Cosmos. Uma Ontologia Materialista

Cosmos. Uma Ontologia Materialista Michel Onfray


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Cosmos. Uma Ontologia Materialista





O que reúne a morte de um pai sob um céu sem estrelas, um jardim da infância, o enterramento de um espeleólogo, as fragrâncias de um champanhe de 1921, o porco-espinho dos ciganos, a concha de um molusco, a enguia do Mar dos Sargaços, um verme parasita, o vinho biodinâmico, a poesia dos povos sem escrita, uma máscara africana, feijões saltadores, acácias que se comunicam entre si, um filósofo zoófilo, vegetarianos exploradores de galinhas, porcos industrialmente criados, toureadores vestidos de mulher, um pároco ateu, um materialista morto de indigestão por patê de faisão, uma pintura parietal, um alinhamento de pedras, uma festa indígena do sol, uma igreja católica, anjos e cometas, os buracos negros, um haicai, um quadro de Arcimboldo, a land art, a música repetitiva, entre outros fragmentos de uma Breve enciclopédia do mundo? O Cosmos. Esta obra, que Michel Onfray afirma ser "seu primeiro livro", propõe uma filosofia pessoal da natureza. Contemplar o mundo, compreender seus mistérios e as lições que ele oferece, resgatar as intuições fundadoras do tempo, da vida e da natureza tal é a ambição de Cosmos, que reata o ideal pagão de uma sabedoria humana em harmonia com o mundo.

Filosofia

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