Criaturas misteriosas surgiram do céu. Batizado de a Grande Praga, o fenômeno corrompeu o ciclo natural da vida na Terra. Nada é como antes. As abominações se debruçam sobre os escombros das cidades e massacram tudo o que encontram pela frente, tornando o mundo um lugar devastado e praticamente inabitável. Para impedir o extermínio da humanidade, os cultistas mascarados da Ordem dos Arautos emergem novamente das sombras para caçar os invasores, ainda que isso os leve de volta ao Jardim dos Famintos.
Em Kunkalla, segundo livro da saga Jardim dos Famintos, o clima da história é diferente. Se no primeiro fomos apresentados a uma atmosfera de tensão, mistério e terror, nesse segundo volume os personagens estão de volta, mais desenvolvidos e familiarizados com os perigos que os aguardam. O clima da história nesse segundo volume é bem mais puxado para a ação e aventura, com uma dinâmica de sobrevivência entre os personagens que me lembrou histórias como Lost e The walking dead. Fiquei muito feliz de ver os personagens usando mais os seus poderes, e de o autor ter dado foco e protagonismo a personagens novos e até mesmo a alguns que foram apresentados no livro 1 como a Faerys, uma das minhas favoritas. Esse segundo livro não perde em nada em relação ao primeiro, muito pelo contrário, ele tem o papel de expandir o universo, desenvolver mais ainda os personagens e agravar a ameaça que só cresce e fica cada vez mais sombria. Até mesmo a escrita do autor está mais madura e me prendeu tanto que não consegui parar de ler. Com um final incrível, espero ansiosa a conclusão com o terceiro livro e a adaptação da Netflix na minha mesa pra ontem! Fantasia nacional, épica e distópica, que te surpreende a cada página!
Encontre Kunkalla. É a nossa última chance.