Como Ser Feliz

Como Ser Feliz Lee Crutchley


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Resenhas - Como Ser Feliz. Ou, no Mínimo, Menos Triste


7 encontrados | exibindo 1 a 7


Acordei Com Vontade de Ler 31/12/2015

Como Ser Feliz, ou, no Mínimo, Menos Triste do autor Lee Crutchley foi um livro que recebi de surpresa da Editora Paralela. Confesso que não sou grande fã desses livros, mas esse me pareceu bem interessante apesar de estar no gênero autoajuda; coisa que vivo dizendo que detesto. Mas esse livro consegue tirar você daquela “mesmice” de autoajuda que estamos acostumados e traz. Ele de forma dinâmica entra para o nosso dia a dia e realmente nos faz refletir sobre diversas coisas e até mesmo nos diverte.


"'FELIZ' É UMA PALAVRA FORTE
Jhon Luther

O livro funciona como uma forma de mostrar que você precisa tentar ser menos triste, de forma interativa e criativa. Quem o escreveu, nos conta que passou por um momento triste que logo veio o vazio e a partir daí começou a pensar em maneiras de sair dessa, digamos assim! O livro não é um livro com conselhos para ser mais feliz e sim uma forma de te levar a mergulhar em sua própria mente, bem no fundo, e te fazer realmente pensar em tudo aquilo que vêm incomodando, e te levando a se sentir da maneira que se sente.. Assim como te faz perceber também as coisas que te faz ou fez feliz, aquilo pelo qual você é grato e etc.

"Portanto, insisto que você mergulhe. Afinal, o que é o pior que pode acontecer? (quer dizer, a não ser que você esteja dirigindo enquanto lê. ou algo do tipo - não faça isso). Há uma quantidade imensa de sabedoria nestas páginas - e haverá ainda mais, depois que você terminar."


site: http://www.acordeicomvontadedeler.com/2015/10/resenha-como-ser-feliz-ou-no-minimo.html
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Portal JuLund 21/10/2015

Como ser feliz, @EditoraParalela
Hey pessoas! Quem aí gosta de livros criativos? Não vou levantar a mãozinha, porque eu não gosto muito, mas me interessei pelo título: Como ser feliz (ou no mínimo, menos triste). Esse livro foi escrito por Lee Crutchley e é cortesia da editora Paralela ao Portal :)

Bem, como eu disse, não sou a maior fã desse tipo de literatura. Na verdade é porque gosto de ler, ler muito, e sempre acabo achando que figuras em livros acabam ocupando espaços que poderiam conter letras. É, sou doida assim! HAHAHA

Leia a resenha completa em

site: http://portal.julund.com.br/resenhas/como-ser-feliz-editoraparalela
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Prô Rosangela 09/10/2015

Como ser feliz
Como ser feliz (ou no mínimo, menos triste) – Lee Crutchley
Lee Crutchley nasceu na Inglaterra e é um artista e autor. Seus livros incluem “Comece por aqui” e “Como ser feliz”
Diferente da primeira impressão que causa, esse livro não é de auto-ajuda. Contendo perguntas divertidas e instruções intrigantes, o autor leva seus leitores a perceberem a vida com outro olhar e a redescobrir os prazeres que encontramos em coisas simples e que podem trazer alegria.
O livro é totalmente interativo e suas instruções são baseadas em pesquisas psicológicas modernas e antigas sabedorias filosóficas. Sua leitura fornece ao leitor poderosas ferramentas para analisar nossa mente e trazer à tona nossa própria sabedoria.
Segundo estudos de alguns psicólogos, o ato de escrever pode nos ajudar a nos conhecer melhor e até a curar feridas físicas. É isso que Lee nos leva a fazer constantemente.
Com base em sua própria experiência, Lee faz uma viagem introspectiva que o leva a meditar sobre o que é a felicidade e como alcançá-la. A meditação aliada a várias pesquisas sobre o funcionamento da mente e do corpo e à leitura de diversas abordagens filosóficas sobre a tristeza e a felicidade, levaram-no a uma descoberta surpreendente. Como resultado, surge essa obra, contendo a seguinte promessa:
“[...] Embora eu desconheça os segredos que possam trazer a felicidade, prometo que este livro pode ajudar você a se sentir menos triste.”
Com uma escrita leve, agradável e bem humorada, podemos dizer que esse livro é um “manual” onde o autor nos fala de tristeza, depressão e como contornar esses problemas e aprender a valorizar o que é mais importante: você.
Lee Crutchley afirma despretensiosamente que sua obra não tem nenhum tipo de segredo para ajudar as pessoas a alcançar a felicidade.
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Clã 05/10/2015

Clã dos Livros - Como ser feliz
Lee Crutchley nasceu na Inglaterra e é um artista e autor. Seus livros incluem “Comece por aqui” e “Como ser feliz”

Diferente da primeira impressão que causa, esse livro não é de auto-ajuda. Contendo perguntas divertidas e instruções intrigantes, o autor leva seus leitores a perceberem a vida com outro olhar e a redescobrir os prazeres que encontramos em coisas simples e que podem trazer alegria.

