Sandman: Prelúdios e Noturnos

Sandman: Prelúdios e Noturnos Neil Gaiman




Resenhas - Sandman: Prelúdios e Noturnos


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Herandy 17/05/2012

Essa resenha é uma pequena parte da que se encontra no meu blog:
http://www.todatrama.com/2012/05/sandman-preludios-e-noturnos-neil.html

Sandman – Prelúdios e Noturnos já é considerada uma edição legendária, seja por ter esgotado tão rápido na época em que foi publicada ou por seu acabamento de alto luxo. Ela foi lançada há alguns anos e não deixa a desejar às grandes edições publicadas hoje - facilmente digo que ela é a menina dos olhos de toda minha coleção.

Nessa edição estão as primeiras histórias de Sandman, personagem que a editora pediu para que Gaiman refizesse sua origem. Esse novo recomeço pouco tem haver com aquele tradicional dos anos 40, ganhou uma nova identidade e um novo jeito de se contar as histórias. Podemos dizer sem medo algum que essa nova maneira deu muito certo. Ao lado de grandes nomes que o auxiliam, Neil Gaiman, conseguiu escrever a sua melhor obra ate então - uma obra-prima.

Na primeira edição conhecemos Sandman, ou Morpheus, Senhor do Sonhar da família dos Perpétuos, que logo no início é aprisionado por um mago que rouba todos os seus apetrechos e armas. Acompanhamos sua jornada em busca de seus artefatos que levam seu poder aprisionado.
Indo a Londres e conhecendo John Constantine, enfrentando perigos que nem mesmo o mago loiro seria capaz de imaginar. Vamos juntos enfrentar as hordas do inferno em uma batalha já épica em todos os níveis. Chegando a contracenar com heróis e vilões do universo tradicional da editora DC Comics sem que isso afete negativamente a qualidade das histórias. Conhecemos um dos membros da família de Sandman e por mais distante que eles possam parecer acabamos nos identificando com tais personagens.

Indispensável e épico, aconselhadíssimo para quem já conhece Neil Gaiman e as histórias de Sandman, como para aqueles que nunca tiveram uma oportunidade de aprecia-las.
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Tito 16/10/2010

Ouça. Ouça o poder do Sonhar em mãos erradas. Ouça a angústia de um mundo refém de seus pesadelos, ouça as coisas ruins deixando seus cantos secretos. Ouça um mundo de dor. Ouça.
Brilhante.
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Sarah 08/01/2011

Pode ser clichê dizer, mas não tem como negar: Neil Gaiman é foda.
Simples assim.
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ddagnoni 27/02/2010

Brilhante!
Para quem gostou da versão de luxo da Conrad, esta embora não seja luxuosa o conteúdo é excelente cheio de extras é uma ótima aquisição para quem não pode (não teve oportunidade) de comprar a edição de luxo. E a recolorização está como a versão Absolut Sandman lançada nos EUA. E para quem nunca leu o mestre dos sonhos, essa é a obra perfeita para começar a ler e compreender o enredo da estória.
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Shana 19/03/2011

Adorei encontrar Constantine na história, bárbaro!!!
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Coruja 23/03/2016

Como já disse anteriormente tanto na página do Coruja no facebook como aqui mesmo no blog, estou participando de um projeto de leitura e debate de Sandman de Neil Gaiman, capitaneado pelo Pipoca Musical.

Há tempos estava querendo achar uma desculpa para reler toda a série - pensei em fazê-lo ano passado, quando chegou The Sandman - Overture lá em casa, mas quando olhava para todos os volumes ainda não lidos na estante, batia um certo sentimento de culpa Fora que eu já tinha escrito extensamente sobre Sandman numa série de artigos em 2010.

No entanto, participar de um projeto que além da releitura ainda permitiria o debate da obra com outros leitores de Gaiman, e considerando ainda o cronograma bastante confortável para organizar a leitura, terminou por me convencer.

Não que eu precisasse de muito convencimento: fiquei tão empolgada com a coisa toda que até puxei a Dani para me desenhar uma Coruja Sonho, inspirada na Coruja de verdade em que Gaiman diz ter se baseado para criar os olhos do Príncipe das Histórias - ilustração essa que abre esse post e que servirá de selo para toda a jornada.

Mas, enfim, vamos ao que interessa! O primeiro arco de Sandman: Prelúdios e Noturnos.



O ano é 1916: estamos no auge da Grande Guerra e Roderick Burgess, líder da Ordem dos Mistérios Antigos, realiza um antigo ritual visando aprisionar a Morte. Contudo, algo dá errado no processo e outra criatura aparece no círculo de contenção, alguém que Burgess não demorará a identificar como o irmão de seu objetivo inicial: seu prisioneiro é Sonho dos Perpétuos.

