Seraphina

Seraphina Rachel Hartman




Resenhas - Seraphina


7 encontrados | exibindo 1 a 7


Nanda 28/04/2013

Tão magnifico quanto as letras douradas gravadas em sua capa.
Seraphina é uma aventura incrível. Não entendo por que esperei tanto para ir do prólogo para o primeiro capítulo. Mas quando fui, não consegui larga-lo um só minuto, e quando o fazia, sentia um vazio enorme em meu peito; que não foi preenchido até eu ler a ultima linha.

Repleto de dragões e criaturas maravilhosas.
Eu nunca conseguiria imaginar que um romance surgiria de toda aquela confusão, e que amor nasceria de tantas mentiras e magoas.

Com uma escrita encantadora e fascinante, Rachel conseguiu criar um livro fantástico; que está disposto a desafiar sua imaginação até o estremo para poder projetar todas as inúmeras personalidades, e características de criaturas lindas de fascinantes: Os dragões.


SPOILER ABAIXO!

"Suas mentiras não me impediram de te amar; sua verdade também não." - Lucian.

Me apaixonei por ele! Gentil, curioso, corajoso, inteligente... O Príncipe Lucian Kiggs é incrível em todos os aspectos.

FIM DO SPOILER!

Um amor puro e proibido, mas que ainda pode existir, e eu espero que exista rsrs

O livro deixou a promessa de um possível final feliz, e de muitos outros meio-dragões para se descobrir... O que eu achei muito excitante rsrs...
Espero sinceramente que se caso vá existir um próximo livro, que ele chegue depressa, pois não conseguirei passar muito tempo sem descobrir o que ocorrerá no futuro de Seraphina.

Um livro, uma aventura, uma nova paixão.
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Psychobooks 07/03/2013

Classificado como 4,5 estrelas
www.psychobooks.com.br

"Seraphina" conta a história de Seraphina, uma jovem de 16 anos que guarda um segredo sobre si mesma. Ela acabou de conseguir seu emprego dos sonhos, "Assistente de Mestre de Música" do castelo do Reino de Goredd. Derrotou inúmeros candidatos e sua primeira apresentação teve lugar na cerimônia do funeral do Príncipe Rufus, onde encantou todos com sua música.

A premissa gira em torno de um mundo onde dragões e humanos convivem em uma paz pontuada por tensão já há 40 anos. Os dragões são descritos como os seres mitológicos aos quais estamos acostumados, mas tem uma porém: conseguem tomar a forma de homens e viver juntos em sociedade. São diferenciados dos humanos pelo uso de um sino e não devem voltar à sua forma de dragão, ao menos que autorizados. Às portas de 40 anos de paz entre os dois seres, com a morte do príncipe Rufus, essa harmonia é desequilibrada e a tensão entre os povos se torna mais evidente.

A protagonista se vê nesse meio tenso; não sabemos bem seu propósito, há, claro, uma certa desconfiança sobre sua condição, mas ela só é revelada mais à frente no livro. Gostei bastante do clima de segredo que permeou a primeira terça parte do livro. A construção de Seraphina é na medida certa para agradar.

Com uma narrativa em primeira pessoa, Rachel Hartman tem o cuidado de embasar completamente sua personagem principal antes de que fatos mais importantes se desenrolem. Conhecemos a forma peculiar de ela pensar, os cuidados que precisa dispender dentro de sua mente para que não seja acometida por surtos e a ligação especial que possui com seu professor de música, Orma, um dragão.

A autora criou um novo mundo, mas em nenhum momento nos sentimos perdidos em meio às suas descrições. Durante a narrativa a impressão que se tem e é de que estamos enxergando todos os detalhes do local e para todos os termos próprios de cada região há um vocabulário no final do livro que não nos deixa perdidos.

A criação dos personagens também é feita da mesma forma. Todos eles são apresentados a seu tempo e têm suas características bem-definidas, nunca fugindo delas. Não há, na verdade, personagens que possam ser chamados de coadjuvantes. Todos têm um papel importante na trama; é possível visualizar perfeitamente a trama muito bem desenhada, mesmo que ela tivesse partido de outro ponto de vista.

