I Am Number Four

I Am Number Four Pittacus Lore




Resenhas - I Am Number Four


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KariVegas 11/03/2011

Acho que não, hein?
Eu lembro até hoje quando comprei I Am Number 4. Eu não, a Nathy. Durante a aula de Direito Civil, meu celular toca e lá vou eu, fora da sala, atender dona Nathy. Ela estava meio histéirca “Kari! KARI! IAMNUMBERFOURPOR26REAIS!” e bem, hard cover por 26 pilas e estava recebemdo ótimas reviews… Por que não? Compra, Nathy, compra! xD

Beeem… como eu disse no post passado, o que falar? Por onde começar? Infelizmente, os defeitos são maiores que as qualidades, então vou começar por eles.

O que mais me incomodou no livro é que os personagens são muito, muito vazios. Sabe? São rasos. Você lê, lê e pensa “sim, filho, e daí?”. Eles não têm um traço de personalidade. Pra você ver, eu achei o cachorro o personagem mais profundo e original do livro… e a menina que aparece lá pro final (não vou detalhar né, senão é spoiler :3) não conta, por que ela é awesome e só aparece nas últimas páginas! O Four é whatever, a Sarah é whatever e até o Henri é whatever!

Por outro lado, eu gostei muito da idéia de matar por números. Não entendeu? Deixa eu explicar… 9 aliens bonzinhos vieram para a Terra e, atrás deles, outra espécie de aliens malvadinhos (os Mogadorians), querendo matá-los. Os últimos só podem matar os primeiros em ordem crescente: o 2 só pode ser morto depois que matar o 1, o 3 depois que matar o 2, e por aí vai. E o livro começa com a morte do 3, logo… Four, nosso garoto principal, está preste a ser caçado. Achei isso suuuper legal e bem pensado! Tipo, um ótimo sistema de proteção, levando em conta que os 9 se espalharam pela Terra e ninguém sabe onde eles estão :D

Porém, Lorien, o país de origem dos nossos aliens bonzinhos, é MUITO chupadinho da Terra. É praticamente a mesma coisa, só que menor e alguns de seus habitantes desenvolvem poderes – sim, gente, poderes. Por que né? Aí não seria suficientemente ~sobrenatural~! Mas gente… não cai naturalmente, entende? Parece forçado. Out of place. E sem contar que os poderes do Four são bem, er, hm, meio estúpidos: eles pode mover objetos com a mente (ok, esse é maneiro, né? Tá perdoado!), pode emitir luz com as mãos ( WHAAAAAT?), é resistente ao fogo (beleza, NOT SO BAD, mas ó, numa batalha, what’s the point?) e… não, calma, gente, esse é o melhor!… e… FALAR COM OS ANIMAIS. SÉRIO. COM OS ANIMAIS. AIJESUSDOCÉU.

O romance do Four e da Sarah é a coisa mais sem graça, sem sal, chupada, Zzzzzzzzz de todos os tempos! E olha que Calafrio tai, pra provar que romances fofos e inocentes podem SIM ser fucking awesome. Não é o caso – além do Four não ser lá grande coisa, a Sarah é simplesmente… PAPA. MARIA-MOLE. NATA. Tipo, nossa, se ela não existisse, não mudaria EM NADA o livro.

Mas o livro é levinho e gostodo de ler. Apesar de todas essas coisas ruins que eu citei, é a típica leitura de férias (por isso a foto :D ), quando você só quer algo pra te entreter enquanto deita na areia/beira da piscina e quer matar o tédio. Eu recomendo em partes – se você não estiver esperando nada demais nem pensar que é a grande próxima sensação. Mas, olha, eu pensaria duas vezes ;)

ps. Eu vi muita gente gostando dele. Por isso que eu recomendo em PARTES: gosto é que nem aquilo que você sabe o que, né? Alguns podem amar, outros odiar. Por isso que você deveria ler e decidir por si mesma(o)!
Paula 26/12/2011minha estante
Finalmente! Acrescento que de todos os personagens rasos que eu já li na vida, a Sarah ganha todos os prêmios, na minha opinião. Loira, linda, amada por absolutamente todos, já bebeu, mas oh não, isso é coisa de meninas más, agora ela só faz coisas boas e cuida dos animaizinhos. Grande personagem...




