Quatro contos bizarros

Quatro contos bizarros Nathaniel Hawthorne




Resenhas - Quatro contos bizarros


8 encontrados | exibindo 1 a 8


Maitê 19/10/2021

4 contos excelentes com questões atuais sobre a sociedade e o olhar humano. Uma mancha no rosto barrando a perfeição, uma escolha faustiana, um médico desumano e um véu incompreensível.
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Leo 03/10/2021

4 contos bem escritos e desenvolvidos, personagens com personalidades e uma trama que lembra Edgar Allan Poe. Talvez você também sinta similaridade com Lovecraft, mas em virtude deste ter criado um panteão de criaturas únicas e ser uma referência tão grande, descarto essa comparação.
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Joao.Gabriel 20/09/2021

Gostei de todos os contos dele, sendo O Jovem Mestre Brown meu favorito. O que menos gostei foi A Filha de Rapaccini, mas não deixa de ser um ótimo conto
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Gutemberg.Monteiro 07/10/2021

Contos, de Nathaniel Hawthorne.
Confesso que não esperava muito desses pequenos contos, mas são bem escritos e contém várias passagens que deixam reflexão.
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Iasmim.Almeida 14/01/2022

Resenha contos bizarros.
O livreto apresenta quatro contos escritos por Nathaniel Hawthorne. São respectivamente, a marca de nascença, o jovem mestre Brown, a filha de Rappaccini, e o Véu negro do ministro - uma parábola. Cada conto traz pontos únicos e bizarros em si mesmo, mas de modo geral, todos apontam o comportamento humano que é facilmente induzido, corruptível e moldado, seja por inclinações boas ou ruins.

O primeiro conto; A marca de nascença fala sobre a personificação na perfeição em um ser humano, e de uma marca, estritamente feia, que mancha um ideal de perfeição.

O segundo conto; O jovem mestre Brown trata-se de uma ilusão, um engano na percepção e uma confusão entre realidade e fantasia, que resultou em um pacto.

O terceiro conto; A filha de Rappaccini trata-se de uma disfunção/ uma mutação do natural, em prol de um experimento horrendo, no mínimo.

O quarto conto; O véu negro do ministro - uma parábola - aborda de forma análoga o pecado e suas consequências; a morte. O véu espelha o pecado, este causa nojo e repúdio da congregação na medida que é exposto - posto ao rosto do pastor -. É um conto que vislumbrar à Cristo, o único capaz de nos limpar do pecado.
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Felipe Philipp 16/10/2021

De fato, Hawthorne sabe escrever, e escreve muito bem. O primeiro conto foi maravilhoso, A Marca de Nascença, quiçá um dos meus preferidos. Conto que demonstra bem o que uma obsessão pela perfeição pode levar, e como sabemos, nada no mundo é perfeito, nem mesmo a Natureza. Segundo conto, O Jovem Mestre Brown, o autor quer nos mostrar como falsas expectativas, podem literalmente nos levar a loucura, e nos enganar. Os diálogos nesse conto são fenomenais, eu não vou falar muito para não estragar. Depois temos A Filha de Rappaccini, aqui temos referência a Dante, o nome da filha é Beatrice, a amada e musa de Dante é Beatriz. Temos um jardim de Éden, um maniqueísmo entre ciência e natureza, uma tragédia estilo de Poe. E dentre vários trechos maravilhosos, esse eu amei: "Há algo mais verdadeiro e real do que aquilo que nós podemos ver com os olhos e tocar com o dedo.". O último conto, O Véu Negro do Ministro, uma crítica a hipocrisia puritana, todos somos pecadores e escondemos nossos pecados, aliás somos humanos, porém alguns preferem negar que somos pecadores, e que somos eternamente "puros".
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Thiago 14/11/2021

"Era estranho ver que os bons não se distanciavam dos ímpios".

Contos sombrios, inspirados no puritanismo estadunidense e nas transformações científicas do século XIX. Uma nuvem de suspense e terror contido percorre todos os textos.

O mais interessante é "O jovem mestre Brown". Aborda todo o horror que foi Salém e a caça as bruxas, o fanatismo, o medo, a desconfiança. Levados a cabo por pessoas, aparentemente, comuns.
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Fernando 16/11/2021

Contos simples
Apesar de alguns dos contos serem aclamados pela crítica, confesso que esperava mais.

Os personagens não me cativaram e as histórias também não.
Não sei se voltarei a ler livros do autor.
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