Em A Jogada, vamos acompanhar o desenrolar a decisão tomada por Scout quanto a avaliação da lesão de Easton e saber os motivos que a levaram a tal decisão.
East é levado ao limite e questiona sua vida e as pessoas que nelas estão, além de ver a necessidade de revelar um grande segredo que guardou sua vida toda e que teme estragar com sua carreira e planos futuros.
Não bastando estar com o emocional abalado e sua confiança em frangalhos, algumas revelações o levarão a questionar sua lealdade e devoção a seu pai.
E durante esse longo caminho de provações ele terá de decidir se fará isso sozinho ou ao lado da mulher que ama.
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Esse segundo volume se mostrou um pouco melhor que o primeiro, mostrou um amadurecimento dos personagens individualmente e deles como casal.
Achei o East um tanto quanto exagerado em seu drama, sei lá, imagino que seja difícil lidar com a questão da dislexia, mas no livro o tema foi abordado como sendo o fim do mundo e acho que não é pra tanto, existem formas de tratar e de lidar com a situação, acho que o fato do pai dele não ser o senhor perfeito e ter pisado feio na bola em se tratando do Santiago mais relevante do que o episódio dele de bebê chorão que tem dificuldade no aprendizado, ego frágil do bonitão.
Amei a Scout com o pai dela, e fiquei bem feliz de saber que ele não era o filha da p*** que pareceu ser no primeiro livro e só estava usando uma forma bem deturpada de saber que ela ficaria bem.
O epílogo foi lindo, me fez passar pano pra umas besteiras do livro hehehe
Portanto, indico a leitura da duologia, mas já aviso não comecem com muitas expectativas.
PS.: o Santiago é um mau caráter do caramba hein.