Biah @garotapaidegua 28/11/2010

Recomendo...
I Am Number Four conta a história de John Smith, aparentemente normal, mas que na verdade é um alien que veio de seu planeta Lorien aos 5 anos de idade. John fazia parte de um grupo de nove crianças que embarcou em uma nave, rumo à Terra,junto com seus guardiões, os Cêpans, porque habitantes de um outro planeta, os Mogadorians, queriam se apoderar das riquezas naturais de Lorien pois já haviam esgotado todos os recursos de seu planeta Mogadore.

As nove crianças foram enfeitiçadas e numeradas, de modo que elas só podiam ser assassinadas na ordem certa dos números, de 1 a 9. Isso foi feito de modo dificultar a caçada dos Mogadorians quando estes também chegassem a Terra.

A vida de John aqui na terra é inconstante. Dez anos depois de ter deixado seu planeta natal, John já morou em diversas cidades dos EUA.Isso porque sempre que surge alguma notícia que possa levar os Mogadorians a ele, ou quando mais uma cicatriz surge em sua perna - sinal de que mais um número foi eliminado - John, ou número quatro, como vocês preferirem rs, se muda para não ser rastreado.

O livro começa a ser contado 1 hora depois da terceira cicatriz surgir em sua perna, o que significa duas coisas : que o número três foi assassinado pelos Mogadorians, e que agora eles vão tentar achar John. John e Henri, seu cêpan, se mudam novamente, dessa vez para uma cidade pequena chamada Paradise, em Ohio. Lá ele faz amigos e se apaixona, levando-o a pensar no quanto será difícil deixar tudo pra trás quando for necessário...E ainda tem seus poderes que agora que estão aparecendo e podem metê-lo em confusão..


Continue lendo em http://garotapaidegua.blogspot.com/
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spoiler visualizar
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Rodox 30/12/2010

Melhor do que o esperado
Eu achava que ia gostar do livro e tudo mais, porém não pensei que eu gostaria tanto desse livro. A escrita é envolvente, de frases curtas e diretas (o que eu estranhei por um tempo) e o Quatro é um personagem bem interessante. A realidade que ele vive é um tanto intrigante, imagina viver sua vida fugindo.

Loric parece ser um planeta muitooooo booom pra se viver, literalmente mágico. E você sente raiva dos Mangadorians por ele terem destruído algo tão belo.

O livro é dificil de largar, quando você ler vai entender o que eu quero dizer. E espero que a química que existe entre o Quatro e a Sarah aconteça no filme.

A uma observação para o final, ele ficou meio confuso. E eu senti um pouco de falta de presença do Quatro no final, vocês vão entender. Mas mesmo assim o livro é um MUST READ!
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guicepeda 06/02/2011

Resenha: Eu Sou o Número Quatro
Eu Sou o Número Quatro já começa em ritmo de aventura. A historia se passa na Terra, e narra a trajetória dos Loren, pessoas de Lorien, um povo alienígena de um planeta distante que se refugiaram na terra para escapar das garras dos Mogadorians, raça que destruiu seu planeta natal.

Dez Anos atrás os Garde (aqueles que desenvolvem os Legados ou “poderes”) fogem para a Terra com os seus respectivos Cêpans, uma espécie de “Protetores” que tentam mantê-los a salvo, e ajudá-los a desenvolver seus poderes. Os Garde tem poderes (Legados) que se desenvolvem de diferentes formas, podem voar, outros controlar os elementos, alguns se tornarem invisíveis (assim como o Vô do número 4) e falar com os animais.

Não vou falar muito aqui pra não acabar com a graça da historia, mas a base do livro é isso. A Narrativa é muito bem elaborada, e mesmo em inglês, o autor Pittacus Lore nos coloca em uma “montanha russa” de emoções, de momentos trágicos a situações hilárias que fazem o leitor ( no caso eu) rir sozinho.