A Princesa Glisselda e o Capitão Kiggs são dois desses personagens que podiam muito bem terem seus pontos de vistas abordados durante a trama. Os conhecemos sob certa desconfiança, os observando sob o prisma de Seraphina. Conforme a amizade entre eles cresce, vamos também desnudando suas características e aprendendo suas verdades.

Há, claro, uma tensão criada no Reino e que se avoluma durante todo o enredo. Gostei bastante que a premissa apresentada foi resolvida, deixando uma boa abertura pra o próximo livro da série, mas sem grandes pendências.

Seraphina não é só um livro. Seraphina é uma pessoa. Uma pessoa peculiar que com sua narrativa poética, comedida, mas por vezes atrevida, nos conquista desde o primeiro parágrafo. Leitura super-recomendada!

"Esse é o segredo do bom desempenho: convicção. A nota certa tocada com hesitação ainda assim sai desafinada, mas toque-a com ousadia e ninguém lhe fará perguntas. Se alguém acredita que existe verdade na arte - e eu acredito -, então é preocupante ver o quanto a habilidade de atuar é parecida com a de mentir. Talvez a mentira seja também um tipo de arte. Penso mais nisso do que deveria."
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JBartholomei 10/05/2013

Mentecaptos Por Livros | www.mentecaptosporlivros.blogspot.com
A primeira coisa que eu notei em Seraphina foi a escrita de Rachel: é linda. Leve e com um toque de elegância, sabe, que faz as frases correrem, tão fluídas? As 451 páginas voaram.
Na sinopse já fala tudo, então baseie-se nela.

Numa sociedade entre humanos e dragões com um balanço delicado de paz entre as duas espécies, Seraphina tem um probleminha. A música, inteligente, independente e corajosa garota acabou de conseguir um emprego de assistente do compositor da corte Real, e manter seu segredo fica cada vez mais necessário quando um membro da família real é morto- de forma muito suspeita.
O que era toda a desculpa necessária para que os fanáticos começassem os burburinhos contra os dragões, mesmo que as espécies já estejam em 40 anos de paz.

Ok, Seraphina é uma protagonista muito digna. Independente, interessante, inteligente. Pés no chão, coração na música. Foi divertido ler na voz dela, por que ela tem conteúdo; ela não é vazia, cheia de draminhas superficiais. Como eu já disse, ela é uma protagonista digna e eu ficava com o peito apertado toda vez em que o leitor é lembrado na história do "problema" dela.

Os personagens tem carisma e são realistas; eles não vivem em função do ego da Seraphina (sabe aquela sensação irritante que alguns livros dão, que todo parágrafo tem alguém puxando o saco da heroína, como se a autora quisesse lembrar o leitor toda hora que HEY OLHA AÍ, ELA É PERFEITA E LINDA OKS) e ao invés, cada um deles tem uma série de problemas e bagagens pessoais. Você consegue sentir isso durante a leitura.

Li Seraphina de uma vez só, em uma noite. A história é boa de verdade, e a narração é cheia de surpresas. Houveram momentos em que eu fiquei completamente chocada, horrorizada com a capacidade da Rachel de desenvolver coisas grotescas e bizarras. Mas de uma forma bonita, entende? Falei lá em cima, e irei falar de novo: a escrita de Rachel é terrivelmente elegante. Imagine uma narração deliberada, fluída e com um toque de Laini Taylor.

Ok, então houve alguns leitores que reclamaram do ritmo da história, que acharam com pouca ação e entediante. Sinceramente, a vibe que a história passa é muito sofisticada para acontecer, toda hora, algum tipo de agressão corporal/verbal que mantém a adrenalina lá no teto. Hm, não, o que temos são intrigas, e emoções. Aqui vai uma metáfora simples mas prática: ler Seraphina é como passar a tarde inteira deitada na rede da sua casa; é fácil, relaxante e gostoso.

Para os leitores apaixonados e os aspirantes à escritor, leia esse livro pela narração de Rachel que se destaca e diferencia do mercado YA; para os amantes de fantasia, leia Seraphina pelo seu mundo monárquico populado por dragões, humano, criaturas míticas e intrigas de Corte. É uma estória saborosa e de bom gosto, eu garanto.

