Conversas Pragmatistas Sobre Comportamentalismo Radical

Conversas Pragmatistas Sobre Comportamentalismo Radical Carolina Laurenti


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Conversas Pragmatistas Sobre Comportamentalismo Radical


Mundo, homem e ética




Se, de um lado, o comportamentalismo radical preservou o legado do pragmatismo, de outro lado, contribuiu para o desenvolvimento do conceito de comportamento. Isso ocorreu porque Skinner radicalizou o conceito de comportamento. Com base nessa guinada, Skinner deslocou o comportamento do papel de coadjuvante para o papel de protagonista.
Será que acreditar que o mundo é de uma forma ou de outra faz diferença? Talvez uma pergunta anterior seja esta: é possível agir de modo efetivo sem qualquer crença sobre o mundo?
Uma ciência do comportamento conceberia o homem como mero fantoche à mercê das condições naturais e sociais? Seria o homem uma vítima do ambiente, um ser passivo, incapaz de mudar sua vida e seu próprio destino? A Análise do Comportamento decretaria a abolição do homem?
Seria a expressão "ética pragmatista" sinônimo de caos moral? Afinal de contas, se não for possível fixar universalmente uma lei que prescreva o que é Correto, como julgar as ações humanas? Como distinguir o que é Bom daquilo que é Mau, Altruísmo de Egoísmo, Virtude de Pecado?
Tais questões foram assunto de uma conversa face a face entre os autores, que levou à elaboração deste livro com o intuito de que fosse ampliada a outras pessoas, afetas ou não ao pragmatismo e ao comportamentalismo radical. Por isso, os autores fazem um convite: resistamos ao isolamento e conversemos: sejamos sensíveis a outros textos, deixemo-nos tocar por textos diferentes, estranhos, para que a conversa nunca finde...

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