O Numero Quartro, ou John para os íntimos, é o personagem principal da trama (duh, é o nome do livro também neh) . Vive mudando de cidade para não atrair a atenção Mogadorians , é cheio de duvidas e ao mesmo tempo decidido , e a única certeza que ele tem é que Um, Dois e Três já foram mortos , ele é o próximo. Sarah, a mocinha indefesa, ex líder de torcida e par romântico de John, se vê em um triangulo amoroso entre John e Mark, Quarterback do time de futebol Americano da escolar de Paradise, no estado de Ohio. Mark tem seus momentos, e mostra que não se pode julgar o livro pela capa, é o típico valentão arrependido, vo acabar dando mais spoilers aqui, enfim.

Continue Lendo em : http://bit.ly/e6s4Hs

By Guilherme
Burn Book
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Isa 24/03/2011

I Am Number Four - Pittacus Lore
Tudo começou em um planeta chamado Lorien. Esse planeta foi invadido por habitantes do planeta Morgadore, os Morgadorian, durante um festival de fogos de artifício. Alguns conseguiram escapar; outros não. Os que conseguiram embarcaram em uma nave rumo à Terra, e essas pessoas foram numeradas até o nove para dificultar a "caçada" dos Morgadorian.

Confira a resenha completa aqui: http://eu-amo-ler.blogspot.com/2011/03/i-am-number-four-pittacus-lore.html
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Sora Seishin 19/11/2010

meujardimdelivros.blogspot.com
In the beginning, we were a group of nine.
Three are gone, dead.
There are six of us left.
They are hunting us, and they wont't stop until they've killed us all.
I am Number Four.
I know that I am next.

>> Leia a resenha em: http://meujardimdelivros.blogspot.com/2010/11/i-am-number-four.html
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Murphy'sLibrary 19/01/2011

Você pode chamá-lo Daniel Jones, ou melhor, John Smith—mas você também pode chamá-lo de Quatro, porque é quem ele realmente é.

Dez anos atrás um grupo de 19 pessoas vindas de Lorien chegaram na Terra. Lorien é um dos 18 planetas capazes de ter vida no Universo. Eram 9 crianças e 10 adultos, e eles estavam fugindo dos Mogadorians, pessoas de Mogadore, outro planeta. Lorien enfrentou os mesmos problemas que a Terra enfrenta agora—poluição, superpopulação, aquecimento global, escassez de comida—, e começou a morrer. Os Loric—pessoas de Lorien—decidiram se comprometer a assegurar que o planeta permaneceria auto sustentável pra sempre, mudando seus estilos de vida, destruindo tudo o que poderia ser nocivo—armas e bombas, químicos tóxicos, poluentes—e com o tempo o dano começou a ser revertido.

O grupo havia acabado de ver Lorien ser destruído pelos Mogadorians, e vieram para a Terra para se refugiar. Um dia, eles lutarão contra os Mogadorians e retornarão para Lorien, para reconstruir sua casa. Os Mogadorians destruíram Lorien porque estavam enfrentando os mesmos problemas que a Terra tem agora—mas ao contrário dos Loric, os Mogadorians decidiram abusar dos recursos de Lorien para manter seu planeta vivo. Enquanto o dia em que eles lutarão contra os Mogadorians não chega, eles vivem misturados entre os humanos.

No grupo havia nove crianças, os Garde, aqueles que desenvolvem os Legados, ou poderes. Seus poderes podem ser os mais diversos—voar, controlar elementos como fogo, vento ou luz, se tornar invisíveis, mover objetos com a mente, e mais—e eles são os Loric que lutam contra os Mogadorians. Os Legados dos Garde não se desenvolvem até que eles tenham por volta de 15 anos—o que significa que eles tiveram que esperar até que estivessem crescidos pra lutar. Um Cêpan é designado para cada Garde: os Cêpans são também conhecidos como Protetores, eles ajudam os Garde a entender a história de Lorien e desenvolver seus poderes. Os Cêpans costumavam governar Lorien, enquanto os Garde defendiam o planeta.

Número Quatro tinha cinco anos de idade quanto ele chegou na terra com Henri, seu Cêpan. Por dez anos ele tem se escondido com Henri, se misturando entre os humanos, sem ficar por muito tempo no mesmo lugar, eles não devem chamar a atenção—nem dos humanos, nem dos Mogadorians. Eles não sabem onde os outros oito Garde e oito Cêpans estão, e é assim que deve ser. Os Garde estão sob um antigo feitiço: eles são nove, cada um recebeu um número, e os Mogadorians não podem tocá-los ou machucá-los, a menos que eles já tenham matado os números antes do seu. Se eles se reunirem, o feitiço se quebra e os Mogadorians podem matar todos—independente de quais sejam seus números.

