Memórias do Subsolo

Memórias do Subsolo Fiódor Dostoiévski




Resenhas - MEMÓRIAS DO SUBSOLO


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Bruna.Cristina 08/06/2024

Contraditório
O protagonista possui falas contraditórias. Além disso, possui surtos em ocasiões isso nota-se ao encontrar Liza.
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Junior753 30/04/2024

Lunático e lúcido
Primeiro livro do Dostoiévski (acredito que não tenha sido a melhor escolha pra iniciar), além das idéias totalmente gananciosas, a linguagem por vezes se mostra ameaçadora pra quem não tem experiência com traduções do russo ou com outros idiomas, mas mesmo assim em vários momentos você se pega 100% envolvido na brisa do cara, compartilhando de sentimentos como vergonha, raiva e ate mesmo alívio, se indentificar em certos trechos trás ate uma certa preocupação, alguns desses trechos são como um tapa na cara;
por fim não me arrependo por ter iniciado por essa obra
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Dias78 10/04/2024

Hipocrisia e auto sabotagem, me identifiquei
Meu primeiro livro de literatura russa e já sei que tô muito longe de parar de ler obras do Dostoievski.
Esse livro é como um tapa na cara. Você se identifica, então fica perplexo, tem nojo, pena, raiva do personagem e ao mesmo tempo se vê muito nele. Acho que o subsolo serve muito bem como metáfora para aquilo de mais repugnante que temos. Apesar de ficar frustrada com as ações do personagem, eu entendi que é a realidade da vida, até porque como ele mesmo diz, sem os livros a gente não tem no que se basear, que ação tomar, o que te faz o mocinho ou o vilão de tudo isso.
A dualidade entre você se sentir o mais lixo, o mais desprezível mas também o mais inteligente, superior e instruído mostrou para mim tudo aquilo que a gente não vê, porque essa dualidade é muito presente e quando você lê ele falando sobre isso você o acha desprezível. No fim das contas somos todos um pouco (ou muito) o protagonista dessa obra.
Senti vontade de marcar o livro todo, pena que peguei emprestado da biblioteca kkkkkkkkk
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Maria Clara 22/11/2023

Eu sou um homem estúpido.
Esse é primeiro livro que leio desse autor, como também da literatura russa. Achei surpreendente como um personagem que não tem seu nome revelado e que vive em um subsolo pode contar uma história tão incrível, insignificante, miserável e estúpida.

Um homem do subsolo contraditório, tão contraditório que nem ele mesmo se entende, ele é tão desprezível e repugnante que eu me identifico. Eu me identifico com sua contrariedade, sua estupidez e mediocridade.

Este personagem desprezível fez me sentir pena, raiva, prazer e angústia. Devo dizer que não queria que o livro acabasse, apenas para continuar lendo e aproveitando seu sofrimento.
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Vick.Stocchero 19/11/2023

Memórias do Subsolo
Terminei esse livro com o coração partido.
Livro magnífico, uma história incrível de trágica. Tudo nesse livro é bom, a escrita, a história, os personagem e o final.
Foi minha primeira leitura do Dostoiévski, e sem dúvida quero ler mais e mais livros desse escritor maravilhoso.
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Sunight 11/10/2023

Acho que um livros excelente para leitores ou pessoas que possuem uma certa compulsão literária. O personagem se encontra em problemas morais impostos por ele mesmo, baseando-se sempre em um mundo literário. Algo que o fez se excluir da humanitária e se prender ao seu seguro subsolo.
Suas crises existências são interessantes e seus devaneios são complicados. Não se torna algo complexo, mas algo que mostra a tristeza inerente ao ser. Algo que o mostra e o expõe em sua total e desnuda incapacidade de uma conhecida moral.
Talvez um dos livros que eu achei mais interessante a leitura. Não pelo carisma dos personagens, mas sim pela falta dele e a existência de personagens mais autênticos e realistas, não uns bobalhoes utópicos que amamos. Mas sim, seres complexos que tem grandes momentos de uma total hipocrisia e desacordo com sigo mesmo e seus ideias frouxos e desleixados.
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Sarah 10/09/2023