A captura de Sonho traz consequências, claro: pelo mundo, pessoas mergulham num sono profundo do qual não voltam a acordar ou então se tornam simplesmente incapazes de dormir. Elas definham, passando pela vida sem realmente viver ou simplesmente enlouquecem. Fala-se no trauma da Grande Guerra; os médicos juram que se trata de um vírus.

Quebra da Bolsa, Segunda Guerra Mundial, bombas atômicas, Guerra Fria os anos vão se passando cada vez mais desesperadores, a famosa Era dos Extremos no dizer de um famoso historiador. Roderick morre. Seu filho Alex herda seu lugar na Ordem, bem como seu terrível prisioneiro.

1988, mais de 70 anos após a noite em que Sonho foi confinado, ele afinal consegue escapar. Seu primeiro ato é vingar-se de seu captor, ainda que tal ação quase exaura por completo suas forças. Retorna então ao Sonhar, seu reino, e é acolhido por Caim e Abel - a primeira história - de onde segue para seu castelo, o coração de seus domínios, que encontra em ruínas.

A ausência de Sonho causou uma devastação no Sonhar, além das consequências no mundo desperto. Para conseguir resgatar seu reino e suas força, ele precisa reencontrar seus três objetos de poder, que lhe foram tomados quando foi preso: a algibeira com areia dos sonhos, o elmo e o rubi.



Após invocar as três que são uma, as Hecataea, Sonho tem pistas suficientes para começar sua busca, iniciando a jornada com uma visita a ninguém menos que John Constantine, que estaria na posse de sua algibeira.

O elmo, ele encontrará no Inferno, num dos melhores momentos da história - um momento que define praticamente toda a série - e pela pedra dos sonhos, seu poderoso rubi, ele tem de batalhar com John Dee, o Doutor Destino. E assim, após uma dolorosa e estranha jornada, Sonho recupera seu poder e pode começar a consertar tudo aquilo que se degringolou em sua ausência.

Esse primeiro arco de Sandman, em especial os capítulos que envolvem a jornada de Sonho em busca da algibeira, do elmo e do rubi, são repletos de alusões e intertextualidade. É uma referência cruzada praticamente a cada página: os personagens da DC são óbvios, de Constantine à Liga da Justiça; Batman e o Asilo Arkham.

Mas Gaiman vai um pouco mais fundo que isso e se aproveita dos ganchos que lhe são dados pela própria DC. O melhor talvez seja a figura de John Dee - o Doutor Destino que se apresenta como cientista tem o mesmo nome do astrólogo, alquimista, filósofo ocultista, mágico e conselheiro da Rainha Elizabeth I, um dos mais interessantes e polêmicos personagens da Idade Média.

O John Dee original deixou vários escritos sobre ciências ocultas, citando, entre outras criaturas, um certo demônio chamado Choronzon. E Choronzon é justamente o nome do demônio com quem Sonho duela no Inferno. Conhecendo o estilo de Gaiman, improvável que seja essa uma coincidência...

O Paraíso Perdido de Milton e A Divina Comédia de Dante também parecem óbvias fontes para a criação do capítulo Uma Esperança no Inferno. E o Jogo da Realidade pelo elmo, guardadas as devidas proporções, lembra o duelo de Merlin e Madame Min em A Espada era a Lei.

A figura do Sandman já existia como personagem da DC antes de Gaiman assumir o quadrinho: em suas origens, ele era o milionário Wesley Dodds, um justiceiro que usava uma máscara de gás para esconder o rosto e uma arma de gás do sono para sedar criminosos. Antes da DC, porém, o Homem de Areia era personagem do folclore do centro e norte da Europa, tendo servido de inspiração para um dos mais famosos contos de E.T.A. Hoffmann em 1816 e ressurgindo, em 1841, nos contos de fadas de Andersen.

Que o Sonho de Gaiman deva mais ao folclore que ao personagem clássico da DC não é surpresa - qualquer um que já tenha lido algo do Gaiman sabe que folclore e mitologia são a base fundamental de quase tudo que ele escreveu. Mas é surpreendente a extensão que toma essa inspiração na série Sandman, mesmo partindo apenas desse primeiro volume.



