O Fim do Mundo

O Fim do Mundo Camille Flammarion




Resenhas - O Fim do Mundo


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jumorgensten 23/05/2019

A obra conta todos os "finais do mundo" que já tiveram até o dia da publicação do livro, ou seja, 1894.

Ao longo da narrativa, o autor mostra todo um embasamento matemático, teórico e filosófico sobre o assunto.

O Fim do Mundo é dividido em duas partes: A primeira comenta sobre as teorias e traz cálculos astronômicos, fala dos cometas, as crenças que aconteciam e a opinião do Vaticano sobre o mundo terminar.

A segunda parte é o que aconteceria daqui a 10 milhões de anos e suas etapas futuras, as metamorfoses, Eva e o último dia.

Durante o percurso da obra, Camille vai contando as histórias que aconteciam na época e suas superstições. Um exemplo é da Páscoa não poder cair no dia 25 de Abril.

Também mostra como muitas cidades da Europa "sumiram" do mapa por questões do "fim do mundo".

Lendo, a mensagem que me foi passada é: Todo fim de mundo é um fim de um ciclo e começo de outro. Se formos analisar, esses eventos que participamos nos dias atuais, é a mesma sensação.

O livro é bastante interessante, apesar de ser extremamente cabeça e de escrita antiga. Não é para todo mundo e a leitura em si só engrena da metade para o fim quando passa a ser mais teórico e histórico.

No começo você acha que está lendo um livro de química com matemática junto e depois se encontra em uma obra de história.

Nesse primeiro contato, não tive liga com o autor, mais gostei do leitura em si. Tentarei outras vezes, principalmente com livros não tão científicos.

Uma pena que Camille Flammarion não esteve presente fisicamente nos finais de mundo atuais. E nem estar vivenciando a "data limite". :P

Todos os fins de mundo, até hoje, foram metafóricos. Será que algum dia será verdade? Aguardaremos. :P

site: http://hidratarvicia.com.br/2019/05/23/o-fim-do-mundo-camille-flammarion/
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do subsolo 12/03/2017

Eis ai meu "copo de loucura"
não tinha como le-lo e não me sentir embriagado, e minhas saídas da padaria pós leituras sempre vertiginosas a pisar em solo terrestre, da mesma Terra retratada fantasticamente com transformações, seu inicio sua vida sua morte, como assim também nós seres humanos. E passa alem do âmbito humano/terrestre, há os outros planetas, seus nascimentos, glorias e morte, do nosso sol, da nossa constelação, das nebulosas, ate parar no ponto mais complexo de todos: Deus. E me agrada muito o livro não dar nenhuma resposta nem definição alguma, deixa em aberto. Há passagens que questionam: "que fazia Deus antes de criar o mundo? e findo o mundo que fará Deus?", "qual seria o estado do Universo antes da ordem de coisas atual, e que será depois?", muitas outras questões é levantadas, essas que muitas religiões se esquivam e a ignoram, duvidas essas que me acompanham desde pequeno. Enfim, seria bobagens falar mais coisas desse livro aqui, ao invés de lê-lo.
Este livro da uma ponta da grandiosidade que são "as coisas" (nem sei como nomeá-las). Mas uma coisa que me marcou muito a cada vez que mergulhava na leitura, de como minha observação (consciência), claro, nas perspectivas físicas, se voltavam, num movimento cresceste em elevação, para o âmbito ...-eu- humanos-planeta-planetas-sol-sistema-constelações-infinito-Deus-... as vezes a observação era tamanha, com suas ampliações que ate a Terra ficava pequena, ate mesmo o Sol. E assim como indagou o ultimo casal humano na existência , Eva e Omegar: "Deus, crê, só fez o mundo para o amor. Esquece, pois, tudo o mais"
Mas não! definitivamente não. O amor sim, porem não quero esquecer "tudo" o mais, e sim desfrutar do amor como mais uma parte desse delicioso mistério.
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