My Life Next Door

My Life Next Door Huntley Fitzpatrick




Resenhas - My Life Next Door


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Nii. 29/07/2012

My life next door é o livro de estreia da autora Huntley Fitzpatrick e conta a história de Samantha Reed, filha de uma senadora que está tentando se reeleger, que cresceu e foi educada ao lado da irmã, mas sem um pai, através de uma ideia perfeccionista de vida. A mãe de Samantha sempre fez questão de ter e ser o oposto da família do pai das filhas: uma casa organizada e com todos os papeis bem definidos.

Por essa razão Samantha se acostumou a admirar a vida dos vizinhos. A família Garret era o retrato da espontaneidade. Samantha sempre quis fazer parte de uma grande família, os Garrets eram o exemplo perfeito do que Samantha queria senti pelo menos uma vez. Nem mesmo conviver com ele era possível desde que a mãe de Samantha as proibiu de qualquer aproximação.

Mas em uma desses dias, em que a Samantha está admirando a família Garret, ela acaba surpreendida por um dele. A partir desse encontro tudo na vida de Samantha vai ser diferente. Conviver com eles vai trazer questionamentos que Samantha nunca se permitiu e decisões que podem mudar completamente a vida da sua família.

Tem duas partes bem diferente nessa história. A autora consegue retratar isso muito bem através da descrição das duas famílias. Os protagonistas não poderiam ser melhores!

Eu me irritei profundamente com os Reeds, tanto com a mãe quanto com a irmã da Sam – que era bastante ausente. A melhor amiga da Sam, a Nan, é mais qualificada como inimiga do que de fato amiga. Não fui com a cara dela desde o começo. Desse lado realmente só a Sam e Tim valem a pena. O Tim é o irmão da Nan – acreditem se quiserem – e é um personagem que cresce muito durante a história.

Já do lado Garret é difícil você não se apaixonar por eles. Sem exceção nenhuma. E olha que a família é grande. Dar para entender perfeitamente a fascinação da Sam por eles. Destaque para o Jase e o George – existe coisa mais fofa do que o George gente? Acho que não.
O livro além de todos os conflitos envolvendo a relação da Sam com a mãe, tem um romance muito bem desenvolvido entre ela e o Jase.
Daqueles que você acompanha com um sorriso bobo no rosto.

E quando eu pensei que a história ia ficar só nisso a autora vem com um acontecimento tenso para deixar o leitor vidrado esperando pela decisão da Sam.

Foi uma leitura ótima e com certeza recomendada! Para aqueles que não dispensam um bom romance e algumas doses de drama! E esse título não poderia ser mais perfeito para a história.
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Queria Estar Lendo 24/03/2015

Resenha: My Life Next Door
Para essa terça-feira nós temos a resenha de My Life Next Door (Minha Vida Mora ao Lado). Esse é o romance de estreia da Huntley Fitzpatrick, uma mãe de seis que já trabalhou no campo acadêmico e editorial da Harlequin. E, atualmente, meu YA preferido.

Mais uma compra aleatória que rouba meu coração! Achei o livro na amazon BR, em inglês mesmo, e não resisti. Coloquei no carrinho de compras e comecei a ler assim que chegou em casa. Foi a melhor decisão da minha vida! Aliás, foi o verão da minha vida!

Samantha mora em uma pequena cidade litorânea de Connecticut e é a filha mais nova de uma senadora, Grace Reed. No verão que antecede seu último ano no colegial, a mãe de Samantha está se preparando para as eleições de novembro e sua irmã está passando o último verão antes da faculdade em Vineyard, longe da família.

Os Reed são vizinhos dos Garrett, uma família com oito crianças e que é muito reprovada pela comunidade local. A mãe de Samantha especialmente. Ela odeia como eles são barulhentos, como deixam brinquedos espalhados pelo quintal e como eles lembram a família do pai de suas filhas, o homem que a abandonou grávida e com um bebê de apenas um ano.

Mas nada disso impede que Samantha, a filha perfeita, fique observando os Garretts da janela de seu quarto. Ela gosta de como eles são unidos e amorosos e felizes, de como as coisas parecem aconchegantes por lá. Tudo que não acontece na sua casa.

"Os Garretts eram minha história para dormir, muito antes de eu descobrir que faria parte dessa história."

Quando ela conhece Jase, é rapidamente dragada para dentro dessa numerosa e feliz família. Sam nunca foi tão feliz quanto nesse verão em que vive uma vida dupla.

Preciso dizer que no começo eu fiquei meio receosa, porque a própria capa do livro já anuncia. "A boy. A secret. A choice." e é claro que milhares de coisas passaram pela minha cabeça. Inclusive essa parte do segredo, que eu morri de medo de ser o mesmo dos milhares de outros YAs. MAS NÃO FOI!