Prelúdios e Noturnos abunda em referências mitológicas, com ênfase nesse primeiro momento na tradição judaico-cristã. Abel, ao se apresentar a Sonho, diz ser parte da primeira história, numa clara referência ao Gênesis bíblico. E do Gênesis estão quase todos ali: Eva, que surge apenas de relance; Caim e Abel que continuam a reproduzir o primeiro assassinato; e o próprio Lúcifer, o anjo caído, rei dos Infernos.

Que Abel se refira a Sonho como Príncipe das Histórias e a si mesmo como a primeira história é algo significativo, vez que ele introduz aqui de forma muito sutil um conceito que impregna quase toda a obra do Gaiman: a origem da religião é a origem de contar histórias. Esse é um conceito de que gosto muito e que é muito utilizado por Pratchett e também serve como base para outra série em quadrinhos de muito sucesso: Fábulas, do Bill Willingham,

A nota dissonante mitológica fica aqui pela presença das três bruxas que servem de Oráculo. A tríade de Donzela, Mãe e Anciã não é tipicamente associada às religiões patriarcais a que pertencem os personagens do Gênesis. Versões delas podem ser encontradas entre nórdicos e celtas, mas os nomes que Sonho lhe dá são ligados aos mitos gregos.

Clotho, Lachesis e Atropos, são os nomes que ele usa em sua invocação, as Moiras que enxergam o Destino de deuses e mortais, e que, curiosamente, Sonho também chama de as Três Graças, epíteto usado para um outro importante trio mitológico: Alecto, Megera e Tisífone, as Fúrias.

Considerando a forma como ele mistura as imagens das bruxas, como se evidencia que as três são uma só, as Moiras de Gaiman podem muito bem exercer também a função de Fúrias. Agora, as Fúrias, ou as Graças, ou ainda as Benevolentes são personagens importantes de uma série de peças do teatro clássico grego, especialmente do ciclo da Oresteia e relendo agora esse volume, não posso deixar de pensar que a aparição delas aqui é um prenúncio do que nos espera ao final dessa série.

Às Fúrias e à mitologia grega sei que voltaremos em arcos posteriores e não falarei muito mais sobre o assunto para não adiantar a história. Continuemos...



Como já disse antes, o capítulo em que Sonho viaja ao Inferno é um dos melhores e mais importantes momentos desse primeiro arco da série. O duelo entre Sonho e Choronzon se revela não como uma luta de poderes estrondosos, mas num plano bem mais subjetivo: o da imaginação.

Cada um deve contrapor ao outro algo que lhe seja superior, um conceito que seja capaz de devorar o outro, numa rápida série de respostas que se segue de forma quase ritualística até a cartada final de Sonho: Eu sou a Esperança.

A frase de Sonho não é apenas um jogo nesse momento. Não é uma coincidência que os anos de aprisionamento dele representem uma das épocas mais tensas e desesperadoras da História. O século XX foi marcado por duas Guerras Mundiais, várias convulsões sociais como a quebra da Bolsa e o espectro da guerra nuclear representado pela dicotomia entre EUA e URSS.

Ao escapar, Sonho traz consigo de volta a esperança: em 1988 já se estavam em conversas para dar fim à Guerra Fria, e um ano após ele deixar a prisão dos Burgess, ocorre a Queda do Muro de Berlim, um marco histórico representativo, justamente, de Liberdade e Esperança.

Contudo, há algo mais que Sonho encontra em sua viagem ao Inferno: a expectativa de Mudança. Sua resposta para Etrigan quando o demônio o recepciona, é que ele não acha que mudou, mesmo após tantos anos de cativeiro. Curiosamente, logo após essa resposta, Sonho é confrontado com uma jovem condenada chamada Nada, alguém que ele mesmo ordenou fosse presa no Inferno.

Não nos é dito que ofensa Nada fez ao Rei dos Pesadelos, mas essa é uma troca que nos permite observar que Sonho tem uma natureza bastante vingativa: ela é a segunda vítima que encontramos nesse arco de uma vingança de Sonho e é bom lembrar que ao amaldiçoar Alex Burgess, Sonho sabia que estava muito fraco, mas nem por isso adiou o que considerava ser uma justa contrapartida para seus anos de prisão.

A resposta para o apelo de Nada pode parecer confirmação de que Sonho nada mudou. Mas então, após recuperar todos os seus objetos de poder, encontramos o Perpétuo a alimentar pombos, em profunda melancolia.

E somos então apresentados à Morte.



Os sete primeiros capítulos de Prelúdios e Noturnos demonstram o vigor imaginativo de Gaiman e servem como um excelente arco introdutório, não apenas para o personagem, mas para as próprias intenções do autor para a série. Mas é o último capítulo, O Som de Suas Asas que faz esse volume ir de muito bom para espetacular.

