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    A cruzada do monge - (Os cristãos - vol. 3)

    Max Gallo

    Bertrand Brasil
    2005
    252 páginas
    8h 24m
    ISBN-10: 852861297X
    Português Brasileiro
    3.4
    14 avaliações
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    Em sua nova trilogia, Max Gallo – autor do qual a Bertrand Brasil já publicou as séries Os Patriotas e Victor Hugo – apresenta uma fascinante saga histórica ambientada na Idade Média. Os Cristãos traz o surgimento da França cristã por meio de três personagens primordiais: Martinho, o primeiro evangelizador dos gauleses; Clóvis, o bárbaro convertido que unificou a Gália e tornou-se o primeiro rei cristão; e Bernardo de Clairvaux, o grande fundador da ordem cisterciense que preconizou a segunda cruzada. O último volume da trilogia, A Cruzada do Monge, finalmente aborda a vida de Bernardo de Clairvaux, o terceiro pilar da França cristã. Durante a Idade Média, os homens ainda se batiam com palavras e armas em nome da imposição da fé. O cisterciense Bernardo de Clairvaux encontrou-se no centro das grandes controvérsias que agitavam a cristandade: a Igreja, dividida entre dois papas; as cruzadas, que pretendiam levar Cristo além das fronteiras e retomar o controle dos Lugares Santos; e as primeiras disputas filosóficas que opunham o monge a Abelardo. Antes de sua morte, Bernardo de Clairvaux redigiu seu testamento espiritual para contar como se tornou, guiado por Deus, o fértil fundador de cerca de 350 abadias que seguiam uma linhagem de disciplina severa e o loquaz pregador do Cristianismo.

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    Luiz Adriano Borges picture
    Luiz Adriano Borges05/10/2016Resenhou um livro
    0

    Ótima trilogia

    E assim finalizo essa grande trilogia histórica, contando as origens cristãs da França. Escrita com grande habilidade pelo historiador Max Gallo, que escreveu outros romances. Por ser historiador, ele maneja muito bem as fontes históricas e essa trilogia transcorre bem leve, um romance histórico sem se aprofundar em detalhes históricos, mas sem também abandonar a historicidade. Vale muito a pena a leitura e o que me chamou mais a atenção é o fato de que se trata de uma peregrinação do próprio autor pelos meandros da fé, e que não conseguiu sair incólume ao impacto das histórias que narrou: ao fim, Gallo se converte. Ps: as capas são muito bons na trilogia, mas trazem detalhe de um transcrito com iluminuras de um livro escrito entre o final do século XIII e XIV chamado Gesta Romanorum, que se trata de uma coleção de historietas e "piadinhas" para serem usadas nas pregações. Além de ser um manuscrito bastante posterior às histórias tratadas na trilogia, também os monges tratados nela eram bastante preocupados com a seriedade do evangelho e seriam bastante contra esse tipo de obra. De qualquer forma, uma obra. (Não é todo dia que lemos um livro inteiro :D)

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    Max Gallo

    Max Gallo nasceu em 1932, em Nice, na França. Formou-se em história e durante anos lecionou em liceus e na Universidade de Vincennes além de no Instituto de Estudos Políticos de Paris. Atuou na política de 1980 a 1994, tendo sido eleito deputado do departamento dos Alpes Marítimos e do parlamento europeu, além de secretário de Estado e porta-voz do governo francês. Foi editorialista da revista semanal L’Express e diretor de redação do jornal Le Matin de Paris. Publicou seu primeiro livro, L’Italie de Mussolini, em 1964, ao qual se seguiram dezenas de romances (a maior parte dos quais com um fundo histórico, como Os patriotas), biografias de personalidades (como Napoleão, Victor Hugo e Charles de Gaulle) e outros livros de não ficção. Várias de suas obras se tornaram best-sellers. É membro da Academia Francesa.

    19 Livros
    18 Seguidores

    Max Gallo