Alice

Alice's Adventure in Wonderland & Through the Looking-Glass Lewis Carroll




Resenhas - Alice's Adventures in Wonderland & Through the Looking Glass


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Adriana F. 13/07/2009

Insanamente cômico!
Lewis Carroll é, definitivamente, louco. O que faz dele um gênio, obviamente! As aventuras de Alice no País das Maravilhas é cômico, completamente "nonsense", mas essa insanidade mostra nada mais que uma garotinha no processo de desenvolvimento - tanto físico qto intelectual - a passagem da infância para a puberdade, talvez. Mas a garota ainda não quer crescer. Enquanto isso, sua irmã mais velha divaga sobre quão rápida a infância é e deseja poder estar, mais uma vez, em Wonderland. Linda metáfora sobre a infância e todas as dúvidas, anseios e magia que esse estágio representa.
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Bruna 03/09/2012

Carroll and his Alices
Alice lives the conflict of growing up, leaving the childhood behind, becoming an adult. She experiences many situations that make it clear, especially in Adventures in Wonderland. In this book she is constantly growing up and going small and cannot manage it, just like it happens in life: we cannot control time nor physical changes as maturation approaches. Her dreams are extremely ludic showing how attached she still is to infancy.

Just like any kid, her problems tend to disappear magically. Little kids wait until someone (an adult) comes and provides them with whatever they need. Their problems are ended magically. With Alice it is not different: whenever she is too big or too small something magic pops up right in front of her, like a cake or a bottle! On the other hand, she sees herself all alone in this new world she enters and finds it hard to understand who she is now. When the caterpillar asks her that, she seems confused. Later she recites "Your Old Father William", which is about this exact dichotomy between old and young. The caterpillar itself is a symbol of metamorphosis.

This conflict Alice lives is more explicit in Adventures in Wonderland than it is in Through the Looking-Glass, though it is possible to extract elements from there too. The second book's story in linked to chess. It is interesting to notice this game is commonly played with white and black pieces, not white and red. Alice plays with her white and red sides. There are passages the author says she is positioned between the red and the white queens. In occidental cultures white represents purity, new (infancy). Red is the color of blood, substance that transforms girls in women. Black is associated to death, what is believed to be far from the character at her age, explaining the pieces and why the night never really arrived in her dream.
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Flah 29/06/2012

Alice Através do Espelho - Lewis Carroll
Falar de Alice é sempre algo complicado e, se tratando de mim, deveras suspeito. Primeiro porque existe uma forte divergência de opinião quanto a qualidade e as inspirações de Lewis Carroll para escrevê-lo. Segundo porque tenho uma devoção quase que religiosa pelos livros de Alice. Acredite, dificilmente acharei alguma adaptação, versão, ou principalmente as obras originais e na íntegra ruins. Portanto, estou aqui apenas para expor a minha humilde opinião de o porquê esses livros são tão maravilhosos, mais especificamente sobre o “Alice’s Adventures Through The Looking-Glass” (As Aventuras de Alice Através do Espelho), já que a Florinha já fez a resenha do primeiro livro “Alice do País das Maravilhas” nesta quarta-feira. Clique aqui para lê-la.

Nesta segunda parte de suas aventuras, Alice entra pelo espelho e encontra um mundo tão bizarro quanto aquele que visitou ao entrar no buraco do coelho. Cenas desconexas, criaturas estranhas, diálogos pra lá de doidos e vários personagens ainda mais insanos permeiam essa nova história, que ocorre em sua maior parte em um tabuleiro doido de xadrez.

Não há como contar muito da história sem acabar entrando no perigoso campo dos spoilers já que, desde o primeiro livro, a obra é composta por pequenas cenas, de acontecimentos curtos e malucos, mas que, no fundo, trazem algum tipo de mensagem (Mesmo que muitas vezes esta seja realmente difícil de arrancar.). Portanto, se eu contar alguma coisa além do fato de que Alice entra nesse mundo atrás de seu espelho, eu estaria contando spoilers.

A história deste livro é tão legal quando a primeira e traz várias mensagens e muitas passagens por vezes cômicas! O que muitas pessoas não sabem, é que tanto a animação da Disney, quanto o filme feito pelo Tim Burton (e algumas outras adaptações perdidas por ai), fazem a união das duas histórias em suas obras.

Quando se fala em Alice, lembra-se e lê-se principalmente a primeira aventura, mas acaba por se esquecer a segunda. Portanto, eu digo aqui a vocês: é nesta que temos os gêmeos, a rainha branca, e diversas outras criaturas que, a principio pareciam ser apenas invenções para dar mais vida aos filmes.

