O que você faria se fosse o filho do Tempo? Não, não é metáfora. Kairon, ou só Kai (mais prático), nasceu de uma entidade cósmica e uma deusa do destino. Mas calma, ele não é arrogante. Só irônico, absurdamente poderoso, sarcástico e levemente viciado em cultura pop, anime e piadinhas ruins (e ótimas, depende do ponto de vista). Poderoso demais, e muito, muito bom em atrair encrenca. Quando Kai conhece uma caçadora temporal com o péssimo hábito de tentar matá-lo (olá, Nyra), e uma garota etérea que não deveria nem existir (sim, estamos falando de Liora), o multiverso começa a ruir – literalmente. Deuses, entidades, colapsos dimensionais, um vilão com fé distorcida e uma guerra contra o próprio tempo. No meio disso tudo, Kai tenta... sei lá, sobreviver? Ser útil? Talvez até amar? Mas nada será como antes. Com um tom afiado, metalinguagem e humor ácido, Kai – O Filho do Tempo é uma fantasia urbana que mistura ação, romance, caos cósmico e reflexões existenciais com referências culturais e piadas que quebram a quarta parede como quem quebra um relógio. Se prepare para rir, chorar (muito), gritar com personagens que parecem reais demais... e encontrar uma flor que nunca será esquecida. “Imagine se Neil Gaiman escrevesse uma temporada de Loki dirigida por Makoto Shinkai, com roteiro supervisionado por Rick Riordan e clima emocional de Your Name. É isso. Só que com mais sarcasmo e uma flor dourada que vai te destruir por dentro.” “E se o sarcasmo do Deadpool tivesse nascido do Tempo e do Destino… e crescido com anime, café e um trauma cósmico?”