Sonho está livre de novo, e recuperou seu antigo poder. Ele está pronto para retornar às suas atividades, para reconstruir seu reino e consertar o desarranjo que sua ausência causou. Contudo, ao reencontrarmos o Príncipe das Histórias aqui, ele não parece particularmente satisfeito com sua existência.

Tudo aquilo pelo que ele tanto ansiou em anos de cativeiro não é mais o suficiente para contentá-lo. Embora ainda não perceba, Sonho mudou, sim. Qual será o alcance dessa mudança e no que isso implicará para ele é algo que só descobriremos com o avançar da história.

Não há referências a personagens da DC em O Som de Suas Asas, sendo todo ele de interação entre Sonho e sua irmã mais velha. Morte faz Sonho enxergar além de seu marasmo, dando uma chacoalhada em suas crenças. Assim, ao acompanhar a irmã em um dia normal de trabalho, Sonho recupera seu próprio senso de propósito, completando assim o ciclo pelo qual passa ao longo de todo volume.

Morte é uma das personagens favoritas de praticamente todo mundo que conheço que tenha lido Sandman e não é à toa: para alguém que é a representação antropomórfica da morte, ela é extraordinariamente viva.

Em conclusão, tenho de dizer que Prelúdios e Noturnos é um ótimo arco e prenuncia muitos dos temas que se tornariam marca registrada do Gaiman. É uma história perfeitamente fechada, mas que dá margem à muita curiosidade sobre o que virá a seguir.

Agora é esperar abril para falarmos de A Casa das Bonecas.


site: http://owlsroof.blogspot.com.br/2016/03/lendosandman-arco-01-preludios-e.html
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Simas 12/08/2013

O Lorde dos Sonhos
Se você lê quadrinhos provavelmente já ouviu falar de Neil Gaiman. Se não lê também.
Com uma escrita profunda, poética, atemorizante, confusa, sombria, etc., etc., Sandman é uma das HQ's mais importantes da geração em que foi feita. Mais do que a arte por Mike Dringenberg, Sandman se destaca pela misticidade e histórias entrelaçadas. Terror, violência, sangue e caos compõem a obra, juntamente com episódios com o intuito de complicar a mente do leitor, alternando-se e ultrapassando as regras dos clássicos quadrinhos com um visual "organizado", em Sandman você vê quadros em cima de outros, na diagonal, em diferentes formas, cores mistas e que se divergem subitamente de um momento para outro (embora prevaleçam as cores escuras), imagens no pano de fundo de toda a folha, bordas especiais, e muitas outras características marcantes.
No início a leitura pode estranhar e ser confusa, porém, ao acostumar-se com a insanidade tão presente, a leitura flui e você vê que passa rápido.

Além disso, Neil Gaiman integrou personagens e locais de outras HQ's (que não são de sua autoria), como personagens da Liga da Justiça, o Arkham Asylum, o Dr. Destino, entre outros... Algo muito interessante.

Prós: personagens: características marcantes e seus respectivos diálogos e narrações; criatividade quanto à reformulação do Senhor dos Sonhos e criação de locais; integração com outras histórias; etc.

Contras: leitura confusa no início; mudança nos personagens: feições de personagens mudam perceptivelmente com a alternância de fonte de luz, ângulo de visão, e até mesmo de um episódio para outro.
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Isabela 25/04/2009

Em estilo de HQ, ou quadrinhos(nao sei bem como chama-lo), foi o primeiro que li, e foi muito para mim, pois gostei muito mesmo. O desenho e sombrio, a historia bem louca, do jeitinho q eu gosto!
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JH 02/05/2012

Valendo-se da mistura de lendas e super-heróis, os "contos" de Sandman descrevem um universo apaixonante de horror e magia. O apelo visual, com seus traços rebuscados e cores bem definidas, cooperam para passar a informação de que aquela história não é comum.

Em verdade, na primeira vez que peguei Sandman nas mãos, julguei-o mal feito justamente pelo estilo da arte. Mas, como é comum na literatura (e comics SÃO literatura), não se deve "julgar o livro pela capa".

Destaque especial para o clima punk-gótico dos anos 90, e também para a caracterização de personagens como a Morte, Lúcifer e o próprio Sonho.