Fiquei feliz também ao descobrir que esse segredo e essa escolha eram apenas uma parte da história, não ela toda, o que deu muito mais espaço para o desenvolvimento dos personagens. Foi feito de uma forma tão bonita e tão bem pensada que Jase e Sam não poderiam ter soado mais reais.

O livro tem esse senso de proibido até a metade da história, que deixa tudo tão empolgante e emocionante. E a Sam poderia ser uma personagem que eu odiaria facilmente se eu não estivesse na cabeça dela. Estar na cabeça dela durante todo o livro tornou a experiência incrível e acho que nunca me identifiquei tanto com um personagem do que fiz com ela, nem com a Cath em Fangirl ou a Bliss em Perdendo-me. A Sam era eu!

Ela não gosta de conflitos e tenta não fazer com que as pessoas se sintam mal. Ela raramente discute com a mãe, porque sabe que no fim não vai valer a pena e, por isso, é vista como a filha perfeita. Mas ela é muito inteligente, ela tem muito a dizer e quando ela está com os Garrets ela é a pessoa que sempre quis ser.

O Jase é incrível, nada daquele mocinho misterioso que quando você termina o livro fica querendo mais porque ainda não sabe o suficiente sobre ele - o que acontece em praticamente todos os YAs únicos quando eles não tem um pov. Você fica querendo mais do Jase simplesmente porque ele é incrível e real!

"Mas aqui está a verdade: nos filmes nunca é tão adorável quanto é aqui e agora com Jase."

Na parte dos Garretts, ainda, temos os dois irmãos mais velhos (o Jase é o terceiro) Joel e Alice, mas são os mais novos que roubam a cena. Os meninos do meio, Duff e Harry, não ganharam muito destaque, mas a menina do meio, Andy, e o mais novo, George, roubavam cenas!

Cada vez que a Andy abria a boca para falar ou vivia seu draminha adolescente eu não podia me impedir de sorrir para como Jase e Sam lidavam com isso, ou como o George É A CRIANÇA MAIS ADORÁVEL DO MUNDO.

Ele realmente rouba cenas, como no começo quando ele pergunta se a Sam vai casar com ele ou depois, quando ele diz que ela pode casar com o Jase, porque ele não molha a cama. O George sempre tem uma resposta incrível pra tudo e a maneira com a qual ele chama a Sam de Sailor Supergirl por causa do uniforme dela do trabalho é a coisinha mais adorável do mundo. Queria poder morder ele!

"O Jase vai casar com você?"
Eu começo a tossir de novo. "Uh, não. Não, George. Eu tenho apenas 17 anos." Como se isso fosse a única razão pela qual não estamos noivos.
"Eu tenho isso tudo." George levanta quatro, ligeiramente sujos, dedos. "Mas o Jase tem 17 e meio. Vocês poderiam. Ai você poderia morar aqui com ele. E ter uma grande família."

O fim do livro fica um pouco sombrio e eu entrei em desespero quando o segredo surgiu. Porque eu, assim como a Sam, não conseguia ver como aquilo tudo poderia acabar bem. O desespero dela foi o meu, assim como as dúvidas. Eu queria ter batido na Huntley.

Outro ponto positivo para o livro é que ele não é aquela coisa de YA comum que a gente vê nos livros da Rainbow ou do John (não que não sejam bons, claro). Ele é um YA, mas tem uma maturidade incrível, o que torna a história densa e bem construída.

Trazer o mundo da política para dentro dele foi um grande YES para a Huntley, também. A gente se envolve com a relação entre a Sam e a mãe e como a política tem um grande efeito no momento que elas vivem, um pouco separadas uma da outra. A mãe dela é uma Republicana e a Sam tem alguns problemas com isso, porque ela não acredita realmente na posição da mãe, do partido ou de tudo aquilo.

"Você está caminhando ao longo desse caminho, deslumbrada com como isso é perfeito, como você se sente ótima, e então só algumas curvas na estrada e você está perdida em um lugar tão ruim que nunca poderia ter imaginado."

E o fato de não terminar com uma solução mágica para a relação das duas só me deixou ainda mais feliz, sentindo ainda mais a realidade dos fatos.

A escrita da Huntley é calma e instigante, criando um diálogo fácil e crível. Você consegue realmente imaginar um casal, uma família e um grupo de amigos interagindo exatamente como ela descreve. Huntley Fitzpatrick coloca emoção nas palavras, domina a reação dos personagens e conduz a história de modo reflexivo e bem humorado. Sem contar a capacidade dela em planejar os capítulos para terminarem de uma forma que você QUER o próximo o mais rápido possível.

