O Jogo de Ripper

O Jogo de Ripper Isabel Allende




Resenhas - O Jogo de Ripper


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Kamila 21/12/2015

O Jogo de Ripper conta a história de Amanda Martin, uma jovem que gosta de investigar crimes em jogos de RPG com um grupo de amigos virtuais via Skype. Ela vive em São Francisco com sua mãe, Indiana Jackson,que trabalha em uma Clínica Holística – aquelas que têm acumpuntura, Reiki, aromaterapia, entre outros métodos alternativos para cura de doenças, e seu avô Blake Jackson, um farmacêutico. Enquanto que o pai de Amanda é Bob Martin, inspetor-chefe do Departamento de Homícidios de São Francisco.

Até então, Amanda e seus quatro amigos – um de Nova Jersey, um de Reno e dois de fora dos EUA, uma menina de Montreal e outro jovem da Nova Zelândia – se reuniam via Skype para desvendar crimes de mentirinha. Até que uma onda de homícidios anunciados por uma astróloga na TV desvia a atenção dos jovens.

Todos os homícidios tinham coisas em comum: sempre cometidos em noites de lua cheia e com requintes de crueldade inimagináveis. Enquanto isso, Indiana vivia com pouco dinheiro, mas tinha muitos amigos e clientes, como o garçon Danny D'Angelo, do restaurante “Café Rossini” e Matheus Pereira, pintor brasileiro e zelador do prédio onde funcionava a Clínica Holística.

Pois bem, o que achei da história? Apenas espetacular!!! Li em menos de 48 horas! Ele te prende do início ao fim, desde as crueldades cometidas com as vítmas até mesmo com a próxima loucura que Amanda vai descobrir. Lembrando que, a história só é possível porque Amanda têm informações exclusivas a respeito das investigações porque, claro, seu pai é apenas o chefe do setor. Essa história me lembrou um pouco das histórias da Agatha Christie – guardadas as devidas proporções – por ser uma história com bastante mistério e com um assassino a descobrir. Claro que há muitos livros assim, mas lembrei da Agatha porque suas histórias têm um assassino de mente brilhante, acima de qualquer suspeita, idêntico ao que li nessa obra.

resenha completa em:

site: http://resenhaeoutrascoisas.blogspot.com.br/2015/01/resenha-o-jogo-de-ripper.html
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Ed 07/11/2014

Resumindo bastante: quem está acostumado a ler romances policiais pode se entediar um pouco com esse livro. No início ele me pareceu interesante, mas com o tempo perdeu a força. Ficou terrivelmente chato no final. Quase abandonei a leitura. No todo, não achei "O Jogo de Ripper" um livro ruim e sim um livro bastante fraco. Conheço livros muito melhores desse gênero e por isso não indicaria esse livro.
Mais detalhes dos pontos que curti e não curti, seguem no meu histórico de leitura.
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Adriana 05/06/2017

Sem compromisso
Um livro leve, gostoso de ler, com personagens cativantes.
Nada do que estamos acostumados da autora, mas sua escrita é sempre tão cativante.
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Caty 05/01/2018

Um romance policial cativante
A história de assassinato fica mais intensa e cativante nas últimas 100 páginas do livro.
Mas longe de ser um defeito, a parte mais descrita dos personagens e de suas personalidades, faz com que o leitor se sinta mais do que uma testemunha da história, um de seus personagens. Isabel Allende mais uma vez, mostra que sabe escrever como poucos.
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Carolina DC 02/11/2014

