Clientes versus rebeldes

Clientes versus rebeldes Irlan Simões


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Clientes versus rebeldes


Novas culturas torcedoras nas arenas do futebol moderno




O autor trata de um tema ainda muito pouco estudado, se considerarmos a centralidade ocupada pelo futebol na sociedade brasileira e a relevância dos estádios enquanto equipamento de lazer vibrante e onipresente nas grandes e medias cidades do Brasil. Este formidável equipamento de uso coletivo encontra-se disseminado por todo o território
nacional: conforme o último levantamento da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), o país possui quase oitocentos estádios.
Consoante à atual supremacia territorial urbano-metropolitana, uma ínfima parcela deste conjunto de estádios (sobretudo as novas arenas) concentra mais de 80% ou 90% da renda auferida por todo o universo do sistema futebolístico nacional. No plano arquitetônico, a tônica dominante é a ostentação monumental destes novos objetos icônicos. No aspecto funcional, prevalecem promessas de segurança, tecnologia e comodidade ao público assistente. No âmbito social, o novo conceito de estádio tende ao elitismo explícito. Na dimensão cultural, o banimento ou repressão ao amplo e inventivo repertório de expressivas práticas coletivas de cantos e coreografias.

Comunicação / Sociologia

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Davi
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