John é o Número Quatro. Ele sabe que Número Um, Dois e Três já foram mortos, porque tem uma cicatriz no seu tornozelo direito representando a morte de cada um deles. As cicatrizes apareceram logo após cada um deles foi morto, então agora eles sabem quem é o próximo alvo. E esse é John, uma vez que ele e Henri se mudam para uma cidadezinha chamada Paradise, no estado de Ohio. Agora eles sabem que não devem ficar lá por muito tempo, então eles não podem chamar a atenção, mas quando John se vê em encrenca em seu primeiro dia de aula, os planos começam a dar errado.

Eu amei Eu Sou o Número Quatro. Adorei a história do Número Quatro, e tive problemas pra colocar o livro de lado—mas eu tinha que dormir, e eu tinha que trabalhar. E eu também tive problemas pra fazer essa review [risos] Ficou muito comprida, mas quando eu assisti o trailer do filme pela primeira vez tudo o que eu queria saber era: quem diabos é Número Quatro? De onde ele veio? Por que ele está aqui? Então quando eu terminei de ler o livro eu já sabia que eu contaria isso a vocês nessa review. Há muita tensão e ação nesse livro, perto do final a ação meio que não para. Quando você acha que nada pode piorar, fica pior! É cheio de clichês? É claro que é! É um livro sobre alienígenas andando entre nós, se você não espera clichês, nem perca seu tempo lendo.

Quanto falta pra The Power of Six, a sequência de Eu Sou o Número Quatro sair? Agosto de 2011 não vai chegar rápido o suficiente!
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Rebeca 09/04/2012

Cenas de ação cheia de awesomeness temperadas com um romancezinho sem sal, só pra balancear.
Conheço muita gente que desconhecia a existência desse livro, acho que todo o seu brilho foi ofuscado pelas telonas que exibiam um Alex Pettyfer descamisado (ótimo filme, by the way).

O livro conta a história de um garoto que conhecemos como John Smith - cujo nome verdadeiro só Deus sabe. O planeta de origem de John - Lorien - teve sua população dizimada e seus recursos naturais esgotados por aliens nada amigáveis conhecidos como Mogadorianos (ou Mogs, para os íntimos).

Para fins de "continuação da espécie" os lorienos escolheram salvar nove Gardes e seus Cêpans (guardiões e mentores) e enviá-los para a Terra, a fim de se tornarem fortes os bastante para salvarem Lorien. Os Gardes possuem habilidades, digamos, excêntricas, uma espécie de superpoderes (mãe, também quero poder ter habilidade de telecinesia!).
Para a maior proteção dos Gardes, eles foram separados e enumerados, assim os Mogadorianos só poderiam matá-los em ordem.

Após a morte dos três primeiros Gardes, e o repentino aparecimento de uma cicatriz em sua canela durante uma festa num barco, John Smith - o nosso querido número quatro - se vê forçado a fugir mais uma vez com Henri (seu cêpan) para Paradise - Ohio, que de "paraíso" só tem o nome. Lá ele vai se apaixonar por uma humana sem sal, arranjar um amigo nerd e socar todo o time de futebol, várias vezes. (Bernie Kosar, te amo ♥).

O livro é narrado em primeira pessoa e no presente. Sim, no presente. Eu estranhei um pouco no início da leitura, mas depois de me perder no desenrolar da história eu me adaptei facilmente.
Eu sou o número quatro foi muito bem recebido no exterior, mas não tanto aqui na nossa terra - que tem palmeiras, onde canta o sabiá - não sei ao certo o porquê, já que para mim o livro proporcionou o entretenimento que eu buscava.

Alguns personagens podem parecer bastante desnecessários, rasos, sem sal nem açúcar ou açucarados demais, mas todos exerceram - e muito bem - o seu papel na batalha contra os Mogs.(Menos a Sarah, ainda não descobri muito bem qual era o papel dela; E aliás, que cenas de ação são aquelas? A-WE-SO-ME! Tudo bem que eu tive que reler algumas passagens com frequência pra ter certeza de que não perdi nada, mas as cenas ainda são incríveis, sério, daquelas que te deixam com o coração disparado, as mãos suadas e olhos arregalados.

