Máquina de Inventar Instantes

    Cícero Almeida

    Premius
    2015
    92 páginas
    3h 4m
    ISBN-13: 9788579244551
    Português Brasileiro

    Sentir e extrapolar o sentir. É isto que Máquina de Inventar Instantes obriga-nos. Sentir mas, também, ao sentir, experimentar ser, um ser-outro, sem ilusões, sem passividade, sem comodismo, mas em uma territorialidade própria da poesia, próprio da palavra que voa sua própria borda. E descobre-se livre, porque ousou a rebeldia.

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    Lilian de Souza Farias11/05/2016Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    A poesia de Cícero é um bicho no cio pronto para uivar.

    Máquina de inventar instantes, de Cícero Almeida, Premius Editora, 95 páginas, foi o encontro casual de afeição e curiosidade. Afeição, pois no primeiro instante que vi a capa do livro, sendo divulgada por meu amigo escritor Leonardo Nóbrega, me encantei. Curiosidade, pois, passado o impacto do encantamento, queria saber do conteúdo. O nome do blog, Poesia na alma, não deixa dúvidas sobre meu gosto literário. Porém, isso não significa que eu vá gostar de toda poesia ou que eu queira ler toda poesia. Não, eu quero o que eu quero. Eu já li muitos livros de diversos gêneros, tipologias, etc. de modo, que recentemente doei mais de quinhentos livros entre poesias, romances, biografias, inclusive, a primeira biografia que li aos 18, Castro Alves. Hoje, A Máquina de inventar histórias é exatamente o que eu quero. Uma poesia que brinca, acordada, instigante, direta e sem ser superficial. Entre uma conversa íntima e um rasgar de anseios, Cícero Almeida se volta para subjetividade da essência humana. e depois eu disse: bem-aventurados os que amam com o coração em chamas... Enquanto as palavras dialogam com humanos nus e crus, palavras fazedoras de histórias e efeito modular, imaginava um recital. Senti vontade-saudade de um recital. de ócio e cio se faz um poema O resto é vazio Poesia não precisa ser rebuscada, longa ou difícil. Poesia precisa emanar vida. Ela nem precisa fazer sentindo, mas tem que ser sentida. A poesia de Cícero é um bicho no cio pronto para uivar.

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