Esperança

Esperança Mary Jordan...




Resenhas - Esperança


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VitOria_ 25/04/2021

"Sempre acredite na esperança,mesmo que as vezes seja difícil"...
O livro conta,em páginas de diário,o que aconteceu com três meninas(especificamente duas) que foram mantidas em cativeiro por 10 anos.
A leitura ocorre conforme os acontecimentos do cativeiro durante esse tempo,e como as meninas sobrevivem até a sua liberdade.
Um livro extremamente forte em todos os sentidos,temos gatilhos de violência física,psicológica e sexual.
É difícil até então,falar sobre ele mas é mais uma prova como o ser humano pode ser sujo e o que ele é capaz de fazer para sobreviver.
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Rodrigues 06/10/2020

Vamos passar a observar os nossos vizinhos
Esse é o segundo livro baseado nos fatos chocantes que aconteceram em Cleveland.Apessr de que eu fiquei muito mais chocada com a história de Michele Knight,a versão contada de Amanda Berry e Gina de Jesus sobre os 10 anos no cativeiro com Ariel Castro também foram bem chocantes.
Entendo Michele querer escrever um livro contando a sua história sozinha,sem as meninas.Afinal infelizmente ela nunca foi protagonista em nada,e então do seu próprio livro ela quis ser protagonista.
Embora Amanda Berry e Gina de Jesus tenham sofrido muito nas mãos do estuprador Ariel Castro,e Santa bem mais porque acabou engravidando dele,das pelo menos tinham as suas famílias,que as acabam muito.Michele nem isso teve.
Falando assim parece uma competição de quem sofreu mais,o que não é verdade,as 3 sofreram muitíssimo nas mãos desse monstro.
O que eu não consigo entender é como nenhum vizinho nunca desconfiou de nada.Ariel sempre morou sozinho e ninguém estranhou 3 meninas que depois foram dadas como desaparecidas entrando na casa dele.Sem contar que no livro as meninas contam que eles a fantasiavam e no verão as fazia ir tomar banho de piscina assim.Como ninguém não achou isso tudo estranho?
Esse livro me fez ver que devemos estar atento as pessoas ao nosso lado.E que essas meninas foram tão fortes e guerreiras,assim como todas nós mulheres fomos.
No final Amanda e Gina voltaram pra sua família,Michele apesar de ter família infelizmente não,porque a sua família nunca se importou com ela, infelizmente.
No final de tudo eu tenho tanto ódio de Ariel Castro por ter destruído a vida dessas meninas,assim como tenho da mãe e da família de Michele.
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Aline.Rodrigues 17/05/2021

Vamos observar os nossos vizinhos
Esse é o segundo livro que leio sobre o caso do sequestro de Cleveland,Ohio,EUA.Aqui temos a história de duas vítimas de Ariel Castro,Amanda Berry e Gina de Jesus.
As duas que acredito terem se tornado grandes amigas,resolveram escrever sobre os 10 anos em que passaram em cativeiro na casa de Ariel Castro e tambem chamaram a 1 vítima para escreverem juntos a história,porém Michele Knigt resolveu escrever seu livro sozinha.
E eu realmente entendo a Michele,pois ela nunca foi protagonista de nada em sua vida,então do seu livro ela quis ser, realmente entendo a Michele.
Amanda e Gina sofreram muito nas mãos do pedófilo e estuprador Ariel Castro,e aqui elas descrevem não só o sofrimento mas a esperança de um dia saírem do cativeiro.
Assim como o primeiro livro que li da Michele esse aqui também é muito de se ler,ele embrulha o seu estômago,te faz refletir sobre muitas coisas.
Eu observei que lendo esse livro,se os vizinhos de Ariel Castro fossem mais atentos talvez as meninas tivessem sido libertadas antes.
Livro forte e muito difícil de se ler, porém nós mostra a força de dias mulheres que tiveram que ser forte pra sobreviver e ter esperança de fugirem do inferno.
Eu gosto de ler sobre vitimas de tragédias,pois eu aprendo muito com essas pessoas e tento me tornar alguém melhor.
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Raffafust 14/07/2015

