O Sal da Vida

O Sal da Vida Françoise Héritier




Resenhas - O Sal da Vida


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Meici 08/04/2021

Esse livro traz uma reflexão sobre o que é importante na nossa vida. Mas não sobre objetivos e metas, mas aquelas pequenas coisas que vivenciamos no cotidiano que fazem a vida valer a pena, aquela brincadeira, aquele riso, aquela comida, aqueles momentos que ficam marcados sempre na nossa memória.
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Insta: @neilson_jr 03/04/2021

O começo é bem interessante, mas depois fica entediante e numa linha de enumeração meio forçada com poucos itens que realmente vc se pega concordando.
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Daniana.Bittencourt 03/03/2021

Lista enorme de coisas que "temperam" a vida
?O sal da vida? é um livro leve, tanto pela quantidade de páginas, quanto pelo seu conteúdo: uma espécie de lista de coisas que fazem a vida valer a pena. A autora inicia o livro contando sobre um cartão postal que recebeu de um amigo médico que dizia estar de férias gozando de uma semana ?roubada? de seu trabalho. Tal palavra fez a autora refletir sobre o modo como vivemos e que ao tirar um tempo para o lazer e descanso consideramos um roubo de tempo.
Nessa enumeração de coisas cotidianas que adicionam ?sal? à vida e que temperam os dias, Françoise Héritier mostra fragmentos de sua vida, coisas do presente e do passado, que dão cor e sentido ao viver. Algumas dessas coisas são comuns a todos, já outras são mais pessoais e parte de sua própria experiência.
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Aline Medeiros 20/02/2021

Sem graça!
Trata-se de relatos de pequenas lembranças da vida cotidiana da autora.

Apreciar os pequenos momentos da vida é a proposta deste livro, porém, foi mal escrito e não instiga a prosseguir com a leitura.
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Danielle 02/02/2021

Vale a leitura
Li esse livro em algumas horas . Leitura fluida que mobiliza memórias e sensações muito mais que a curiosidade ou o intelecto. O Sal da Vida é na verdade uma lista de boas lembranças trazidas da memória do autor para as páginas do livro. Digo que vale a leitura pra que nós possamos rememorar nossas próprias lembranças e até mesmo ressignificar momentos e sensações passadas.
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Ericka 28/08/2020

É um livro leve, que nos faz lembrar dos pequenos momentos cotidianos que compõem a vida.
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Rebekah 23/07/2020

Coisas simples da vida que só percebemos que temos saudades porque hoje já não temos mais.
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Dani.Giardin 13/07/2020

Interessante
Achei fofo para dar de presente à alguém. É um livro que nós faz pensar nas pequenas coisas que fazem parte do dia a dia e transformam nossas vidas.
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Fran Ferreira 25/06/2020

Confuso e cansativo.
Eu realmente achei que o livro me mostraria grandes facetas pra vida, mesmo sendo os exemplos vividos pela autora, porém foi uma leitura que a maioria das coisas, eu teria que ter vivido em tal época pra sentir (sei que é pessoal). Em vários momentos tive que voltar parágrafos ou linhas pra entender o sentido, isso foi cansativo, sem contar a forma constante da leitura, em alguns momentos não sabia se era uma nova perspectiva de como a autora viveu o momento ou se era mais um adendo ao que ela estava contando, e nesses momentos, vinha a releitura do parágrafo ou linhas.
Comecei a ler, quando chegou na pág. 22 eu desisti e no outro dia com mais rock voltei a ler, e fui lendo de forma homeopática pra não cansar e mesmo assim, me cansei, li em apenas 1 dia.
Entendi o motivo de Françoise ter escritos os postais, o que ela queria que o amigo entendesse sobre si e a forma de como estava levando a vida, mas não rolou, não fluiu, talvez se na hora de lançar o livro tivesse separado os "exemplos", o livro se tornasse mais fácil de compreender.
Este é um livro leve que busca através das experiências pessoais da autora, fazer com o cada um de nós encontre nos momentos de nossa história, tanto bons quanto ruins, os feixes que nos formam.
Eu gostei de várias citações sobre filmes e afins, esses eu vou pesquisar mais e vou fazer a minha lista (aliás, me perdi com algumas palavras vindas antes ou depois dessas citações, a editora poderia ter colocado um glossário, mas enfim).
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Lolo 20/04/2020

