A Fortuna dos Rougon

A Fortuna dos Rougon Émile Zola




Resenhas - La Fortune des Rougon


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Aécio de Paula 25/05/2019

Série Rougon-Macquart# 01
(Releitura) Está série de 20 livros aborda o período turbulento do segundo Império francês. O período de 1851 até 1870. O escritor Zola, republicano e crítico do regime político imperalista, analisa com o seu método cientifico, o naturalismo, duas famílias que irão compor toda a série. Apenas um dos livros da série que ficou mais conhecido no Brasil foi o Germinal. Este livro é muito especial. Eu amei a leitura, os personagens, o estilo do autor. É inesquecível. Aluísio de Azevedo se inspirou nessa série para escrever os clássicos brasileiros: o cortiço, casa de pensão, o mulato. Uma editora dos anos 50 publicou toda a série do escritor francês.
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Gláucia 04/11/2015

A Fortuna dos Rougon - Émile Zola
Zola se inspirou em Balzac quando uniu seus livros dentro da Comédia Humana. Formulou uma árvore genealógica composta de 5 gerações da família Rougon (braço legítimo) - Macquart (braço bastardo). Escreveu 20 romances que tem como personagens os vários membros dessa família, criando um gênero literário com uma ideia central: de que o homem é fruto de sua herança genética e do ambiente em que vive. Esse gênero é o Naturalismo e se baseia em correntes filosóficas e científicas que o autor vinha estudando.
Publicado em 1870 esse é o primeiro volume da série, se iniciando com Adelaide Fouque começando a formação dessa família. Os personagens centrais são Pedro Rougon e sua esposa lutando para fazer fortuna em Plassans, província francesa fictícia, e seus irmãos bastardos. A ação se passa em 1851 precedendo o golpe militar dado por Louis Napoleão, derrubando a república. Retrata como as pessoas escolhem sua posição política de acordo com seus interesses. Intrigas, sangue, mesquinhez, egoísmo, brigas familiares, amor, revolução, ódio, traição e muito mais!
Destaque para Silvério, o jovem neto de Adelaide (ou tia Dide), adolescente que se deixa levar pelo ardor republicano e representa a inocência.


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