Árido

Árido Vitor Resquin


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Se antes, aridez, agora, pedra rolando, de sertanejo ao perfume de flor, doce agrado, e os olhos que, nas pontas dos dedos, se embebem do suor das ramas em solo azedo. A permissão da caça à flecha lançada coroa, em tribo, o caçador. E esse, enquanto espelho do coração do bicho em disparada, reza, delira em chão bruto. A condição do ser é fugaz, mas não se morre um quilômetro de onde se nasceu, só se chega sabendo que um dia se foi, e quando chega, saudade da seca. [Por Matheus Bibiano Branco]

Poemas, poesias

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