No livro a gente também conhece o Tim, o irmão gêmeo da melhor amiga da Sam que acaba se desenvolvendo muito bem. Ele é um personagem secundário que cresce formidavelmente ao longo das páginas e eu ACABEI DE DESCOBRIR QUE TEM UM TERCEIRO LIVRO NO UNIVERSO DE MY LIFE NEXT DOOR (MINHA VIDA MORA AO LADO) QUE CONTA A HISTÓRIA DELE!

"Porque todas as garotas gostosas querem os atletas e os garotos bonzinhos? Nós, os perdedores, somos os que precisamos de vocês."

Sim, Tim e Alice (a irmã mais velha de Jase) retornam em um livro chamado Boy Most Likely To pelo qual eu estou morrendo de vontade de ter em mãos!

O livro está marcado para sair no outono desse ano lá fora, ou seja, na nossa primavera. Ele é o terceiro no mesmo universo, o segundo chama What I Thought Was True e tem como protagonistas personagens que a gente não conhece em My Life Next Door (Minha vida Mora ao Lado). Mas me deixou um pouco curiosa, então talvez eu compre para ler também.

E agora eu explico porque estou escrevendo My Life Next Door (Minha Vida Mora ao Lado): PORQUE O LIVRO VAI SER LANÇADO AQUI. Sim! Eu comprei a edição em inglês, mas a Editora Valentina está no fim do processo de edição do livro e, pelo facebook, disse que ele está previsto para lançar no fim desse semestre com uma capa nova e o título de Minha Vida Mora ao Lado!

Então, se vocês não leem em inglês, não vai ter desculpa para não ler esse! Estou super empolgada para ver o trabalho que eles vão entregar, levando em consideração como eles tem feito edições muito legais para o seu catálogo! E, é claro, se você acompanhar o blog e a nossa fanpage, vai ficar sabendo sobre a pré-venda e o lançamento!

E AI TODO MUNDO VAI PODER LER ESSE LIVRO E AMAR ELE E VER COMO DÁ SIM PARA ESCREVER SOBRE A VIDA COTIDIANA DE FORMA INTRIGANTE, EMPOLGANTE E BELA.

E sim, eu tô gritando enquanto escrevo isso porque eu estou simplesmente apaixonada por esse livro. Tem lugar especial marcado no fundo do meu coração.
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Carol D. Torre 15/10/2013

Esse livro tem aquele "quê" de especial que torna impossível se desgrudar da estória, com um mistura deliciosa de leveza, romance e uma pitadinha de drama. Bem, isso até dois terços dele, onde o drama toma conta. Não me entendam mal, eu adoro um bom drama, mas é que a leitura estava tão gostosa que queria que continuasse assim até o final. Mas nada disso tira o valor de My Life Next Door, que é um ótimo Jovem Adulto.
Samantha Reed mora com sua mãe e irmã mais velha e vive uma vida rígida e regrada pela sua mãe, que é senadora da estado. Tem privilégios, carinho e um futuro todo planejado, a vida perfeita, certo? Porém, escondida, Samantha sempre observou e invejou seus vizinhos, os Garretts, uma família onde os pais vivem com seus oito filhos de forma bagunçada e divertida. Mas a mãe de Sam sempre proibiu contato dela com qualquer um dos Garretts, parte por desaprovar toda aquela bagunça e parte porque o pai de Samantha veio de uma família como aquela e acabou por a abandonar com duas filhas.
Durante anos Samantha conheceu aquela família só por observar de longe, mas de repente ela acaba conhecendo Jase Garrett e fazer parte da vida que existe na casa ao lado. O único problema é que sua mãe não pode nem desconfiar que isso está acontecendo, o que não é tão difícil já que ela está ocupada demais com seu novo namorado e conselheiro de campanha que, aos poucos, está transformando a mãe de Sam em alguém totalmente diferente.