Um fun-fact: Como é informado na orelha do livro "Pittacus Lore é o Ancião a quem foi confiada a história dos nove lorienos. Passou os últimos doze anos na Terra, preparando-se para a guerra que decidirá o destino do planeta. Seu paradeiro é desconhecido." Pittacus Lore é o pseudônimo usado por James Frey e Jobie Hughes e acredito que ainda terá muita importância nos próximos livros da série.
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Henri B. Neto 16/10/2011

Resenha: I Am Number Four
A primeira vez que eu ouvi falar de ''I Am Number Four'' foi no ano passado, em uma resenha (não me perguntem quem foi quem fez, nem o blog, por que a minha memória é horrível!).
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Ele poderia muito bem ter passado despercebido para mim se a autora (sim, eu me lembro que era de uma garota!) não tivesse utilizado uma frase mágica: ''Se você era fã da era High School das primeiras temporadas de ''Smallville'', com certeza ''I Am Number Four'' foi feito para você...'.
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Vejam bem, eu sou um eterno saudosista das eras originais de Smallville... Por mim, a série teria acabado no final da 3ª temporada (aquele desfecho seria perfeito - e ''linkava'' direitinho com o universo das HQ's). Porém, quando os criadores decidiram dar um novo rumo para as ''origens'' do Superman, eu meio que fiquei órfão do mesmo jeito - já que eu não veria mais o meu alienígina (AKA super-herói) preferido tentando se ajustar no Colegial e ganhar o coração da Rainha do Baile.
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Então, já daí vocês devem terem percebido qual foi o efeito que esta simples frase causou em mim... Nem preciso dizer que, assim que comentei no blog (putz, por que eu não me lembro qual foi?! ), eu saí pela net e comecei a caçar informações sobre à história. No mesmo dia, eu consegui ler outras três resenhas, descobrir que a história estava sendo adaptada para o cinema, ver o primeiro teaser-trailer e ser inforamdo que a Editora Intrínseca iria lançar o volume por aqui.
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Nem preciso dizer que eu (me desculpem o termo chulo) enchi o saco da editora através do twitter para saber quando eles iriam resolver publicar a tradução. Mas, no fim, a minha ansiedade ganhou e eu não consegui esperar por uma resposta... Acabei comprando o livro em inglês mesmo e comecei a ler ele assim que chegou aqui em casa.
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No mesmo dia, mergulhei na história de Quatro, um dos nove sobreviventes do planeta de Lorien, que veio para Terra tentar fugir dos Mogadorians - uma raça alienígina ambiciosa e malígna, que rouba os recursos naturais de outros planetas, depois de quase destruírem o próprio. Para proteger os nove Loriens restantes, as crianças fogem acompanhadas por seus Cêpans (uma espécie de guardião sem poderes, cuja a missão é proteger e treinar os Gards - os Loriens que desenvolvem dons sobrenaturais) e sobre elas são lançadas uma espécie de ''encanto'' - onde os nove só podem ser assassinados em uma certa sequência numérica.
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Logo de cara, descobrimos que os três primeiros Loriens da ''lista'' já morreram, e que o Quatro é o próximo (frase redundante...). Tentando escapar dos Mogadorians, ele e seu Cêpan, Henri (nome lindo! *-*) mudam-se às pressas para a pequena cidade de Paradise, Ohio, para se esconderem e levarem uma vida mais discreta.
