Entre Loucos e Condenados

Entre Loucos e Condenados Flavio P. Oliveira




Entre Loucos e Condenados





Abra os olhos... Fabrício atende ao pedido, abre os olhos e percebe que se encontra em algum hospital, mas perdeu a memória e não sabe como chegou lá, se adoeceu, sofreu acidente, está delirando ou em coma; não sabe.
Ele vê desenhos e frases nas paredes, um enfermeiro, pacientes, e com o tempo descobrirá o necessário para se recuperar da amnésia: pedir desculpas; passar por etapas, salas incríveis e confrontar seus maiores temores. E terá em mãos, entre outros itens, três fotografias, da mãe que o abandonou enquanto criança, de uma prima que faleceu tragicamente e da amante. Além disso, falar é proibido e os pacientes se comunicam por telepatia. Tudo com um propósito: descobrir o grande trauma que o enclausurou naquele ambiente fantástico, esquisito, angustiante e único.

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Intenso!
on 7/1/17


Fabrício abre os olhos e se imagina em um hospital, ou não? Purgatório? Na verdade ele não se lembra de nada, perdeu a memória. Não sabe como chegou a este lugar, se está doente, em coma ou qualquer outra possibilidade. Falar não é permitido, existe um grande xis em seus lábios e todos devem se comunicar por telepatia. A única coisa que Fabrício possui, e pode servir de pista, são três fotos: de sua falecida prima, a mãe que o abandonou e de sua amante. Além dos gizes de várias c... leia mais

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Grobsch
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22/05/2013 19:01:50