É muito fácil se relacionar com a Samantha, porque ela é extremamente real com suas falhas e qualidades. Ela ama sua família, mas mesmo assim sente inveja da alegria e cumplicidade da família da casa ao lado, já que seu pai a abandonou quando ainda era bebê. Ela tem muitas facilidades, mas dá duro e não deixa a futilidade tomar conta sendo uma pessoa muito pé no chão, além de ter um clara visão do certo e do errado. Luta por aqueles que ama, é fiel e não passa a vida fazendo mimimi. Seu maior defeito talvez seja o medo que ela tem de enfrentar as pessoas, principalmente quando se trata da sua mãe, mas mesmo assim eu simpatizei demais com a Sam e com a sua estória.
O livro não trata só sobre um romance, mas ele é parte importante e constante dele. O que eu gostei demais é que a autora não enrolou muito para fazer os dois ficarem juntos, dando para o relacionamento o tempo certo. É aquele tipo de romance que faz você se apaixonar junto, suspirar e torcer para que eles fiquem juntos para sempre. Falando sobre isso, o Jase é um personagem apaixonante, daquele tipo que te dá vontade abraçar bem apertado por quão fofo é. Ele é simples, gentil, divertido e, acima de tudo, dedicado a sua família, que é o assunto principal da obra.

O que eu senti durante a leitura é que a Huntley Fitzpatrick quis mostrar a força e a importância dos laços criados dentro de uma família e também o que a falta deles faz. Os Garretts são especiais e não falo isso só porque as crianças são extremamente fofas, mas sim pela mensagem que eles trazem. É difícil ser diferente, e fazer parte de uma família de tamanho tão incomum causa muitos problemas e preconceitos que acabam fortalecendo o laço entre eles. Cada um tem uma personalidade diferente, mas juntos possuem um relacionamento bagunçado, sim, mas também alegre e cheio de amor. O mais legal é perceber ao poucos que isso não tira nem um pouco o o valor da família de Sam, por mais complicada e distante que seja o relacionamento dela com a mãe e por mais que ela acreditasse no contrário.
Existem alguns personagens que merecem destaque, além da Samantha e do Jase, é claro. A mãe da Sam é uma personagem interessante porque apesar de você entender que ela não é uma megera insensível, ela age como tal, o que provoca ódio na maioria das vezes. Já o Tim é um personagem que cresce de forma absurda durante o desenrolar da estória e acaba gerando uma afeição que você não poderia nem cogitar ter no começo do livro.

O livro é delicioso de ler, leve, divertido, repleto de romance e com várias pitadas de drama de vez em quando. É interessante perceber que no meio de toda a leveza da leitura a autora aborda temas mais pesados e sérios, como manipulação, política e dependência.
Como disse no começo da resenha, o que me chateou um pouco foi o final. Eu tinha cogitado algumas reviravoltas, mas fui surpreendida pelo o que aconteceu. É difícil explicar que as últimas cem páginas não foram ruins, mas que, no momento, eu não queria que o livro tratasse de um drama como aquele. Eu queria terminar o livro com a mesma leveza do começo, mas me desanimei um pouco com o rumo que o livro tomou e o meu ritmo de leitura caiu bastante. Por outro lado, eu gostei que a autora não fez mimimi além do necessário e do rumo que ela tomou para resolver o conflito. Eu entendi o dilema da Samantha e, como ela, não sei como agiria se estivesse na mesma situação. Como já falei, ela sabe muito bem distinguir o certo do errado, porém as coisas nem sempre são tão preto no branco assim.

Não tem como não se apaixonar pela estória de My Life Next Door, é delicioso acompanhar o romance entre a Sam e Jase, mas é igualmente bom ver o crescimento dos personagens e ler uma estória que traz uma mensagem tão bonita sobre família. Quando li o título pela primeira vez achei ele bem clichê, mas agora posso afirmar que nunca um título de um livro combinou tão perfeitamente com a sua estória.

"Todos nós temos o presente também", acrescenta ele, "em que não contamos cada pequena coisa até mesmo às pessoas que mais amamos."

"Jase e eu estamos cada vez mais perto. Estou viciada no cheiro da sua pele. Estou interessada em cada detalhe do seu dia, a maneira como ele atende os clientes e fornecedores, tratando-os de forma concisa, mas com empatia. Estou encantada com a maneira como ele olha para mim com um sorriso confuso enquanto eu falo, como se ele está tanto ouvindo a minha voz e absorvendo o resto de mim. Estou satisfeita por todas as partes dele que eu conheço e cada peça nova que eu descubro é como um presente."

"Eles dizem que você nunca sabe o que você faria em uma situação hipotética. (...) Você simplesmente não sabe ao certo se, quando as coisas se quebrarem, você vai pensar em primeiro lugar na segurança, ou se a segurança vai ser a última coisa em sua mente."

site: http://rehabliteraria.blogspot.com.br/
Manoela 25/01/2015minha estante
esse livro já foi publicado no Brasil?