Li pela segunda vez e é um dos meus livros favoritos. Vejo como um escape para quando você precisa se lembrar do sentido da vida. É sensacional!
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Carla Forner 02/04/2020

Sal da vida
A impressão que tive e que a autora simplesmente quis dar 1001 motivos para viver....
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Dudi 20/11/2019

Faltou tempero no sal da vida!
Quando eu comprei esse livro eu estava muito curiosa, eu havia lido diversas coisas positivas, mas ainda assim não sabia bem o que esperar – só sabia que a expectativa estava alta. Quando o livro chegou, eu me assustei um pouco: ele era muito fininho. Até esse momento, era tudo preconceito meu, por achar que um livro fino não poderia ser tão bom, ou se desenvolver tão bem. Quando eu comecei a ler eu achei interessante, a abertura do livro me despertou certa curiosidade, mas conforme e a leitura prosseguia, eu me vi decepcionada, e levei quase duas semanas para ler um livro de cem páginas, com uma fonte gigante e um espaçamento maior ainda.
Quando a autora inicia o livro, ela fala um pouco de como ele surgiu, de que ele seria uma enumeração de coisas boas, que a vida dela poderia não ter tido tantos tormentos e ser muito diferente da vida de outras pessoas pelas diversas possibilidades que ela teve, mas que ainda assim ele raramente abriria para a vida privada dela, e que esse material seria uma coletânea das pequenas coisas do nosso dia-a-dia, da nossa vivência, que seria dariam esse sal a vida. Até esse momento eu não estava tão empolgada, mas é no trecho seguinte que a autora me captura e fez crescer a expectativa em mim. Ela começa a escrever essa carta em resposta a um cartão que recebeu, de um senhor muito esforçado e dedicado ao trabalho, que sente estar “roubando suas férias”. Ela começa então a falar, diante da expectativa de vida dos franceses, quanto tempo gastamos com higiene, com trabalho, dormindo, com tratamento de saúde, transporte, comendo, realizando serviços domésticos, entre outros, e de que o tempo nosso para lazer, se divertir, ir ao teatro, cinema, ler um bom livro, viajar, criar, namorar é de apenas 1h30 por dia durante o período considerado economicamente ativo da vida. Então você se da conta de que é preciso aproveitar e valorizar esse pouco tempo que se tem, e fazer o que se ama, o que se gosta.
Passado esse trecho que me conquistou, ela inicia o restante do livro com datas e geralmente um parágrafo que se estende até quatro folhas no qual ela escreve sem pausas sobre coisas que acredita ser o “sal da vida”. Acontece que eu achei um livro muito pessoal, e muito significativo para a autora, que sabe o quanto cada uma daquelas pequenas coisas tem peso em sua vida. Por mais que ela tenha dito que sua vida privada não estaria presente, ela está sim ali. E como eu disse anteriormente, ela teve uma vida privilegiada, por conta disso, as inúmeras referências a países e culturas diferentes soam irreais para alguns. Além disso, ela faz muita referência a autores, obras literárias, atores, filmes que eu não conheço, portanto havia passagens longas que não faziam qualquer sentido para mim.
Houve um ou dois momentos em que ao ler algo que ela escreveu eu fiz uma ligação com vivências pessoais minhas. Ela falava de bater corda na infância e eu me lembrei como brincava com elástico no colégio. Fora isso, o texto dela foi apenas uma coletânea extensa de vivências da autora. Portanto quanto você se depara com trechos como (abri o livro de forma aleatória e copiei): “ganhar um pote de marrom-glacê, ter visto Edwige Fuillère e Jean Marais, que poderia ter ficado ridículo num culote de camurça e suspensórios, mas que não ficou, em Águia com Duas Cabeças, de Cocteau, no Teatro Hébertot, ter colhido narcisos no interior da França, ter sentido o cheiro forte de um bode, ter contemplado durante horas as duas cromolitografias clássicas de Idades da Vida (...)”, eu ficada enfadada, e segui a leitura por pura obrigação.
Talvez, se o leitor tiver uma vida parecida com a autora ele consiga fazer mais associações com a sua própria vida, e relembrar coisas até então esquecidas, e viver momentos de nostalgia. Mas para mim, foi apenas uma leitura vazia, finalizada por obrigação.
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Três Leitoras 27/04/2019

