Fundação e Terra

Fundação e Terra Isaac Asimov




Resenhas - Fundação e Terra


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Roberta 14/01/2019

[Sem spoilers] Sou uma fã do trabalho de Asimov, a triologia "fundação" é minha série favorita de sci-fi e sua continuação "limites da fundação" é um livro muito bom que mereceu o prêmio Hugo recebido. Mas o último livro da série "fundação e terra" foi uma leitura um pouco desgastante.

Depois dos eventos de "Limites da fundação", a tripulação de Trevize decide viajar no espaço em busca de um planeta não mapeado e muito importante, que responderia várias das dúvidas do comandante a respeito de suas decisões passadas e consequentemente os personagens redefiniriam seus conceitos sobre a humanidade e a psico-história de Hari Seldon.

Toda a aventura no espaço foi interessante de acompanhar, os personagens tentando descobrir vários detalhes da história galática através de mitos e lendas, considerando opiniões de especialistas e de pessoas simples. O problema que o livro não se resume a isso, em muitos momentos existiam discussões morais sem graça entre dois personagens que só queria era pular as páginas.

Mas a história tem seus pontos positivos, principalmente para quem já leu vários outros livros do Asimov como a série dos robôs. Revisitamos planetas queridos de outras histórias e ligamos vários livros um no outro para ter a visão global de toda a obra magnifica do escritor. Vale a leitura? Sim, mas se você for fã.

site: @take.an.unexpected.read (instagram)
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Camila.Dias 20/10/2018

O livro mais cansativo da série
De todos os livros da série lidos até o momento esse é o mais cansativo, ainda faltam 2.
Os diálogos e discussões entre Trevize e Júbilo são repetitivos e os personagens parecem não evoluir durante a jornada.
O que prendeu minha atenção na leitura foi saber qual seria o resultado da busca pela Terra, sem isso, a história teria sido ainda mais maçante.
Agnaldo 19/05/2019minha estante
Eu preferi ler prelúdio a Fundação e Origens da fundação após terminar a trilogia. Agora, vou avançar sobre esses dois últimos. Isso por que queria saber como ele iniciou os planos e não ter Spoiler do final.




Vanessa Elisa Maganha 15/06/2018

Mais um clássico maravilhoso de Asimov
Simplesmente não estou conseguindo lidar com a genialidade maravilhosa desse escritor. Asimov sempre surpreende em seus livros, e com esse não foi diferente. Não consegui largar o livro até saber como essa incrível história iria terminar. Recomendo fortemente, não apenas esse, mas toda a série da Fundação, e outros livros desse maravilhoso escritor.
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Henri 19/02/2018

Final enigmático
O livro é excelente, como todos os que já li de Asimov. Esse é uma continuação das "aventuras de Golan Trevize" na sua jornada em busca do planeta original, a Terra, e da confirmação da escolha que ele teve que fazer no livro anterior, Limites da Fundação. O final pode ser interpretado de várias maneiras, feliz, duvidoso, ou trágico.
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Willianpm 13/12/2017

Asimov esqueceu que estava escrevendo Fundação
Eu poderia remover deste livro metade das paginas e a pessoa que fosse ler entenderia as mesmas coisas que eu que li 400 e tantas.

Nunca reclamei de barriga em livros, mas neste aqui sou obrigado a falar, o livro é excessivamente desgastante, com capítulos que não fazem diferença nenhuma para a trama e o mais importante, Isaac Asimov esquece de fundação e conta outra história de uma aventura espacial chata e monótona.

Fundação e Terra Vol.5 vai continuar contando a história de Golan Trevize, mas desta vez em busca realmente do planeta Terra, onde supostamente teve origem toda humanidade. Ele precisa encontrar o planeta e conhecer a história de origem dele para entender a sua escolha feita no fim do vol. 4 do livro. Eu diria que a busca pelo planeta Terra para obter essa resposta é quase obsessiva, pois, ele se contesta e pensa que tomou a decisão errada.

Com isso em mente Trevize sai pelos planetas a bordo da nave gravítica da Fundação, junto com Bliss e Pelorat. Aqui começa a monotonia, o autor esquece totalmente de contar a história da Fundação, trazendo apenas uma aventura de três pessoas viajando de planeta em planeta e que pior, não é nem cativante. Como se já não fosse ruim, para piorar o final é algo como empurrar seco algo que pra mim, foi querer banalizar toda a primeira trilogia. Sinceramente, não sei se me restou vontade para ler outros livros dessa serie que eu tinha gostado tanto.
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Cleyton 08/10/2017minha estante
Creio que vc leu outro livro, pq o cerne do livro, e durante todo o livro ele defende a individualidade, e ataca todos os argumentos de júbilo a favor da consciência única. Apenas nas últimas páginas do livro ele percebe que a sobrevivência frente a ameaças (exemplo solariano) é mais importante que a individualidade.