Bibs 17/04/2015minha estante
Manú, a Valentina vai publicar ainda nesse semestre :) Tanto esse quanto o outro da Huntlet, What I Thought Was True




Helô Delgado 20/08/2018

Fazia tempo que não lia um YA tão fofo e verossímil. Num momento em que a literatura hot está em alta e que tudo é erotizado de forma desnecessária e exagerada, considero esse livro um achado. Adolescentes agindo como adolescentes, enfrentando seu dia-a-dia com inseguranças e muito tato.
Por isso a nota máxima. Vou ler outros livros da autora porque adorei sua proposta.
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Clara 07/11/2016

Huntley Fitzpatrick para presidente!
Esse livro foi fofo em tantos aspectos, e realista em tantos outros, que me deixou sem reação. Em alguns momentos, eu só consegui tirar os olhos das páginas para comparar o que a protagonista estava passando com dificuldades que aconteceram com pessoas que eu conheço, ou até mesmo comigo.
A autora parece fazer tudo na medida certa: ela trata tanto os problemas da vida adulta quanto os problemas da vida adolescente com seriedade equivalente, e traz diversidade ao livro mostrando duas realidades muito diferentes vividas pelos protagonistas.
A história retrata um relacionamento bonito e saudável entre dois jovens bem maduros para a idade. Uma cena particular que me agradou bastante foi quando os dois foram a uma loja comprar preservativos para estarem preparados para a "primeira vez" de ambos. Eu sorri durante todo o diálogo e desconforto bonitinho entre os protagonistas, e adorei a maneira que eles tratavam tudo com normalidade.
Esse foi o primeiro livro que eu li da Huntley Fitzpatrick, e para mim ele não deixou a desejar. O plot me pareceu divino para um simples romance adolescente, e me surpreendeu em muitas partes. O diálogo estava sensacional! Ainda mais nas cenas que envolviam a família do Jase. Achei a leitura fluída e dinâmica, e bem profunda em alguns parágrafos, fazendo os personagens parecerem reais.
Quatro estrelas para esse livro de matar de tão fofo! Adorei.
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Nanda | @bluecandybooks 10/08/2016

Muito bacana
Um livro lindinho, com personagens bacanas e uma história envolvente, assim é My life next door. Quem vai contar a história de Samantha Reed, uma adolescente que mora com a mãe e a irmã, e um de seus hobbies é observar os seus vizinhos, os Garrett. Samantha faz isso a anos e o que mais lhe chama a atenção nos vizinhos, é o fato de ser uma família enorme. E em um desses dias observando essa família, ela faz amizade com um dos garotos e é assim que a história começa.

A mãe da Samantha é uma deputada bastante conservadora, mãe solteira, e muito rígida. Ela não quer que a filha chegue perto dos vizinhos, que além de ser uma família grande, ainda por cima é bagunceira, coisa que a mãe de Sam detesta. Mas mesmo assim, Sam mergulha de cabeça na amizade com os Garrett e se apaixona perdidamente por um deles.

Esse não é só um livro fofinho e romântico, é um livro que aborda outros assuntos sérios também.
Mas é um livro bem natural, leve, que vai te arrancar boas risadas e bons suspiros. A Samantha é uma protagonista muito bacana, ela passa a impressão de filha perfeita no começo, por ser uma garota que não se impõe muito. Mas depois que a conhecemos, passamos a gostar muito dela. Eu vi muito na Samantha em algumas situações me trazendo aquele sentimento de nostalgia ao lembrar dos romances adolescentes quando tínhamos medo que nossos pais descobrissem, é nesses momentos que me vi muito nessa personagem.

Os Garrett são incríveis, todos eles, são oito filhos, cada um com a sua peculiaridade, são fofos e muito divertidos e trazem cor a vida da Sam. O Jase é um fofo, mas acho que o verdadeiro destaque aqui, sem duvidas foram as crianças. Que coisinhas mais fofas e especiais, da muita vontade de levar para casa.
O livro aborda sobre amizade também, e gostei muito da amizade do Tim e da Sam. O Tim é um personagem que evolui bastante ao longo do livro, e passamos a amá-lo, ele é muito engraçado e muito amigo mesmo, sou a única que torceu muito para ele ficar com a Alice? Kk

A Nan, que é uma das amigas da Sam, odiei ela, invejosa, egoista, odiei, graças a Deus que a Sam "abriu os olhos" e viu a verdadeira merda que ela é. A irmã da Sam não se destaca muito, mas gostei dela.

Sobre o segredo, apesar de ter sido crucial para as decisões finais do livro. Eu achei que pesou um pouco na história e foi por isso que dei 4 estrelas. Foi uma parte bem tensa do livro mas que não tirou aquele sentimento lindo e leve do mesmo, apenas pesou um pouco a história, mas não tirou a magia que a autora quis passar.

Enfim eu super recomendo My life next door para quem está a procura de um bom romance!
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