadeiro amor."
"Mas a jovem sabia que seu coração ansiava por ter esperança de que o melhor aconteceria. Acreditava que as pessoas podem mudar, acreditava que a vida é uma espécie de história cujo final ainda não foi escrito e, por conseguinte, o futuro está cheio de infinitas possibilidades."
"Antes de qualquer coisa, precisava se certificar de que não estava sendo observada, de que não fora seguida ou espionada por aquele comedor de maçã canalha e enganador, em cujo nome não queria nem pensar."
"Finais felizes podem ser alcançados, mas são difíceis de segurar. São sonhos que querem fugir pela noite. São tesouros com asas. São selvagens e ferozes; precisam ser caçados o tempo todo, senão certamente fugirão."
"Eu acabo ferindo todo mundo, Raposinha. Mas você precisa estar viva para me odiar."
"Só por uma noite. Amanhã de manhã, você pode esquecer. Pode voltar a fingir que não gosta de mim, e eu posso fingir que não ligo. Mas, esta noite, quero fingir que você é minha."
"A magia crepitava na distância exígua que os separava. Dourada, elétrica e viva. A sensação era de final de conto de fadas, quando um único beijo tem mais poder do que mil guerras ou uma centena de feitiços."
"Deveria ser meu único e verdadeiro amor… Quero outra oportunidade de viver isso."
"Mas sabia que estava sozinha. Não apenas sozinha naquele lugar desconhecido, mas sozinha no mundo. E sentiu essa solidão até o fundo dos ossos."
"Um grito atormentado apunhalou a noite, feito faca. O céu sangrou, e dele não caíram estrelas, mas a própria escuridão, apagando as luzes por todo o Magnífico Norte."