Quando vi que a editora Paralela lançou a versão de Amanda Berry e Gina DeJesus para os 10 anos de cativeiro em que foram mantidas pelo louco Ariel Castro, me interessei muito em ler, pois já tinha ficado muito impressionada com o relato da terceira jovem - que pode ser chamada de a primeira , já que ficou 11 anos em poder dele, e que teve sua história contada à parte no ótimo Libertada, publicado pela Editora Fontanar, cliquem aqui para ler a resenha - chamada Michelle Knight. Entendam, há pontos importantes se compararmos a versão das duas nesse livro e no de Michelle.
Ariel Castro era um homem de meia idade , pai de família, separado da ex mulher , porto-riquenho e motorista de ônibus escolar. Teve 3 filhos que todos eram amigos - ou conhecidos - das meninas que sequestrou. A primeira delas Michelle, ficou 1 ano a mais que as moças relatadas nesse livro, mas sofreu os mesmos maus tratos. Amanda e Gina parecem ter se unido por uma coisa em comum : a força de suas mães que nunca desistiram de procurá-las. Usando da amizade delas com seus filhos, ele atraiu as jovens para o seu furgão e logo depois para sua casa onde as manteve como prisioneiras por anos, depois de Michelle foi a vez de Amanda, que morava com a mãe e com a irmã e que ao sair do trabalho no Burger King um dia antes de seu aniversário de 18 anos , por inocência entrou no carro de Ariel e dali para frente não veria mais sua mãe com vida ( ela faleceu enquanto a moça ainda era mantida no cativeiro e nunca ficou sabendo do paradeiro da filha) .Estuprada seguidas vezes, mantida em um quarto com somente um balde de plástico onde fazia suas necessidades, Amanda viu passar dua vida em um loca pequeno e fedido, era humilhada e apanhava do maníaco que alguns meses depois sequestrou Gina DeJesus, essa com apenas 14 anos, melhor amiga de sua filha Arlene.
Parece incrível que por esses anos todos seus filhos não fossem em sua casa, certo? Acontece que eles iam, mas ele mantinha as moças acorrentadas e a ameaçava mata-las caso gritassem pedindo ajuda.
Manteve as 3 encarceradas, e assusta ler os relatos de que ele as estuprava pelo menos - e cada uma delas - de 3 a 5 vezes por dia. Culpava ter sido abusado na infância por seus atos. Prometia em vão que devolveria as moças para suas famílias.

O QUARTO DE AMANDA E A FILHA
A família de Gina, também de Porto Rico lutou o tempo todo para ter a filha de volta, seus pais mesmo sem condições angariavam fundos e nunca esqueceram a filha ou deixaram de acreditar que ela estivesse viva. Amanda também teve uma mãe que lutou por ela, e depois sua irmã Beth, mas Michelle que aparece somente como a versão contada pelas duas meninas, era a mais distante, e parecia se sentir inferiorizada por nunca ter sido procurada ( para entender melhor, leiam Libertada, a moça conta que seus pais desistiram dela e nunca se preocuparam com seu sumiço, nem chegando a contactar a polícia)
Abusos, insanidades, e todo tipo de bizarrice vindo da cabeça de um louco que possamos imaginar são relatados nesse livro. Gina as vezes achava que Amanda era a querida dele por ter quarto separado, Michelle dizia o mesmo. Amanda já achava que as duas a odiavam, era tudo um jogo em que elas caíam onde se odiando era mais fácil não se rebelarem contra ele.
Amanda acaba engravidando e tendo Jocelyn dentro da casa em um relato no mínimo assustador, o que Gina não menciona é que das 3 foi a única que nunca engravidou do monstro.
Viciado em sua aparência , os limites do sádico homem não existiam, ele as fazia cortar o cabelo dele e quando erravam algo eram castigadas , chegando as lhe raspar a cabeça.
Com o nascimento de Jocelyn ele parece se redimir , e chega a ser estranho visto do lado de fora o como Amanda o descreve com um certo carinho apenas por tratar bem a filha dos dois, me parece surreal que alguém consiga ter amor a filha de um crápula desses, mas quem sou eu para julgar ou entender quem passou por um trauma desse tamanho?
Erros da polícia americana são visíveis, ele mesmo os cita quando é pego no final. O que poderiam ter encurtado em muito tempo a vida tirada dessas 3 garotas.
Intenso e chocante, o livro é para quem tem estômago, não é fácil ler com detalhes os abusos seguidos dele com as meninas.
Para quem se recorda da história, as 3 saíram vivas - tanto que escreveram suas memórias dos dias de terror - mas o covarde não aguentou a cadeia e se matou, o que dá muita raiva, porque manter a filha dos outros presa era bacana, certo?
Difícil ler esses relatos e não se irritar com tudo que elas viveram, ou, tudo que elas deixaram de viver por causa dele.


site: http://www.meninaquecompravalivros.com.br/2015/07/resenha-esperanca-editoraparalela.html
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May || @nvs_may 15/02/2020

Esperança
No dicionário, ao lado da palavra "força e determinação" deveria ter o nome dessas garotas. Chorei em diversos momentos.
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Nana 05/04/2016