O livro é totalmente interativo e suas instruções são baseadas em pesquisas psicológicas modernas e antigas sabedorias filosóficas. Sua leitura fornece ao leitor poderosas ferramentas para analisar nossa mente e trazer à tona nossa própria sabedoria.

Segundo estudos de alguns psicólogos, o ato de escrever pode nos ajudar a nos conhecer melhor e até a a curar feridas físicas. É isso que Lee nos leva a fazer constantemente.




Com base em sua própria experiência, Lee faz uma viagem introspectiva que o leva a meditar sobre o que é a felicidade e como alcançá-la. A meditação aliada a várias pesquisas sobre o funcionamento da mente e do corpo e à leitura de diversas abordagens filosóficas sobre a tristeza e a felicidade, levaram-no a uma descoberta surpreendente. Como resultado, surge essa obra, contendo a seguinte promessa:

“[...] Embora eu desconheça os segredos que possam trazer a felicidade, prometo que este livro pode ajudar você a se sentir menos triste.”



Lee Crutchley afirma despretensiosamente que sua obra não tem nenhum tipo de segredo para ajudar as pessoas a alcançarem a felicidade.

Com uma escrita leve, agradável e bem humorada, podemos dizer que esse livro é um “manual” onde o autor nos fala de tristeza, depressão e como contornar esses problemas e aprender a valorizar o que é mais importante: você.

site: http://cladoslivros.blogspot.com.br/2015/08/resenha-como-ser-feliz-ou-no-minimo.html
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Paula Juliana 14/08/2015

Resenha: Como Ser Feliz - Ou, no Mínimo, Menos Triste - Lee Crutchley
''Uma luz constante em um mundo às vezes sombrio.''

Você está em busca da felicidade? Acredita que a felicidade tem uma receita, um manual e que você vai encontrá-la nesse lindo livro? Sinto desapontá-los, espero que você feche o link ou desligue o computador, pois não vamos apresentar aqui nessa obra, nem nessa resenha nenhum milagre!

Confesso que não tenho muita experiência com livros interativos, que tenho até uma dó muito grande de escrever, colorir ou colar nessas obras, pois livro bonito para mim é os perfeitinhos, sem arranhões, porém, já começamos com o assunto, perfeição, NÃO EXISTE, sendo ele na literatura ou na vida real! Meu primeiro pensamento quando comecei a ler e olhar as perguntas, os exercícios que tinha que fazer, foi... não vou fazer isso! Me senti incomodada! Achei que não ia conseguir fazer/responder, e para minha surpresa, depois de responder a primeira página, a segunda foi mais fácil, a terceira mais ainda e assim por diante, fiz no meu caminho de volta para casa no ônibus depois de um dia de trabalho bem dizer meio livro e me surpreendi com o resultado!

A proposta do livro não é uma cura para a infelicidade, não é a cura da depressão e da ansiedade, mas é um modo de se conhecer, de ver o que esta acontecendo e de tentar ser menos triste! Não estou em uma época triste, bem dizer, minha época negra já passou, mas ninguém é feliz o tempo todo, nada é super perfeito e temos sempre algum campo da nossa vida que estamos ou ficamos mais sensíveis!

Lee Crutchley nosso autor não é médico, não é psicologo, é um pesquisador que passou por momentos complicados e de tanto buscar a felicidade, descobriu que essa busca incansável não estava funcionando, quando queremos, tentamos muito algo, esse algo não vem, não acontece! Você só vai se estressar se tentar controlar tudo e todos sempre, de buscar algo de forma mecânica e simplesmente é fato que o perfeito não existe! Esse negocio de tentar o tempo todo ser a bonequinha perfeita, feliz e contente não é natural, não é verdadeiro e não deixa ninguém feliz!

Fazendo os exercícios do livro consegui lembrar e escrever coisas que não sabia que tinha, que poderia colocar para fora, pesadelos antigos que marcaram minha vida, situações e medos que me deixam e me deixaram ansiosa. Fiz listas, sou uma pessoa de listas, sempre fui, acho mais fácil de me organizar, mais fácil de conseguir visualizar coisas, fiz listas de sentimentos, de qualidades, de imperfeições/defeitos, consegui observar gostos, cheiros, vi e senti sentidos que na correria do dia-a-dia ficam esquecidos ou passam batidos.
Observei pessoas, olhei em volta e olhei para mim mesma!

