É Assim Que o Mundo Acaba

É Assim Que o Mundo Acaba Alliah
Alessandro Garcia
Bruno Bandido
André de Leones


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É Assim Que o Mundo Acaba





Uma das características marcantes da literatura brasileira é ser essencialmente urbana e realista. Podemos dizer, até, que é quase sempre realista, mesmo quando não é urbana.
Faltam nela, ou são raras, certas tradições, certas linhagens fundamentais, que tornam forte uma cultura literária. Por exemplo, o romance de aventura, a novela policial, os grandes épicos históricos, a ficção científica e - naturalmente - o gênero fantástico.
A literatura nos oferece preciosas oportunidades de viver experiências que a eventualidade dos nossos destinos impossibilidade. E a literatura fantástica faz até um pouco mais: nos permite observar a humanidade em contextos absolutamente abstratos, teóricos - que são ao mesmo uma experimentação e um desafio.
Por esse motivo, fiquei extremamente feliz ao me deparar com este É assim que o mundo acaba. Aqui, o leitor encontrará jovens talentos literários, e outros igualmente talentosos que já contam com certa bagagem.
O mote do volume, o que dá unidade à coletânea é o Apocalipse, o fim do mundo, o grande mito escatológico que está presente em diversas culturas humanas, antigas e modernos - como a nossa, inclusive.
Não tenho espaço para discorrer sobre cada autor em particular; e seria injusto mencioná-los incompletamente. Só não posso deixar de ressaltar a importância da iniciativa, pela ousadia, pela originalidade, pela diversidade dos estilos e métodos ficcionais.
É assim, com entusiasmo, que os convido à leitura de É assim que o mundo acaba.

Texto da orelha, por Alberto Mussa.

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Alexsandra
editou em:
07/01/2017 18:32:23