Em resumo, eu acredito que seja aquela coisa: quem gostou do primeiro, vai igualmente adorar o segundo. Agora... Quem não gostou do primeiro, com toda a certeza não vai gostar do segundo. A enorme interrogação durante a história e o velho nó no cérebro que se segue durante a aventura de Alice permanece com igual intensidade aqui. Acho engraçado o tanto que a imaginação de uma pessoa pode evoluir e adentrar por caminhos tão... Loucos!

Eu li a versão em inglês da Collector’s Library, que a Florinha me deu! O livro é super bem feitinho, com capa dura vermelha e a bordinha das páginas douradas. Ele vem com as duas histórias das aventuras da Alice na íntegra. Se você deseja ler em inglês, eu aconselho justamente essa versão. (Principalmente por ser linda, admito!)
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Fei_Ma 13/07/2010

O que mais gostei em Alice foi a linguagem cheia de trocadilhos.

Sem a escrita primorosa, é provável que as personagens criadas por Carroll não teriam tanta força.

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Eduarda 20/03/2014

Carroll fumava um baseado...
Ao seguir um misterioso coelho branco que usa um relógio de bolso (já deveria suspeitar da loucura aí), a jovem e, diga-se de passagem, muito curiosa, Alice, cai em um buraco. Lá ela vai viver maravilhosas aventuras enquanto muda o tempo todo de tamanho e enfrenta a tirana Red Queen (aqui para nós, Rainha de Copas) e faz de tudo para voltar para casa.

A primeira aventura da pequena Alice se trata de sua incursão no misterioso País das Maravilhas, o qual ela adentra após seguir um coelhinho. Com zilhões de adaptações, tenho certeza que todo mundo conhece essa história. Eu por exemplo, já tinha lido várias vezes, mas nunca a versão original do Lewis, e sim adaptações para crianças sendo alfabetizadas ou aquelas lançadas iguaizinhas ao filme da Disney.
Na segunda parte, que se chama "Alice Através do Espelho" - que eu não conhecia - temos em grande parte a história se passando num tabuleiro de xadrez. Os personagens e diálogos são tão malucos quanto os do primeiro conto. E como num espelho, tudo lá é ao contrário.
Para nossa sorte, exploramos tudo da melhor forma possível, pois estamos na companhia da garotinha mais inteligente e curiosa que vocês podem imaginar.


Já tinham me falado que esse livro era meio louco... mas o que é isso gente? O troço é totalmente psicodélico. Acho que alguém deu um tapinha antes de escrever, hein Sr. Carroll???
A história de Alice é louca e fantástica! Com certeza uma obra prima da literatura. Fiquei muito feliz de ter lido e ao mesmo tempo triste por não ter lido antes. Sabe aquelas coisas que você percebe que gostaria de ter feito na infância? Sei que minha "eu" de 10, 11 anos atrás ficaria encantadíssima.

Mas ler esse livro depois de grande tem uma vantagem: a gente capta algumas metáforas e ao meu ver até algumas mensagens subliminares, haha.
Esse livro realmente é infantil?
Sobre a linguagem... balela! A leitura flui que é uma beleza, dá pra ler até mesmo sem ajuda de dicionário de tão fácil. E o livro também nem é grande, minha gente. Ótimo pra treinar o inglês e é claro, pra soltar a imaginação!

site: http://riscoserabiscosdaangel.blogspot.com.br/2014/03/resenha-ingles-34-alices-adventures-in.html
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Kate 01/07/2014

"Life, what is is but a dream?" / Vida, o que é se não um sonho?
Esse quote do título resume bem o livro. Todos os dois livros são sonhos de Alice, portanto é uma loucura atrás da outra, que não fazem muito sentido, ou fazem todo o sentido dependendo do ponto de vista. O que eu quero dizer é que, assim como nós, onde sonhamos coisas relacionadas ao que vivemos, Alice também sonha coisas com as quais ela vive, sendo assim uma analogia a sua vida. Em Alice through the looking-glass (Alice através do espelho), a história é mais sombria segundo o próprio autor, com mais personagens com características únicas e diferenciadas. Essa parte mais sombria talvez mostre o amadurecimento de Alice, e como ela começa a ver as coisas com menos ingenuidade. Bom, é o que eu acho. Pode ser tudo apenas loucura também. Como o Cheshire Cat disse: "We're all mad here (Somos todos loucos aqui)."
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Vivi 11/02/2011