Resenha: O Sal da Vida
O Sal da Vida é aquele tipo de livro necessário, que todos deveriam ler. Afinal, ele faz com que a gente reflita sobre as pequenas coisas que temos na vida, o que faz valer a pena viver. Uma história cheia de pequenos detalhes que nos emociona, nos faz sorrir e nos dá aquela energia para manter uma vida simples e rica.

Naturalmente, temos uma vida turbulenta, cheia de altos e baixos e consequentemente temos a mania de simplesmente começar a deixar tudo passar despercebido por nós, se não for grande e barulhento, não notamos e assim perdemos o pequeno, o detalhe, que também aquece os nossos corações e nos faz ver a delícia que é viver.

Françoise Héritier recebeu um cartão postal de um amigo com a seguinte frase "Uma semana roubada de férias na Escócia" e o uso da palavra "roubada" fez com que ela começasse a refletir sobre a vida e a forma com a qual a levamos. Este amigo, um médico extremamente dedicado ao trabalho e isso o leva a um desgaste físico enorme, mas também leva ao esquecimento da sua própria vida. E aí está a questão: quem estava roubando o quê?

Em meio a esta reflexão, O Sal da Vida surgiu, como resposta a este cartão postal. Esta resposta é uma junção de sentimentos, lembranças, escolhas, situações, que dão o que diferencial da vida, que faz com que ela tenha cor, movimento, sons e muito sabor.

Um livro inspirador, regado de emoção e reflexão. É impossível terminar a leitura e não querer escrever sobre o sal da MINHA vida e pensando nisso a Editora nos presenteia com um espaço no próprio livro para fazer a nossa lista. Comecei a refletir sobre a minha vida, sobre o que tenho feito com ela e o que quero continuar fazendo.

Os sonhos nos motivam a viver, as pessoas ao nosso lado também, mas as pequenas coisinhas que acontecem tem o mesmo poder. O que seria de mim sem o meu café forte todos os dias pela manhã, sem o cheirinho da maresia, sem lugares incríveis para ver o por do sol, sem um quindim para comer sempre que me desse vontade, sem um pote de sorvete para os dias de TPM, sem a música Metal Contra as Nuvens do Legião para me animar, sem sorrisos, sem livros e por aí vai....

site: http://www.tresleitoras.com.br/2019/04/resenha-o-sal-da-vida.html
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Hosana.Barros 09/02/2019

Lista de coisas boas - cansativo
O livro tem uma ideia maravilhosa. O conceito é realmente encantador. Porém a lista de coisas boas é imensa e cansativa. Eu no meio do livro já estava desmotivada a continuar. O conceito é apreciar as obras da natureza, o potencial do que o ser humano é capaz de fazer de bom, os pequenos prazeres da vida como comer, ouvir, ver e sentir.... Isso tempera sua vida. Ainda tem um espaço para você mesmo escrever seus temperos.
É um livro que apesar de bonito achei chato. talvez por não ser francesa, talvez pelas citações não serem para mim algo familiar... enfim.
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Nini 18/11/2018

Decepcionante
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