Sobreviventes !!!
Esta história é daquelas que fica na nossa memória para sempre!
Admiro muito a coragem destas meninas por terem enfrentado mais de 10 anos de cativeiro sofrendo maus tratos, abuso sexual diário, falta de higiene, falta de alimentação e ainda assim tiveram forças pra suportar sempre acreditando que um dia esta tortura teria fim. .
Antes de ler este livro, li "Libertada" da Michelle Knigth, que é o relato da primeira menina a ser sequestrada e foi bem chocante.
Neste livro temos a versão de Amanda e Gina, além das partes contadas pelos repórteres sobre os dramas dos familiares em busca das filhas desaparecidas durante todo este período. Os dois livros são muito bons, apesar de muito sofridos.
Na minha opinião, este é ainda melhor do que "Libertada" pois é mais completo, dando uma visão geral de tudo que aconteceu inclusive com os familiares, o momento da fuga e a prisão de Ariel Castro contada pelos policiais.
O livro serve como um alerta para que as pessoas tenham muito cuidado ao confiar em alguém que "acham" que conhecem e também vale como uma esperança para quem tem algum familiar desaparecido a anos.
Jeanne 06/04/2016minha estante
Ótima resenha! Poucas palavras que exprimem tudo!




Leitora Viciada 26/08/2015

Resenha para o blog Leitora Viciada
Amanda Berry, Gina DeJesus e Michelle Knight são três mulheres que passaram aproximadamente uma década em cativeiro doméstico. Permaneceram acorrentadas na casa do sequestrador, na Avenida Seymour, na cidade de Cleveland, em Ohio, nos Estados Unidos. Ariel Castro, nascido em Porto Rico, músico e motorista de ônibus escolar, pai e avô, as enganou e as sequestrou. Elas sofreram violência e estupros diários, mas jamais perderam a esperança.
Michelle foi a primeira vítima. Ela desapareceu em agosto de 2002, aos 21 anos de idade; Amanda foi sequestrada em abril de 2003, na véspera de seu aniversário de 17 anos; Um ano depois (abril de 2004) Ariel sequestrou a terceira menina, Gina, de apenas 14 anos. As três foram libertadas somente em 06 de maio de 2013. Isso não é ficção!
Amanda e Gina decidiram contar suas histórias acerca dos acontecimentos terríveis. Não se fixam aos abusos e sofrimento, porque planejaram mostrar superação e esperança, além de chamar a atenção para os casos de pessoas desaparecidas.
Receberam a ajuda dos repórteres Mary Jordan e Kevin Sullivan para compor esta biografia. A base (além das memórias) são textos de Amanda em um diário com mais de mil páginas. Ela usou um caderno e folhas soltas; escrevia até mesmo em guardanapos, embalagens de lanches e alimentos e caixas de papelão ao avesso. Ariel Castro gravou horas de vídeos caseiros, encontrados após a liberdade das vítimas.
Os repórteres, além de ajudarem Amanda e Gina na organização, realizaram um árduo trabalho coletando informações fora do cativeiro. Revisaram milhares de páginas de relatórios policiais e registros tribunais, assistiram a horas de gravações dos interrogatórios do criminoso e entrevistaram parentes e amigos dos envolvidos, incluindo os familiares de Castro. A dupla conseguiu mostrar como acontecia a investigação policial e como as famílias de Amanda e Gina estavam.
Hope: A Memoir of Survival in Cleveland foi publicado no Brasil pela Editora Paralela (Grupo Companhia das Letras) como Esperança: Dez Anos de um Cativeiro, um Relato de superação em Cleveland. A editora levou apenas 4 meses para traduzir e publicar a biografia.

Para ler toda a resenha acesse o Leitora Viciada.
Faço isso para me proteger de plágios, pois lá o texto não pode ser copiado devido a proteção no script. Obrigada pela compreensão.

site: http://www.leitoraviciada.com/2015/08/Esperanca.html
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Ju 18/06/2021

E horrível em pensar que essa história é real, tantas pessoas por perto e ninguém percebeu, mas, fico feliz que tenha um final feliz e espero que elas continuam bem.
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Leticia 25/03/2017

Que livro!!!
Emocionante, intenso, realmente me falta palavras pra descrever todos os sentimentos que tive ao ler esse livro tão real, assustador e uma lição de esperança. Virei 2 noites lendo sem conseguir parar. Indico muito!
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Xandy Xandy 23/07/2021

Relato perturbador de duas vítimas de Ariel Castro
Como alguém pode ser um pai tão bondoso, incapaz de encostar um dedo em seus filhos e, ao mesmo tempo, ser um completo sádico e predador sexual, capaz de sequestrar amigas da própria filha e mantê-las como suas escravas sexuais por 10 anos? Só tem uma única resposta: Ariel Castro era o verdadeiro "Médico e o Monstro" de R.L. Stevenson!
O livro dá voz a Amanda Berry e Gina Dejesus, duas das vítimas de Castro, que foram mantidas em cativeiro, estupradas e maltratadas por praticamente uma década.
Michelle Knight, que também era mantida presa com elas é apenas citada poucas vezes neste livro, pois resolveu escrever suas próprias memórias infernais.
Um livro realmente chocante e perturbador!
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Cy | @apenasleitores 11/11/2021