DSaes 10/09/2016

O livro termina em um tom melancólico, um conjunto de expectativas a se tornar, e mesmo sem a resposta a algumas questões, o final é surpreendente. Empolgante com cenários incríveis em situações de tirar o fôlego. É uma obra incrível em conteúdo e imaginação.
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etsilvio 08/03/2016

Conclusão mais que satisfatória
Sem spoilers, apenas para dizer que Asimov fez com que eu sentisse tristeza pelo fim, pela saudade de Trevize (mesmo sendo um chato, rsrs), de Janov (mesmo sendo meio bobo as vezes), e de Júbilo (mesmo sendo chata também). São personagens muito interessantes, em situações bacanas e numa saga muito bem elaborada. O que seria a Terra? Qual a real necessidade de Trevize encontrar esse planeta que simplesmente sumira de todos os resgistros de Trantor e de outros planetas da Fundação? Tudo faz muito sentido no final, e deixa aquele gosto amargo que sentimos ao terminar uma saga, a tristeza de não ver mais os personagens aos quais nos apegamos tanto...
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Ezequias 25/08/2013

Boa obra, mas que infelizmente não tem o brilhantismo da trilogia original.
Neste livro vemos o encerramento da série Fundação de Asimov. Chegamos próximos de uma conclusão do futuro do Plano Seldon, e vamos além.

Contudo, ir além é exatamente o problema deste livro e de seu antecessor, pois aqui o autor tenta fazer conexões com suas obras passadas, unificando todo o universo criado por ele.

Ele consegue fazer-lo, mas a um custo: como não acompanhei a série sobre Robôs (só li o Eu, Robô), não identifiquei boa parte das referências. Com isso, no final, achei completamente infrutífera e repetitiva a jornada do protagonista em busca da Terra.

Acredito que se trata de um grande "fan service" feito pelo Bom Doutor, mas infelizmente não tinha a bagagem para entender, ou então simplesmente não me empolguei com muita coisa.

Enfim, principalmente não gostei do fato de que, no final, havia uma grande conspiração, uma trama para o desconhecimento da localização do planeta Terra, e gostei menos ainda dos motivos e forma como tudo fora feito.

Acredito, inclusive, se tratar de uma contradição com o que Asimov entendia sobre a humanidade: que a curiosidade é sempre uma constante, que ela move o ser humano adiante. Vide o excelente "O fim da Eternidade".

Também não gostei do desenvolvimento dos personagens. Trevize é um cara insuportável a maioria das vezes, Júbilo não pode ser considerada irrazoável, mas poderia evitar de sempre entrar em conflito com Trevize, pelos mesmos motivos, o Dr. Perolat não tem carisma necessário para manter a situação sobre controle e tampouco o quarto integrante da "trupe" conseguiu a minha curiosidade, me vencendo pelo simples bizarro.

Alguns lampejos de desenvolvimento, porém, me foram agradáveis. Asimov, finalmente, dá alguma importância para a questão sexual do ser humano. Mesmo assim, isso é tratado com uma ausência de naturalidade que me fez ficar embaraçado.

Tendo dito tudo isso, fico com saudades da trilogia clássica, onde Asimov está afiado na sua escrita, e de onde vemos célebres frases como "A violência é o último recurso do incompetente", onde temos a estrutura clássica de resolução lógica diante de um problema intelectual.

Lógico que ele podia tentar fazer diferente neste livro, como em outros, como o excelente O fim da eternidade, mas acredito que este fora escrito mais por uma questão de demanda de mercado do que por inspiração lícita.

Contudo, a experiência não é negativa como um todo. Para quem chegou até aqui é importantíssimo saber do desfecho. Apesar de que esse fora o pior livro que li do autor, estou satisfeito em ter-lo lido.

Infelizmente O Bom Doutor faleceu antes que pudesse dar continuidade a história no pós 500 anos do Plano Seldon. Mas esse livro dá alguns bons lampejos de como poderia ser, Assim, recomendo a leitura, sem expectativas, para quem já acompanha a série.

Xsavier 14/02/2014minha estante
Falou tudo meu caro. Vou dar uma olhada em o fim da eternidade, que aliás já estava engatilhado entre os próximos que lerei de Asimov.


Pedro Ivo 21/07/2014minha estante
Cara, eu quereria ter escrito essa resenha, do tanto que concordo com ela. Entendi que era um arremate e que funcionava como uma clôture de uma grande obra, mas simplemente está aquém das obras primas dele. Me frustrou.


Rafael 21/04/2015minha estante
Concordo muito com você! Terminei o livro um tanto quanto frustrado. Algumas passagens me parecem desnecessárias e algumas questões ficam em aberto, ao meu ver. Gostaria de entender melhor o dom de Trevize, já que ele não estava sob influencia. Gostaria de entender a real missão de Daneel e o que aconteceu com a Terra. Mas alem destes problemas, gostei do livro e fico feliz de ter chego "ao final" da história. Agora estou lendo Prelúdio a Fundação e espero gostar mais e depois acho que vou de o Fim da Eternidade!




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