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Quatro, agora apelidado de ''John Smith'', de primeira pensou que não ia se acostumar com a nova vida. Afinal, o que uma cidade pequena no meio do nada poderia oferecer?... Só que logo ele viu que estava enganado. Já no primeiro dia de aula, ele conhece o Sam (um nerd louco por histórias de ET's e que vira de cara um sério candidato à ser seu melhor amigo - coisa que ele não teve muito neste tempo aqui na Terra), a Sarah ( a Garota-Mais-Bonita-da-Escola e que por acaso parece estar se interessando DEMAIS nele), o Mark (o Capitão-Poular do time da escola, que é o ex-namorado da Sarah e um idiota de marca maior) e - é claro - o (já famoso) cão Bernie Kosar.
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Isto para mim foi um prato cheio. Ao longo das páginas, eu me deliciava com a história contada no livro, e podia dizer claramente que eu já estava fisgado pela narrativa do John - hora dividindo as suas atenções para sua vida ''normal'' no Ensino Médio, ora aprendendo mais sobre o seu passado e suas habilidades sobrenaturais.
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Só que eu não contava com uma coisa: Duas semanas depois que eu iniciei a minha leitura, a editora Intrínseca resolveu publicar o livro aqui no Brasil. Com isto, a blogosfera literária se encheu de resenhas e eu, como sempre, não consegui conter a minha curiosidade e li mais do que deveria.
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Depois de algum tempo me alimentando só de Spoilers e opniões alheias, tudo aquilo acabou me saturando. Sempre que eu pegava o livro para ler, a história não me prendia mais - sem falar que os comentários ''maldosos'' (por falta de uma palavra melhor) de algumas críticas acabavam me enchendo a cabeça, e com isto, eu deixava o livro de lado. E foi assim durante quase um mês inteiro - até que eu decidi que aquela situação já estava ficando ridícula!
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Afinal, eu estava gostando da história... Os personagens tinham me conquistado, e não seria a opnião alheia (e contrária) que iria mudar isto (vide o caso ''Crescendo''). Foi então que a minha leitura retomou o seu ritmo normal. E o ''problema'' foi superado TÃO bem que, quando eu menos percebi, eu já estava virando a página final - em estado de transe com as derradeiras cem páginas, não acreditando que o livro tinha acabado. O que me fez perceber que, ao enrolar com o livro, eu acabei me apegando ainda mais à ele. Se antes ''I Am Number Four'' seria apenas mais uma leitura divertida, agora com certeza ele havia entrado de supetão na minha lista de ''Must Reads'' (que, quem conhece, sabe que é MUITO seleta).
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Mesmo tendo lido o livro durante quase dois mesmes, eu não queria ter de me separar dele. Porém, agora que ''acabou'', tudo o que me resta é me controlar o máximo possível e esperar por ''The Power of Six'', o segundo livro da séire, que deve ser lançado ainda este ano nos EUA (e que eu, mais uma vez, não vou esperar e irei comprar em inglês mesmo).
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Henri B. Neto
''Na Minha Estante''
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v. 08/03/2011