Mal posso esperar para ler a continuação das histórias.
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Monique 15/10/2015

Muito bom!
Eu devo ter perdido o hábito da leitura, pois faz algum tempo que não.
Demorei para lê-lo e, algumas vezes, eu me perdia, pois ele cita muitos personagens no começo do Quadrinho e eu fiquei me perguntando "quem é quem, mesmo?".
Mas, é boa leitura que se lê rapidamente (para quem não perdeu o hábito).
Sandman teve suas ferramentas roubadas depois que foi preso por engano por um mortal ambicioso. Quando consegue se soltar, ele vai em busca delas para consertar seu mundo novamente. E é a partir daí que a narrativa toma forma.

Vale a pena lê-lo!
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Rodrigo.Trindade 09/08/2018

Um começo acidentado
Ainda que todas as edições tenham algo muito interessante a ser apresentado, com destaque para as histórias 24 Hours, The Sound of Her Wings e o final de A Hope in Hell, vejo ainda um Gaiman tateando para descobrir o que realmente quer fazer com estes personagens.

O produto no geral acaba sendo uma história competente, porem que não se utiliza das potencialidades da própria mídia dos quadrinhos ou do mundo que cria (por isso acho ser a historia mais fácil de ser adaptada para um filme da saga inteira.)

Gosto da arte de Sam Kieth, porém ele se da muito melhor em obras sem muito rigor anatômico, pois seu estilo de desenho é bem mais abstrato e cartunesco. Em Sandman se mostra confiante ao desenhar monstros e coisas parecidas, porém extremamente limitado com humanos e cenários. As artes feitas por Mike Dringenberg no final da edição são um alivio para as pálpebras.
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Keslley 25/10/2011

Genial!
Sandman é perfeito. Consegue pegar a essencia dos quadrinhos da DC e colocar uma pitada de mitologia, suspense e misterio. Neil Gaiman é simplesmente um Gênio!!!
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Cafecomtripas 21/06/2016

Preludios e Noturnos é a historia que abre a longa história do Sonho. A primeira vista, ela pode parecer bem simples: temos um personagem que vai em busca de objetos perdidos. No entanto, a partir do momento que paramos para para refletir sobre a narrativa, as imagens e os personagens, tudo começa a tomar forma e construir um mundo único e complexo. Um exemplo disso é a ultima historia desse arco, na qual o Sonho encontra a sua irmã, a Morte, e levanta uma serie de reflexões bacanas de uma maneira humorada. Ali Neil Gaiman consegue brincar com temas sérios sem grandes textos teóricos, apenas usando imagens e pequenos balões de texto.

Leia a resenha completa:

site: http://cafecomtripas.blogspot.com.br/2016/06/hqs-sandman-preludios-e-noturnos.html
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danigobbo 03/04/2018

Sandman
Acho muito chato não dar mais estrelas para o Neil Gaiman, mas eu queria tanto ter amado esse livro, e não deu. A não ser pelas referências inevitáveis de personagens conhecidos como Constantine, a história começa TÃO confusa para quem não sabe nada (e eu fiz questão de começar Sandman sem saber nada) que eu demorei mais do que gosto de admitir pra terminar esse livro.
Dito isso, a arte e a escrita são fantásticas, como era de se esperar, e acredito (ou quero acreditar) que foi uma boa base para que eu não me perca nas continuações e possa dar mais estrelas para elas, porque é um universo sensacional e fiquei curiosa pra conhecer mais.
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Na Literatura Selvagem 25/03/2016

Lendo Sandman - Prelúdios e Noturnos [1º arco]
É com imenso prazer que trago a vocês as minhas impressões sobre a leitura do primeiro arco de Sandman, Prelúdios e Noturnos, publicados pela Ed. Pixel. Sandman é um quadrinho de autoria de Neil Gaiman, e como sou apaixonada por tudo o que esse homem escreve, seria impossível não participar do Projeto de leitura organizado pelo blog Pipoca musical. Já tinha lido o início da história mas quis reler e continuar a saga, mesmo lendo online a partir de agora... Mas ainda 'sonho' [não resisti ao trocadilho] em comprar minhas edições pra ter na estante...

Em 1916 um grupo de magia negra aprisiona uma entidade [Sonho], numa tentativa de invocar a Morte. A entidade está está fragilizada e fica cativa por setenta anos. Durante esse tempo, houve uma epidemia mundial da 'doença do sono', em decorrência desse aprisionamento, e enfim identificaram o refém: Sandman, governante do mundo dos sonhos. Eles tiraram de seu poder 3 objetos valiosos: um elmo de metal, um anel de rubi e uma bolsa de couro com areia. Esses itens tem poderes importantes e em mãos erradas, o caos pode se instaurar...


leia mais em

site: http://torporniilista.blogspot.com.br/2016/03/lendo-sandman-preludios-e-noturnos-1.html
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