E se vocês acharem que fui vaga, de nada. Mergulhem na história de olhos fechados e se surpreendam.
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pedrohenrique.gomesdequeiroz 26/02/2015

Decepção
Pra mim, Seraphina foi uma grande decepção. O amadorismo do autora fica claro desde as primeiras páginas, quando ela não consegue sustentar um mínimo de suspense, ou despertar o interesse do leitor pela história ou os personagens envolvidos. Não sei se por causa da tradução, ou se esse é o estilo da autora, mas a história não possui nenhuma sutileza ou delicadeza no desenvolvimento das ações, entregando um trabalho apressado, mal escrito, e desfuncional. Não indico para ninguém que saiba o que é um mínimo de boa escrita. Se bem que os mais simplórios podem até se entreter.
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Nenhum 27/05/2018

Interesting world, execution fell a bit short
I feel like I'm the last person in the world to read this book, but I didn't even know it existed until I bought it last year on a trip to the U.S. I don't think I've ever seen it in Brazil.
I had no expectations whatsoever going into this book, but I did find the premise quite interesting once I started it. Unfortunately, the execution fell a bit short for me. I don't really care for any of the characters or their relationships - except maybe Orma (I found him amusing). I particularly felt like everything was sort of rushed and I couldn't quite grasp the depth of each character. Their personalities were often only described by Seraphina instead of showing themselves through actions, and perhaps that's why I couldn't really care for any of them; I feel like I don't really know them. Furthermore, the world-building was, in my opinion, a bit... messy? I don't know. Sometimes it felt like too much information was being dumped on the reader and other times there was a big lack of explanation.
However, the world that Seraphina lives in is extremely interesting! I love the medieval inspiration! I also really liked the way Rachel Hartman explored the dragons' way of thinking, their conflicted feelings about their human forms and their relationship with humans. The dragons in this book are really fascinating.
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JuRodrigues 03/10/2013

Belo mundo com dragões
Há 40 anos uma trégua entre humanos e dragões foi assinada. A iniciativa da Rainha humana Lavonda e do Ardmagar dragão Comonot pôs fim a uma guerra de décadas que estava custando caro demais para os dois lados.
Contudo, como fazer um raça esquecer o medo e a revolta, e a outra a sensação de superioridade e desagrado?

A muitos anos a curiosidade de alguns dragões os levou a descobri e a dominar a arte de se transmutarem para uma forma humana, os chamados corpos saarantrai, com o objetivo principal de estudar e aprender com os humanos, pois o vasto conhecimento os atraia. Porém, os dragões não acostumados com as emoções tiveram desde o começo problemas em controlá-las, levando-os a solução extrema de suprimir toda e qualquer emoção e ações que pudessem desencadeá-las.
Com o tratado de paz, parte dos dragões passaram a viver na capital do reino de Goreddi, em suas formas saarantrai, alguns como parte da comissão de embaixadores e outros como professores ou pesquisadores, por exemplo. Mas, todos os dragões devem, teoricamente, usar um sinete em suas roupas para que os humanos os possam identificá-los.

É neste cenário que se desenvolve a história de Seraphina, uma jovem talentosa e com um grande amor a música, que infelizmente carrega um segredo pesado demais.
Com o jubileu do tratado de paz a ser festejado em poucos dias, a capital está em polvorosa, cheia de agitações e tarefas a serem executadas para a grande comemoração. A poucos dias desse evento acontecem então, eventos estranhos, e aparentemente não relacionados, alguns até pequenos e supostamente banais, mas que acabam envolvendo nossa protagonista numa trama muito maior do que ela esperava, fazendo-a usar de todo o seu conhecimento pouco ortodoxo e perspicácia para auxiliar a solução deste mistério que pode ameaçar a manutenção dessa frágil paz.