Prefiro outros contos infantis
Realmente ler este livro só confirmou que não gosto desta história, nunca gostei nem mesmo do desenho. Só comprei este livro ano passado, porque iria estrear o filme produzido pelo Tim Burton e resolvi ler a história, o que acabou acontecendo somente agora com o desafio. Mas analisando a escrita acho que para uma criança pode ser um pouco confuso as vezes, mesmo porque a própria personagem se sentia perdida durante as conversas. Mas é interessante para aguçar a criatividade das crianças, pois ela entra em um mundo cheio de personagens falantes e objetos inanimados que ganham vida.
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Yas 10/11/2010

suuuuper meigo
Lewis Carroll realmente é uma pessoa doida ! haahahahaha no livro, você vê como Alice é realmente, desde que ela vai a primeira vez pra Wonderland até quando ela se torna a rainha (como todo mundo já sabe).
Nos filmes tem as partes certinhas do livro -- o que é ótimo, por que tem filme que foge totalmente do contexto da obra -- e ainda mais coisas que nunca vimos..
não vou mentir, não é um livro facinho de ler, por ter sido escrito com linguagem antiga, mas vale muito a pena...
Alice é bem curiosa que as vezes até irrita um pouco hahahaha mas é bem gostosinho de ler.. tem que ter paciência... o Through the Looking Glass -- segunda vez de Alice no País das Maravilhas -- é mais legal do que o primeiro, mas todas as informações colocadas num livro só, ficou show :D
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Portal JuLund 06/08/2015

Alice’s Adventures in Wonderland e Through The Looking-Glass, @BNBuzz
Quem não conhece a história de Alice e suas aventuras pelo também já conhecido País das Maravilhas? Até algum tempo atrás meu conhecimento desse universo mágico e instável se dava apenas pela animação e o mais recente filme, ambos dos estúdios Disney. E então eis que surge uma edição na minha frente de ambas as obras Alice’s Adventure in Wonderland & Through The Looking-Glass, da Barnes & Noble lançado em uma edição especial para a Saraiva e não resisti em devorá-lo. O resultado dessa experiência transcrevo abaixo, venham comigo através da toca do coelho.

Leia a resenha completa!

site: http://portal.julund.com.br/resenhas/alices-adventures-in-wonderland-e-through-the-looking-glass-bnbuzz
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Bobby 27/12/2010

Fantasia, lógica, brincadeira com versos, jogos e músicas populares, frases insequecíveis e cenas absurdas.. Nos faz perceber que "we're all mad here".
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Helena Eher 22/03/2015

Fantasia e muita brincadeira com as palavras
No primeiro livro, Alice segue um coelho branco que diz estar atrasado. Ao cair no buraco de sua toca, acaba em um mundo repleto de fantasia onde coisas muitos estranhas acontecem.

Ao longo da história, Alice se depara com o Chapeleiro, um gato que sorri, a guarda real composta por cartas do baralho, uma rainha que adora ordenar que cortem as cabeças entre outras tantas coisas impossíveis na realidade.

Na continuação “Alice Através do Espelho”, a menina mais uma vez vai parar num mundo mágico, um grande tabuleiro de xadrez. Como quer se tornar uma rainha, ela precisa avançar oito casas para chegar ao final onde, de acordo com a regras do jogo, um peão pode virar uma rainha.

Ao longo do caminho, encontra-se com flores que falam, com reis e rainhas, com um leão e um unicórnio e com muita magia e confusão.

Alice é uma personagem curiosa, corajosa e engraçada. Enquanto, conversa consigo mesma desenvolve umas ideias e teorias muito divertidas.

Ela representa a criança e sua capacidade de imaginar e aceitar a fantasia, consegue conviver com todo o impossível com grande facilidade. Ainda assim, também para representar a criança, ela questiona coisas aparentemente simples, mas que para ela não fazem sentido nem no País das Maravilhas.

Para mim, os dois livros são retratos da infância, de como as crianças são capazes de imaginar, de entrar em mundos fantásticos e, realmente, acreditar neles. No fim do livro, a irmã mais velha de Alice pensa sobre o País das Maravilhas, mas sabe que não pode ir até lá, pois já cresceu.

O narrador, diversas vezes, conversa com o leitor para explicar melhor algumas atitudes de Alice. Juntamente com isso, as metalinguagens e jogos de palavras enriquecem ainda mais o texto.

Os dois livros exploram muito a linguagem, tanto o som das palavras, como os significados de palavras e expressões. O segundo livro está repleto de poesia e de palavras inventadas. A forma como Lewis Carroll cria e brinca com as palavras faz com que ela se torne tão importante quanto uma personagem da história.

Clássicos que valem a pena serem lidos! Histórias para reanimar um pouco a criança dentro de cada um.

Há inúmeras edições e publicações dessa história. Mas como ela é bem antiga, já é considerada domínio público e, por isso, pode ser baixada de graça, legalmente.

site: http://doslivrosumpouco.wordpress.com
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