Impulsivo e psicológico
De início, cada página me trazia uma reação diferente. Um cara doente... mas que desconfia de médicos? Toma ciência de sua condição e não faz nada com isso.
E por que deveria fazer? Queremos todos fugir, é o nosso primeiro instinto de tudo, e eu acho que esse livro é muito sobre instinto, ter medo, se arrepender, e tentar conciliar tudo isso criando regras que doem mais ainda na gente, criando paredes... O cara conseguiu escrever muitos pensamentos aqui; pretendo reler porque quanto mais lia mais sentia que entendia o começo do livro.
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ana 13/07/2023

?Sou um homem doente... Um homem mau. Um homem desagradável. Creio que sofro do fígado. Aliás, não entendo níquel da minha doença e não sei, ao certo, do que estou sofrendo. Não me trato e nunca me tratei, embora respeite a medicina e os médicos. Ademais sou supersticioso ao extremo; bem, ao menos o bastante para respeitar a medicina. (...) Mas, apesar de tudo, não me trato por uma questão de raiva. Se me dói o fígado, que doa ainda mais.?

?De fato, quero agora de minha parte fazer uma pergunta inútil: o que é melhor, uma felicidade barata ou um sofrimento elevado? O que é melhor, hein??

?Nós já nascemos mortos e faz tempo que não nascemos mais de pais vivos, e isso nos agrada cada vez mais.? ? Fiódor Dostoiévski
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swthe.0 18/06/2023

"o que é melhor, uma felicidade barata ou um sofrimento elevado?"

livro bom, mas gostei bem mais da primeira parte que da segunda, (o cara é incel demais pra entender a mente dele
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leticia2055 08/06/2023

Engual eu
Primeiro livro que leio dele. Não sei bem se captei a essência da obra, porém gostei. Confesso ter me identificado com alguns pensamentos desse personagem excêntrico e maluquinho das ideia, foi como levar um tapa na cara.
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Dudu    29/05/2023

No mais profundo do subsolo
O personagem que Dostoiévski apresenta em memórias do subsolo é um narrador que consegue ser detestável em todos os sentidos. E esse personagens, essas memórias são tão expressivas, em um momento você acompanha uma narrativa que faz com que esse personagem se sinta o deus do universo, em outros, é como se ele não passasse de um dos seres mais miseráveis que já pode ter existido, ele é louco e sabe disso. Em uma narrativa histérica que ao mesmo tempo em que ele é capaz de sentir tudo, e ao outro... É como se nada existisse, ou talvez ele quisesse que nada existisse...
Afinal, o subsolo, por mais podre que ele possa ser de alguma forma (que você interpreta como quiser) , chega a ser confortável.
A única coisa que eu não gostei muito foi de que, por pelo menos 1 fração de segundo, é como se fossem as minhas memórias, não as dele.


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pepe 23/05/2023

é como ler meu próprio diário.
Não tem muito o que falar, só sentir ódio do protagonista por se identificar tanto com ele. é arrebatador.
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Azure.Karamazov 07/05/2023

Lúgubre.
Li em três horas seguidas, batidas e melancólicas 80 páginas de um amargo Russo contando suas memórias misantrópicas e minimamente relacionáveis pelo seu deslocamento. Deslocamento tamanho que veio a afirmar que viva no subsolo. O narrador é detestável, mas não sinto orgulho que consigo ver-me nele em alguns momentos, como em suas ideias vacilantes para meados da segunda parte, ou o estranho prazer do Homem do Subsolo ao ranger os dentes para as pessoas, que tenho quando me vejo ao encarar as pessoas na rua pela risível reação de acelerar o passo. Grande paródia feita por Dostoiévski de muitas figuras ditas 'intelectuais', dialeticamente universal. Realmente, a nossa melhor opção é realmente viver no subsolo...
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