A história é bem escrita e envolvente, nos apresentando a um universo draconiano diferente do que eu já li em outros livros, com algumas ideias originais a autora criou uma interessante espécie de dragões em que não se descarta tudo o que já estamos acostumados a associar a eles, mas que apresenta uns conceitos bem interessantes.
Seraphina é obstinada e verdadeira, cheia de angústias e medos, mas que se conduz de forma justa usando sua sagacidade e dotes particulares para ver além das aparências. Gostei muito da personagem e pude me identificar com suas inseguranças durante várias passagens.
Outros bons personagens são Ormar, o tutor de Seraphina, e o príncipe Lucian. A princessa Glisselda, uma menina ainda, cresceu no meu conceito no decorrer da história e realmente se destaca em algumas partes por sua delicadeza quase ingênua mas em que já se vislumbra por trás uma poder de rainha.
Eu tive alguns problemas com a leitura em inglês, que não foi tão fácil e possui vários termos próprios, mas com paciência deu para passar das partes mais difíceis.
Os últimos capítulos do livro são de tirar o fôlego! Com ação, suspense, drama e revelações.
Um belo início de série, que deixou um gostinho de quero mais mas sem aquela sensação de que ficaremos congelados no suspense até ser lançado o próximo livro. Ou seja, o livro tem um bom gancho para a continuação da série, mas ao mesmo tempo tem um fechamento.

site: http://leiturasdajurodrigues.blogspot.no/2013/10/resenha-seraphina.html
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Deyse 20/05/2016

Seraphina foi um livro que eu comprei lá em 2013 por inúmeras recomendações, tanto de blogueiros falantes de inglês quanto brasileiros, mas acabou ficando sentado na minha estante até o começo desse ano – em parte porque eu sempre fico intimidada por livros de fantasia, e em parte porque eu estava esperando conseguir a sequencia porque eu odeio esperar.

Mas, finalmente, no em janeiro desse ano eu decidi que iria ler essa duologia e acabei me surpreendendo. Primeiro, ele não era nada do que eu esperava, apesar de ser fantasia a história central é um mistério, uma morte ocorre logo no começo da história e a partir dai a maior parte do livro se dedica a procurar se o que ocorreu foi um acidente, um assassinato e se foi assassinato, então por quem foi cometido. Eu adorei os aspectos de mistério, já que adoro uma boa história de detetive e a Seraphina se encaixou muito bem nesse papel, também tornou a leitura mais rápida do que eu esperava, já que fantasias geralmente são densas de digerir, mas a vontade de descobrir o que iriamos descobrir a seguir fez com que eu continuasse lendo.

Os aspectos fantásticos são bem poucos na realidade, a fantasia aqui é mais similar a do universo do Game of Thornes do que Harry Potter. Os dragões desse universo são contidos e por isso não temos grandes demonstrações de seus poderes, toda a magia envolvendo eles é cheia de superstições e por isso evitada, assim a história acaba focando muito mais em desenvolver as políticas desse reino e dos humanos x dragões. Eu estava assustada com esse aspecto, porque sempre que li resenhas dizendo que o foco era a política pensava “ugh, já é difícil entender política da vida real, imagina eu tentando quebrar a cabeça e entender a de um livro”, mas não é preciso se preocupar, eu nunca me senti perdida lendo ele e me diverti com essa parte da história – não é nada tão complexo como GoT, mas sim algo mais similar com o feudalismo europeu.

Sobre os personagens, eu tenho que dizer que adorei Seraphina, ela é complexa e forte, mas não no sentido clássico da palavra, ter que esconder metade do que ela é a vida toda torna-a uma personagem dualista – talvez uma das poucas nessa história que tem a capacidade de ver os dois lados dessa guerra. Eu não curti muito o romance, honestamente preferia que ele não existisse, nunca senti nenhuma química entre Seraphina e Lucian, e as implicações morais do envolvimento entre eles torna isso mais negativo aos meus olhos. O relacionamento que eu mais amei foi o da Seraphina com o seu tio, a ligação entre eles é linda e tão poderosa, em um momento quase chorei.

Seraphina é um livro para aqueles amantes de fantasias e mistérios, que buscam algo no setor juvenil que não fica dentro do cliche, apesar de usar um set batido em fantasias (europa medieval) e dragões não serem exatamente algo inusitado esse livro consegue pegar os dois e nos trazer algo novo, inovador e cheio de entretenimento.

site: https://deysediztudo.wordpress.com/2016/05/20/seraphina-por-rachel-hartman/
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