Contra todos os meus preconceitos, foi uma experiência muito legal e um aprendizado e tanto! Com uma edição lindíssima e caprichada Como Ser Feliz - Ou, no Mínimo, Menos Triste de Lee Crutchley, foi uma grande e ótima surpresa! Recomendado para o público que curte um lance mais autoconhecimento, gosta de livros interativos e quer ser menos triste e criativo!!!

site: http://overdoselite.blogspot.com.br/2015/08/resenha-como-ser-feliz-ou-no-minimo.html
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Fernanda 23/07/2015

Resenha: Como ser feliz
CONFIRA A RESENHA NO BLOG:

site: http://www.segredosemlivros.com/2015/07/resenha-como-ser-feliz-ou-no-minimo.html
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Adriano 15/07/2015

Não há segredo para a felicidade. Mas é possível ser menos triste!
- É tudo psicológico.
- Anime-se.
- Pense positivo.
- Dê um jeito na sua vida!
- Sai dessa.
- Qual é o seu problema?!

Essas seriam as frases mais corretas ao se dirigir a uma pessoa que vive constantemente triste? Esse tipo de ajuda, realmente ajuda? Muito usuais, essas frases de ''incentivo'' estampam a capa de um dos lançamentos da Editora Paralela, o livro Como ser feliz (ou, no mínimo, menos triste), um livro criativo e interativo, escrito pelo norte-americano Lee Crutchley.

Quando a Taize (Marketing da Companhia das Letras) me convidou para conhecer a prova antecipada deste lançamento, não pensei duas vezes em aceitar. Minha experiência com livros interativos sempre foi tão positiva (vide 1 Página de Cada Vez, também publicado pela Editora Paralela) que fiquei muito ansioso para conferir o trabalho do autor.

Este livro é indescritível. Não pensei que num livro criativo haveria tanta profundidade e um potencial de transformação tão intenso. Acredito que o autor, por ter vivido na pele a dor de se sentir triste o tempo todo, conseguiu transpor tudo para o papel e consequentemente, se aproximar do leitor que também está triste. Todavia, cabe salientar que este não é um livro de auto-ajuda e não se propõe a isso.

O autor é bem meticuloso e conciso quanto a essa característica. Ele não promete que as pessoas ficarão felizes com o seu livro. O Lee Crutchley nos confessa que ele não possui o segredo da felicidade e sente muito por isso. Esta sinceridade na apresentação de sua obra me cativou, porque consegui enxergar alguém tentando ajudar outras pessoas sem visar o lucro, como os livros que oferecem essas curas milagrosas e na realidade, não possuem resultados positivos.

Mergulhado em tristeza, o autor percebeu que o segredo não seria correr atrás da felicidade, mas tentar incessante e rotineiramente, ficar menos triste. A palavra que orienta este livro é: TENTAR. Não basta querer ser "menos triste", se não buscarmos sair desses caminhos nebulosos de tristeza. Talvez não consigamos, mas devemos tentar. E tentando, perceberemos que é mais fácil do que parece desde que estejamos dispostos.

Os exercícios propostos deste livro são diferentes e únicos. Alguns me deixaram perplexos porque exigia o pior tipo de reflexão: aquela em que nós precisamos nos ver como somos e estamos, mas não como queríamos. Através de um diálogo com o leitor, o livro permite que nós sejamos nós mesmos, sem os fantasmas que nos impedem de sermos felizes. Eu senti uma proximidade como se este livro fosse o meu diário, uma válvula de escape em que se pode desabafar sem julgamentos.

A trama é costurada por reflexões sobre a nossa vida e confronta o leitor, ao passo em que o faz olhar a vida sob uma nova perspectiva, valorizando as coisas mais simples, como quebrar a rotina, sair da mesmice, ficar um dia sem internet, ouvir uma música triste e outra alegre várias vezes, caminhar pela grama descalço e perceber como você se sente em relação a isso. Há um mundo cheio de possibilidades lá fora, prontas para se tornarem lembranças felizes.

LEIA A RESENHA NA ÍNTEGRA: http://geracaoleiturapontocom.blogspot.com.br/2015/07/resenha-como-ser-feliz-ou-no-minimo.html

- PLÁGIO É CRIME! NÃO SEJA CÚMPLICE DESSA PRÁTICA!

site: http://geracaoleiturapontocom.blogspot.com.br/2015/07/resenha-como-ser-feliz-ou-no-minimo.html
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