Muito bom, mas poderia ser ainda melhor.
"O Jogo de Ripper" é um livro com uma premissa diferente. Amanda é uma jovem de 17 anos de idade extremamente inteligente e que pode ser considerada um pouco excêntrica. Ela não gosta que as pessoas a toquem (com a exceção de seus familiares), tem um interesse quase que obsessivo por casos mórbidos, como assassinatos brutais e joga on-line um jogo conhecido como Ripper, onde um grupo se reúne para analisar crimes (no caso do grupo de Amanda, eram crimes ocorridos em Londres em séculos passados).
A história se passa em São Francisco e é narrada em terceira pessoa, mas existem alguns trechos que são contados pelo assassino em primeira pessoa (depois da metade da história).
O livro vai contar a peculiar estrutura familiar da Amanda: ela foi praticamente criada por seu avô, Blake Jackson, um farmacêutico de 64 anos. Seu pai é o inspetor chefe da divisão de Homicídios Bob Martin e sua mãe, Indiana Jackson, trabalha na Clínica Holística de North Beach e é praticante do primeiro grau de Reiki. Indiana engravidou quando ainda estava no ensino médio e Bob casou-se por obrigação. Vemos dois adultos que são inteligentes, bondosos, mas muito egoístas, pois apesar de amarem a filha, não são responsáveis por ela.
Amanda absorve o esoterismo da mãe e a herança latina do pai, graças a sua avó e bisavó. Essa mistura torna a trama eclética e o pontapé inicial se dá quando a madrinha de Amanda, Celeste Roko, uma famosa astróloga da Califórnia realiza uma previsão mortífera para São Francisco.
A trama terá praticamente três focos alternados: o cotidiano de Indiana, sua rotina, seus clientes e seus amores, a Amanda e o grupo do jogo e os crimes. Esses três focos vão se mesclando conforme a história avança, até chegar ao final e descobrirmos quem é o criminoso.
Existem vários personagens na história e o leitor precisa ficar atento sobre cada um deles. Um ponto que poderia ser mais explorado é a vida de cada um dos integrantes do Ripper. Pelas rápidas menções sobre a vida pessoal de cada um, observamos que são histórias ricas e que poderiam ser bem complexas e interessantes.
Cronologicamente, a história tem início em outubro de 2011 e vai até agosto de 2012, com marcações que diferem os meses.
Os crimes são brutais. A maneira como eles são cometidos, cada um com um modus operandi diferente mas igualmente cruel, é impactante.
As descrições dos crimes hediondos são vívidas, demonstrando uma crueldade humana absurda. A maneira como a autora interligou os crimes também foi bem elaborada e tem uma virada inteligente.
A narração em alguns momentos é um pouco mais lenta, com trechos descritivos, tornando alguns trechos um pouco enfadonho. Os personagens tem muito potencial, mas em alguns momentos a autora se perdeu ao focar nos encontros e desencontros amorosos de Indiana e Bob. Poderia ter sido explorado melhor a maneira de como a Amanda vê o mundo ou como ela deduz determinados acontecimentos.
"Um garoto da Nova Zelândia, paraplégico devido a um acidente e condenado a uma cadeira de rodas, mas com a mente livre para vagar por mundos fantásticos e viver tanto no passado quanto no futuro, adotou o papel de Esmeralda, uma cigana esperta e curiosa. Um adolescente de Nova Jersey, solitário e tímido, que viva com a mãe e nos últimos anos só saía do quarto para ir ao banheiro, era Sir Edmond Paddington, um coronel inglês aposentado, machista e petulante, muito útil no jogo por ser expert em armas e estratégias militares. Em Montreal, uma jovem de 19 anos, que passara sua curta vida em clínicas para tratamento de transtornos alimentares, inventou o personagem Abatha, uma vidente capaz de ler o pensamento, induzir recordações e comunicar-se com fantasmas. Um órfão afro-americano de 13 anos, com QI de 156, bolsista de uma escola para crianças superdotadas de Reno, escolheu ser Sherlock Holmes, porque deduzia e tirava conclusões sem nenhum esforço." (p. 11)
Em relação à revisão, diagramação e layout a editora realizou um ótimo trabalho. A capa tem uma modelo bonita, mas não representa o conteúdo da trama.

site: http://www.viajenaleitura.com.br/
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lleiram 24/11/2018

Quando o livro tinha TUDO pra ser bom, mas não é. Allende simplesmente não conseguiu escrever um romance policial, fui tudo menos policial, como pode isso??? Ela deveria mais era ter aceito a ajuda do marido mesmo, ao invés de continuar a história sozinha. Fiquei decepcionadíssima!
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