Infocracia

Infocracia Han B.C.
Byung-Chul Han




Resenhas - Infocracia


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Hugo Sales 14/09/2023

Fome de conhecimento
O livro se propõe a observar e tecer uma análise pertinentes sobre a sociedade atual, voltando-se para os ataques à democracia e como a internet e as redes sociais, com as vendas de informações, atuam no enfraquecimento dela.

Não é aprofundado, mas oferece um bom conhecimento e, principalmente, cita uma gama considerável de autores e livros ? o que deixa a gente empolgado para estudar mais sobre os temas citados.

Gostei muito da parte em que o Byung-Chul Han comenta sobre o Trump. O que funciona, de certo modo, ao Bolsonaro.

Informação, hoje em dia, é poder. A guera é pra ver quem tem mais informações (extraídas das mídias sociais e internet) e, consequentemente, quem tem mais poder.
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Arte 365 20/02/2023

Porrada no estômago
Brilhante e lúcido. Por que as fake news dominam o mundo digital? Por que a infografia é um perigo para a democracia? Essas são apenas duas questões que Buyng-Chul Han aborda nesse ensaio.
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Trindade 25/11/2023

Informações não significa liberdade
A complexidade da relação entre acesso à informação e liberdades individuais torna-se mais evidente quando consideramos a aparente contradição entre o aumento das informações disponíveis e a potencial restrição das liberdades. Embora inicialmente se acreditasse que um maior acesso à informação naturalmente levaria a escolhas mais fundamentadas e, por conseguinte, a maior liberdade, a discussão contemporânea agora se concentra na qualidade dessas informações.

É crucial reconhecer que as grandes empresas de tecnologia exercem significativo controle sobre o que é considerado liberdade e o que é trazido à atenção pública. Uma preocupação emergente reside na capacidade dessas corporações em influenciar ativamente a opinião pública por meio de algoritmos. Por exemplo, se o CEO de uma empresa não simpatiza com o presidente de um país, há a possibilidade de que algoritmos sob seu controle possam manipular a percepção pública em favor de seus interesses.

Além disso, a dinâmica atual do compartilhamento de informações destaca que o que está sendo comercializado não é simplesmente informação objetiva, mas perspectivas e desejos subjacentes a determinados interesses. Isso levanta questões sobre a imparcialidade e a integridade das informações que consumimos diariamente, uma vez que o ponto de vista de quem controla as plataformas pode influenciar significativamente a formação de opiniões.

Em suma, a interseção entre acesso à informação, liberdade e controle tecnológico evidencia uma complexidade crescente, exigindo uma análise cuidadosa das ramificações sociais, políticas e éticas associadas a esse cenário.
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Cristiano 28/03/2024

Confuso
A leitura é confusa e, por vezes, faz com que o leitor se perca na informação que o autor deseja passar. Possui fatos interessantes, mas estes poderiam ser relatados de forma mais clara.
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Kaliane 25/01/2023

Livro incrível
É uma leitura que super recomendo. O autor trata de temáticas bem atuais, como as Fake News e aborda o impacto delas e outros aspectos que prejudicam a democracia.

Seus exemplos com base em 1984 de George Orwell proporciona uma melhor compreensão, já que faz comparativos bem exatos e simples.


Está bem fundamentado e achei fácil de entender, é um livro pequeno mas bem completo.

Recomendo para profissionais da informação e voltados para a área de tecnologia. Mas o público geral também vai gostar.
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Beatriz3345 10/06/2024

Necessário, apenas ??
Pense num livrinho crítico, gosto muito dos ensaios do Han, e nesse em especial, ele chama a atenção para o nosso entendimento crítico da realidade e como estamos nos perdendo diante de tanta informação automática. Uma verdadeira crise de informação e uma uma crise na democracia. Infelizmente diante do nosso novo cenário global e digital, não é possível mais voltar atrás, por isso precisamos nos educar mentalmente, tentar estabelecer limites, esse mundo de produtividade, de pessoas que negam e não querem sentir dor ou só consomem informações, se estiverem de acordo com a sua visão de mundo, é um desserviço para nós mesmos. Ninguém aceita uma ideia ou opinião que não seja a sua, isso é irracional.
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Killer.Queen 29/04/2024

Mudou toda minha percepção e abriu meus horizontes
Eu não acreditava nessa história de "Livros que todos devem ler" até o momento em que li esse livro. Extremamente necessário para entender os efeitos do capitalismo informacional, e principalmente a nossa realidade, a chamada Era da Informação, uma era pós-factualidade em que a verdade deixou de existir. Eu acho que terei que reler esse livro pelos menos mais 2 vezes para absorver de fato o texto que li, tamanha a obesidade de informação de texto.
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Agnaldo 09/03/2023