O livro possui vários gatilhos. Estupr*, agressão, cárcere entre outros
O livro conta sobre o sequestro de Cleveland, onde Ariel Castro manteve 3 mulheres presas durante 10 anos
Nesse livro Amanda Berry e Gina DeJesus contam como foi esse tempo presa (a outra mulher Michelle, tem um livro sozinha e tem resenha dele aqui no feed "Libertada")
Dia 21 de Abril de 2003 voltando do Burguer King onde trabalhava, Amanda aceita a carona de Ariel, já que conhecia seus filhos. Ele a convence a ir até a casa dele, fazer uma visita a sua filha, já que faz tempo que não a vê.
Amanda entra na casa de Ariel, e pelos próximos 10 anos fica presa lá.
Em 2 de Abril de 2004 Gina DeJesus está voltando da escola. Ela se encontra com Arlene (filha de Ariel) e após se despedirem cada uma vai pra um lado. Ariel para ao lado de Gina e pergunta por Arlene, ela diz que acabaram de se separar e ele pede ajuda pra procurá-la. Gina entra no carro. Ele diz que precisa passar em casa, mesmo achando estranho ela vai, já que ela o conhece e sua família o conhece
Pelos próximas 9 anos Gina nunca mais saiu de lá
Elas foram espanc*das, estupr*das, passam os dias acorrentadas. Banhos são raros e a comida era quase sempre fast food.
Amanda engravida de Ariel, e tem Jocelyn que nasceu na casa, no Natal.
Ariel era um ótimo pai. Tanto pra Joce, quanto para os outros filhos. Ele era motorista do ônibus escolar. E quem o via de fora, não imaginava o horror que se passava lá dentro.
Ariel era manipulador, criava mentiras pra que as 3 mulheres brigassem entre si.
As buscas por Amanda e Gina nunca pararam. As famílias não acreditaram que elas estavam mortas e nunca desistiram.
Todo o tormento acabou, qndo um dia ele saiu e esqueceu de tranca-las. Amanda conseguiu sair e foi até a vizinha e chamou a polícia
O livro conta até um pouco depois de terem se libertado, e como elas estavam fazendo pra se reajustar ao mundo novamente.
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Lara 16/09/2021

Uma biografia sob o ponto de suas das três vítimas do sequestro em Cleveland
Adorei a biografia, ela é dividida em quatro partes, os sequestros e adaptação das três meninas no ambiente hostil em que foram inseridas, memórias do sequestrador falando de sua vida, seu trabalho, relações sociais, relacionamento com familiares, etc, a gravidez de Amanda Berry e posteriormente o parto, e por último a prisão de Ariel Castro. Por 10 anos as meninas usaram até guardanapos para usar como diário, o que possibilitou uma visão tão clara e sóbria da memória descrita, o que torna este livro até mais tangível, real e rico.
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Ronaldo 07/10/2021

Muitas coisas me deixaram perplexos com essa leitura.

A impotência das meninas em relação ao seu sequestrador era algo curioso. Por algumas vezes elas chegaram a ter a oportunidade de escapar, mas nada fizeram. O medo as paralisara. A auto estima dessas garotas foi tão sufocada por esse criminoso, que elas não se sentiam capazes de escapar dele.

Outro ponto que é desconcertante é o fato de ninguém ter desconfiado. Ariel Castro, além de muito cuidadoso, tinha uma sorte incrível, o que o fazia se tornar invisível em situações que poderiam chamar a atenção da polícia. Mas, de qualquer maneira, parece impossível manter pessoas presas num bairro movimentado sem nunca levantar suspeitas.

E, um dos aspectos mais revoltantes desse caso, é a naturalidade como o sequestrador encarava os seus crimes abomináveis. Ele não se considerava um estuprador, já que as vítimas não ofereciam resistência. Com o maior cinismo afirmava que elas entraram  seu carro por que quiseram, como se isso justificasse ludibriar adolescentes e conduzi-las para uma armadilha. E justificava seus atos com a desculpa de que foi abusado na infância.

É uma narrativa bem completa, dividida entre o relato das meninas, o drama das famílias que não desistiram de procurá-las, a investigação da polícia e a história pregressa so sequestrador com seu histórico de violência. O que esse homem tirou dessas meninas não pode ser devolvido, foram anos que deixaram de ser vividos, foi uma adolescência perdida, confinadas num local horrendo, mas elas conseguiram sair e contar sua história. Mantiveram a lucidez, a vontade de viver e a esperança de que um dia veriam novamente a luz. E esse dia chegou.
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