I Am Number Four
Nove crianças são enviadas a Terra, após seu planeta, Lorien, ser destruído. O ''nome'' das crianças são números... Mesmo na Terra os invasores de seu planeta, os Mogadorians, estão à procura dos sobreviventes, no entanto, eles só podem ser mortos em ordem. Número um, dois e três estão mortos, próximo é Número Quatro.
John Smith, Número Quatro, com seu Cêpan, Henri mudam frequentemente de cidade, e dessa vez se mudam da Flórida para Ohio, e lá o que parecia calmo, pode não ser mais.
Eles podem parecer como você, mas não são.

Li o livro em inglês e achei fantástico! Foi meu primeiro livro em inglês, mas foi mais fácil do que imaginei.
A história é simples, e vai tomando forma aos poucos, ficando impossível parar de ler. Me encantei com Bernie Kosar e com o Número Quatro (John Smith), Número Seis também, apesar de aparecer pouco, e o Henri...
Mal posso esperar pela continuação ''The Power of Six''.

Recentemente foi adaptado para o cinema, produzido por Michael Bay e
Steven Spielberg.
http://www.youtube.com/watch?v=g5djHG3hPu0
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Ynnah 24/04/2011

OMG é ótimo!
Peguei pra ler e depois assistir o filme. li em dois dias pq eu tinha que terminar antes de assistir né!
Então, eu adorei! Me assustei, torci, chorei (muito), vibrei com as conquistas e tudo um pouco. A escrita, a história, é perfeito! gostei muito mesmo!
Conta a história do Numero 4 (John Smith). São nove. 3 ja foram encontrados e estao mortos. O que resta pra ele é continuar fugindo como ele fez por 10 anos já, junto com Henri, seu guardiao, mestre, algo do tipo.
Eles sao do planeta Lorien que foi destruído pelos Mogadorians, pq os recursos do planeta deles tinham acabado e o planeta mais proximo pra eles pegarem as coisas era Lorien. Todo mundo morreu lutando e 9 crianças e seus respectivos guardiães vieram pra Terra e tinham que fugir desses Mogadorians que querem matar, acabar com todos de Lorien pra eles nao voltarem pra lá e reconstruir o planeta.
John Smith na sua ultima mudança foi pra Ohio Paradise. Lá ele fez amigos, se apaixonou e tudo.
Nessa cidade ele vai dá de cara com os Mogadorias que estao em seu encalço pra matar.
Nesse tempo ele vai desenvolvendo poderes pra uma grande batalha que acontece.
O livro é eletrizante, nao tem uma hora que você nao fique "AI MEUDEUS OS MOGADORIANS, AI É AGORA SOCORR" tem muita açao, é emocionante e viciante!
[A] eu amei! Assisti ao filme. É muito bom também, mas o livro
é beeeeem melhor. Achei que o filme foi fiel ao livro, vale muito assistir! pra ver se o que vc imaginou ficou parecido no filme. Pra mim muita coisa ficou igual, outras que no livro sao bem mais assustadoras, mas ta valendo! E o modo como eles mudaram umas coisas deixou o filme muito bom também!
To doida pra ler o próximo! que promete!
Já é favorito o livro! muito bom mesmo!
Recomendo!
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Artur Cézar 05/07/2011

I Am Number Four. Livro simplesmente sensacional, com certeza vai pra minha lista de favoritos! Agora é aguardar Agosto, que é quando será lançado The Power Of Six, o segundo livro da serie Lorien Legacies. Uma da melhores series! *--*
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20/08/2011

Já adianto para quem não leu o livro, mas viu o filme, que este último é um pouco diferente do livro. Mas ambos são muito bacanas. E as diferenças não são absurdas. John, no livro, é um pouco mais novo. Tem só 15 anos. Mas a personalidade é a mesma: aparenta um adolescente normal, que se sente deslocado no ambiente em que vive e que está constantemente à procura do seu lugar no mundo, seja ele aqui ou em Lorien, seu planeta natal. E que quer de todo jeito levar uma vida normal. Ele está cansado de fugir sempre que aparece uma ameaça e ter que assumir uma nova identidade a cada lugar em que chega...


Mais em:natrilhadoslivros.blogspot.com

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Alex 14/09/2013

Resenha do livro: I AM NUMBER FOUR
EU SOU O NUMERO QUATRO é o primeiro livro da série ‘Os Legados de Lorien’,de Pittacus Lore. A história se passa na Terra,narrando a trajetória dos Loric,pessoas nascidas no planeta Lorien que se refugiaram no nosso planeta após sofrerem um ataque mortal dos Mogadorians, raça que destruiu seu planeta.Quando o planeta estava sendo atacado, nove Garde (pessoas com poderes) e seus Cêpan (seus mentores e protetores) são mandados para a Terra para treinarem e desenvolverem seus poderes,assim podendo reconquistar seu planeta.Seus poderes (Legados) podem se desenvolver de diferentes formas:alguns podem voar,outros controlar elementos,outros até virar invisíveis ou terem resistência ao fogo.

John, também conhecido como o Número Quatro é o principal personagem da trama(duh) e ele, assim como os outros Garde, vivem mudando de cidade para não atrair a atenção dos Mogadorians, pois o Número Um,Dois e Três já foram assassinados e ele é o próximo(como consequência de um encanto, os Garde só podem ser assassinados em ordem).Quando John chega em Paradise(Ohio) tudo começa a virar de ponta cabeça.

”O Número Um foi capturado na Malásia.

O Número Dois, na Inglaterra.

E o Número Três, no Quênia.

Eu sou o Número Quatro.

Eu sou o próximo.“

A narrativa é muito bem feita e fácil de se entender.O autor nos coloca em uma ”montanha russa de emoções”, de momentos frustrantes e trágicos em que o leitor tem vontade de rasgar o livro à situações hilárias!


site: Meu blog: http://cidadelivros.wordpress.com/
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