Livro ímpar
Um livro necessário para a sociedade contemporânea, pois aborda a questão das redes sociais e massificação das informações de forma muito didática. Além disso, traz reflexões importantes acerca das ameaças do modelo emergente (infocracia) ao modelo democrático.
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Nathássia 28/06/2023

Leitura para pensar a atualidade
Livro que nos ajuda a pensar o mundo digital, principalmente as redes sociais, os novos modos de fazer política e as fake news.
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Claudia Souza 30/06/2023

Compreendendo a atualidade..
Pensar no contexto informacional atual, é notar que o ato de comunicar não é tão simples, pois todo processo é pautado por tecnologia de informação e comunicação , somados a intencionalidade dos discursos. Livro muuti importante!
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Fernanda.Lopes 11/07/2023

Concordo, pero no mucho
O Han é ótimo e em Infocracia ele faz uma boa análise do perigo do domínio do digital para a democracia. Mas não sei se concordo com tudo o que ele afirma, especialmente o tom alarmista e fatalista que ele assume.

É um bom livro, mas não um dos melhores dele.
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Karina.Rocha 03/10/2023

Interessantíssimo
"A democracia está em perigo onde quer que cidadãos interajam com robôs de opinião, se deixando manipular por eles, onde quer que operadoras, cuja procedência e motivos são completamente ocultos, interfiram e se intrometer nos debates políticos."
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Gustavo.Martins 23/01/2024

Sociedade da informação
Byung-Chul Han é um filósofo contemporâneo muito atento para os problemas do nosso século. Nesse livro, Infocracia, ele descreve como a sociedade moderna tem perdido seus fundamentos e a democracia tem desmoronado digitalmente. O regime disciplinar foucaultiano, opressivo, não é suficiente para adestrar o ser humano na nova ordem liberal de produção e reprodução do capital, que precisa de um homem livre, ou que o pensa assim ser. O meio digital, como meio de livre circulação da informação digital, proporciona o meio de reprodução desse homem moderno, dominando seu campo cognitivo, sua gramática, sua estética, e seus desejos. Na esfera pública, o homem político foi se alterando com as mudanças dos meios de comunicação. A era livresca estimulou o debate público complexo. A televisão e o rádio criaram um ser político performático. E as mídias digitais criam memes. As redes sociais não estimulam o debate e a ação discursiva, mas antes geram informações, toneladas de informações, que inundam o feed dos usuários como estímulos, potencialmente comercializáveis, e de pequena duração. Não narram o mundo. Não tem tempo de vida. Não se estabilizam enquanto ideias duráveis. Esse é o papel da verdade, que fundamenta o mundo social, e a informação toma lugar da verdade sem ser capaz de narrar a realidade. A informação de hoje não conversa com a informação de ontem, não tem passado, futuro ou história. Só o que existe é o momento presente. As informações comandam na era da pós-verdade. Mas a democracia precisa do embate de ideias na esfera pública para sobreviver, precisa do compromisso com a verdade. Na pós-verdade não se é possível existir verdadeira democracia, só sobra o governo da informação, a infocracia.
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eurenato 31/12/2023

Inquietações em excesso
Neste ensaio de Byung-Chul Han, o filósofo das angústias contemporâneas, o foco está na maneira em que a coleta de dados têm tomado a centralidade da sociedade transformando o comportamento dos consumidores (já não mais cidadãos pois apátridas, já não mais indivíduos pois massificados) em verdadeiras fazendas de coletas de informações pessoais. Como um gado, animais de consumo e de dados (e há muitos gadgets e microfones e instrumentos de coleta como na foto)
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Muita coisa em poucas páginas: infodemia, bolhas-filtro, tribalização das redes, sociedade paliativa. Um agrupado de seus conceitos para indicar o quanto o comportamento vicioso de consumir e produzir "conteúdos" é uma compulsão pela comunicação sem escuta. A escuta atenta é substituída por uma mais reativa (o impulso pelo reagir). Compreendemos o outro cada vez menos, mas ocupamos um semelhante horizonte de subentendimentos que nos permitem conviver minimamente (compartilhamos e consumimos memes em comum, reagimos a conteúdos similares, então, julgamos nos conhecer).
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Costumava me apegar na máxima de que "o real resiste", mas me angustia cada vez mais perceber um novo niilismo baseado no descrédito do que conhecíamos como verdade. O "mundo comum" se esfacela diante das distintas fake news que criam realidades sobrepostas, uma personalização algoritmica e personalíssima da realidade onde cada um parece receber um conjunto de fatos.
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