Uma rachadura entre nós

Uma rachadura entre nós Bia Sá




Resenhas - Uma rachadura entre nós


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Thay 12/04/2022

Uma rachadura entre nós!
Esse livro faz parte da Coleção Espectros de Roxo e Cinza, que possui protagonistas assexuais, o que já o faz ser bem legal (afinal, temos uma representatividade pequeníssima).
Gostei da idéia do universo, achei bem original, porém fiquei um pouco confusa na narrativa algumas vezes, por isso não aproveitei tanto.
De qualquer forma vale a leitura!
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sofia 06/04/2022

é uma leitura bem confusa, principalmente no começo, depois começa a fazer mais sentido, mas eu adorei a narração (por assim dizer) nunca tinha visto nada assim antes. o conceito da rachadura, a como o multiverso é usado é bem interessante.
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Lilica 02/03/2022

Eu amei a proposta do livro e ele cumpriu com ela maravilhosamente bem foi fluida leve e muito interessante a ideia que usou do multi verso foi incrível
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Jack 30/10/2021

Um sci-fi ace
Mais uma noveleta do projeto Espetros em Roxo e Cinza.
Esse eu tive a honra de poder betar.
Ele é uma historia tocante sobre uma mulher contando para os filhos como suas mães (avós das crianças) se conheceram em meio a descoberta de uma nova tecnologia.
É simplemente perfeito, cheio de perguntas que todo nós ja fizemos um dia e as respostas que aquele universo daria.
Um casal sáfico e acearo, uma história complexa e cheia de representatividade.
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Cicin 25/10/2021

Amei ler esse conto, conhecer a Flávia e Ursula foi incrível, e também amei a forma como o multiverso foi utilizado na história!
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Lethycia Dias 10/10/2021

Narrativa ousada sobre multiversos
Quando este conto foi lançado, fiquei bem curiosa com ele, não só porque nunca li nada da autora, mas também por causa do tema de multiversos, com o qual nunca me deparei antes.
A primeira coisa que preciso destacar aqui é a narrativa não-convencional que Bia Sá escolheu: em "Uma rachadura entre nós", conhecemos a história de duas jovens que são amigas de infância em uma realidade e que se conhecem apenas na adolescência em outra. Numa dessas duas realidades, as garotas se apaixonam e iniciam um relacionamento, e descobrimos como isso aconteceu a partir da narração da filha delas, que está contando a história a seus próprios filhos. O que lemos, então, é esse momento de "contação de histórias", da forma como ele se apresenta: de forma coloquial, com interrupções das crianças, com perguntas sendo respondidas e momentos da história sendo adiantados ou retomados. Lembro de ler poucas histórias narradas assim e considerei essa uma escolha bem ousada da autora.
O multiverso da história é mediado por um aplicativo de celular, que permite às pessoas a conexão com os habitantes de outros universos, inclusive suas "outras versões". Não há explicações para como isso passou a ser possível e elas também não são necessárias, mas há trechos bem interessantes sobre como as pessoas tiveram de se adaptar a essa forma de conexão, que são confrontadas com a visão dos filhos da narradora, que são acostumados a essa possibilidade.
Foi uma leitura bem interessante e diferente do que estou acostumada. Essa com certeza foi uma das minhas surpresas acompanhando a publicação dos "Espectros de Roxo e Cinza", e eu recomendo a leitura.

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